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Economia

Portugal em risco de sair da lista verde dos voos do Reino Unido

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O governo britânico vai rever a lista de países para os quais os britânicos podem viajar sem terem de cumprir restrições no regresso ao Reino Unido. Portugal tem estado incluído nesta lista verde, mas pode vir a sair, avança o jornal britânico “The Guardian”.

A decisão deve ser conhecida esta quinta-feira.

De acordo com o jornal, o aumento de casos que se tem verificado em Portugal vai ser alvo de análise do governo de Boris Johnson. Já outro jornal, o “Daily Mail”, diz que, a concretizar-se, essa decisão pode arruinar as férias de milhões de britânicos em Portugal.

Na quarta-feira, o primeiro-ministro britânico Boris Johnson garantiu que não hesitará em retirar países da lista verde se for necessário.

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Economia

Subida de preços na alimentação e combustível responsável pela maior taxa de inflação desde 1992

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Portugal registou a maior taxa de inflação em 30 anos, com o índice de preços ao consumidor a acelerar para 9,1% em Julho, graças ao aumento dos preços da alimentação, habitação e energia, hotéis e restaurantes e transportes.

O Instituto Nacional de Estatística (INE) confirmou em Julho os números da inflação anual que tinha anteriormente publicado há duas semanas, revelando um aumento da taxa de 0,4 pontos percentuais em comparação com o mês anterior.

A taxa de inflação mede a variação de preços de um cabaz de bens e serviços que consumimos diariamente, tais como alimentos, vestuário, casa e energia, em relação ao período anterior.

Para a maior taxa de inflação anual desde Novembro de 1992, quatro classes de produtos contribuíram principalmente, de acordo com o gabinete de estatística: habitação, água, electricidade, gás e outros combustíveis (16,6%), hotéis e restaurantes (14,8%), alimentação e bebidas não alcoólicas (13,9%) e transportes (12,8%).

Por outro lado, a saúde foi a única classe de consumo por objetivo que viu uma redução nos preços (-3,57%) e que estará relacionada com o fim das taxas de utilização no SNS desde 1 de Junho.

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Economia

Crise: Presidente da Ryanair diz que acabou o tempo do voos a 10 euros

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O presidente executivo da Ryanair, Michael O’Leary, avisou hoje que o tempo dos voos a 10 euros acabou, devido à subida dos preços da energia, que se acelerou com a guerra na Ucrânia.

“Acho que não haverá voos a 10 euros, porque os preços do petróleo estão muito mais altos, desde que a Rússia invadiu a Ucrânia. […] Acho que não vamos ver esses preços nos próximos anos”, disse o responsável da companhia aérea irlandesa, em entrevista à BBC Radio 4.

As transportadoras aéreas de baixo custo, como a Ryanair ou a sua concorrente britânica Easyjet, revolucionaram a aviação nos últimos vinte anos, reduzindo os preços e levando a um crescimento das viagens curtas.

Segundo Michael O’Leary, as tarifas médias dos bilhetes na Ryanair deverão aumentar cerca de 10 euros, para 50 euros por trajeto, nos próximos cinco anos.

O responsável disse, no entanto, acreditar que a procura por viagens aéreas vai continuar e que, mesmo com as restrições orçamentais dos consumidores, as transportadoras de baixo custo vão “sair-se bem”.

Na mesma entrevista, O’Leary protestou ainda contra o ‘Brexit’, que reduziu o acesso de trabalhadores europeus ao Reino Unido, onde anteriormente mantinham centenas de milhares de empregos.

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Economia

Seguradoras vão pagar cerca de 8 milhões em indemnizações pelos incêndios deste verão

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As seguradoras estimam o pagamento de indemnizações de 8 milhões de euros por incêndios ocorridos durante a situação de contingência e alerta decretada em Julho, de acordo com um inquérito da APS, a Associação Portuguesa de Seguradoras.

Conclusões de um inquérito aos membros, divulgado hoje, indicam também que Leiria foi o distrito com mais sinistros reportados, mas que os sinistros envolvendo o maior número de prejuízos foram reportados nos distritos de Faro (do incêndio em Almancil/ Quinta do Lago) e Aveiro.

Quase todas as perdas reportadas dizem respeito a seguros multi-risco, tanto comerciais como industriais (49%) e residenciais (37%).

“A situação que o país atravessou recentemente, e a crescente frequência dos eventos climáticos que estão na sua origem, reforçam a importância do seguro como elemento de mitigação das perdas sofridas e como factor de estabilidade na vida das pessoas e empresas”, disse o presidente da APS, José Galamba de Oliveira, num comunicado.

Segundo dados do Instituto para a Conservação da Natureza e Florestas (ICNF), o período até 31 de Julho de 2022 registou o quinto maior número de incêndios e a terceira maior quantidade de áreas ardidas desde 2012.

Julho é o mês (até agora) com o maior número de fogos rurais – 40% do total este ano. É também o mês com as áreas mais ardidas – 46.996 hectares, o que representa 81% de todas as áreas ardidas registadas este ano.

Os cinco maiores incêndios (até agora) ocorreram todos em Julho; o que consumiu a maior área foi no município de Murça, Vila Real, a 17 de Julho (7.058 hectares), seguido do incêndio de Pombal, Leiria, onde arderam 5.126 hectares (8 de Julho).

O incêndio de Chaves, Vila Real, no dia 15 de Julho, surge em 3º lugar, com 3.368 hectares ardidos, seguido de Carrazeda de Ansiães, Bragança (7 de Julho), com 3.330 hectares ardidos, e Ourém, Santarém, também a 7 de Julho, que consumiu 2.936 hectares.

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Economia

Quais as profissões mais bem pagas em Portugal? Saiba aqui

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Um inquérito sobre as profissões mais bem pagas, realizado pelo ManpowerGroup, no final de Julho, mostra quais as profissões com os salários mais elevados.

Desde os marketeers digitais a cargos de gestão de saúde, a CNN Portugal compilou uma lista das profissões mais bem remuneradas em Portugal.

  1. Diretor Geral no sector da Saúde (privado) entre 120.000 e 150.000 euros por ano
  2. Diretor Comercial entre 100.000 e 150.000 euros por ano
  3. CIO (Chief Information Officer) entre 110.000 e 140.000 euros por ano
  4. Diretor do Centro de Serviços Partilhados entre 95.000 e 120.000 euros por ano
  5. Especialista em dados entre 35.000 e 50.000 euros por ano
  6. Gestor de Comércio Electrónico entre 50.000 e 75.000 euros por ano
  7. Especialista em cibersegurança entre 45.000 e 60.000 euros por ano
  8. Engenheiro de software mais de 45.000 euros por ano
  9. Especialista em aprendizagem de máquinas mais de 40.000 euros por ano
  10. Marketeer digital entre 35.000 e 45.000 euros por ano
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Economia

Famalicão: Loja do Atlantic Park do Belita Supermercados celebra 11 anos

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No âmbito do 11.º aniversário da loja do Belita Supermercados, no Atlantic Park, na Lagoa, foram realizadas várias iniciativas, como a oferta de bolo de aniversário e o sorteio de uma viagem à Madeira.

António Oliveira, proprietário do grupo Belita Supermercados, em declarações à Fama TV, fez um balanço da história desta loja do grupo Belita.

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Economia

Gasóleo desce 8 cêntimos na próxima semana. Gasolina desce 7 cêntimos

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O preço dos combustíveis deverá voltar da descer, no início da próxima semana, avança a SIC Notícias.

Caso se verifiquem, as previsões apontam para uma descida no preço do gasóleo de 8 cêntimos e de 7 cêntimos no preço da gasolina.

Estas diminuições do custo dos combustíveis vendidos ao público surgem na sequência de descidas no preço do barril de petróleo, registadas mais acentuadamente nas últimas semanas.

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Economia

“Não falta mão de obra em Portugal, faltam bons salários” -diz o Sindicato da Construção Civil

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O Sindicato da Construção de Portugal (SCP) defendeu esta quarta-feira que “não há falta de mão-de-obra” no setor da construção civil, mas sim de um bom salário, disse hoje aos jornalistas, no Porto, o seu presidente, Albano Ribeiro.

“Não há falta de mão de obra, ela não vem porque ganha três e quatro vezes mais fora do país. Se ela vier, não temos trabalho para todos”, disse hoje o sindicalista na sede do SCP, no Porto, em conferência de imprensa.

Segundo Albano Ribeiro, nos últimos seis anos saíram do setor 300 mil trabalhadores, e atualmente são necessários 90 mil para executar as obras “públicas e privadas” em Portugal.

“Temos hoje na fileira da construção civil 45 mil trabalhadores. Já tivemos 90 mil trabalhadores”, disse ainda o responsável.

Caracterizando a atual situação da fileira da construção civil, Albano Ribeiro exemplificou dizendo que “antigamente, um trabalhador que era de Amarante e vinha para o Porto à segunda-feira, ia [para casa] à sexta, ficava numa caserna”, e hoje em dia “apanha um voo da Ryanair e vai trabalhar para a Alemanha” nos mesmos moldes, mas chegando a ganhar 3.500 euros.

Quanto à entrada de novos trabalhadores, o presidente do SCP afirmou que “o setor está muito envelhecido e não está a ser renovado”, atribuindo responsabilidades ao Governo, “porque acabaram com os centros de emprego onde davam formação”.

“É mais fácil hoje encontrar uma agulha num palheiro do que encontrar um aprendiz”, ilustrou.

Albano Ribeiro disse ainda que “os trabalhadores que possam vir para Portugal são bem-vindos, mas em mão de obra qualificada”, considerando que “a maioria dela não são operários qualificados”.

“Nós temos de qualificar para construir bem, e em segurança”, defendeu.

Outra das questões abordadas foi a da fiscalização, que levou o sindicato a pedir audiências ao ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, e à ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho.

“No setor da construção nós temos falta de inspetores. Os inspetores do trabalho primam mais por ir às grandes obras”, afirmou o sindicalista, denunciando que, por outro lado, “80% dos acidentes de trabalho que ocorrem os acidentes de trabalho são empresas onde não vai a ACT [Autoridade para as Condições do Trabalho]”.

Para Albano Ribeiro, “tem que haver um reforço muito grande de inspetores do trabalho que intervenham nas obras aonde o trabalho precário e clandestino é alimentado”.

“Penso que a senhora ministra será sensível a esta questão, porque, por exemplo, o Estado está a perder milhões de euros por mês”, considerou.

“As redes mafiosas, os angariadores de mão de obra, o trabalho clandestino, isto tem tudo que acabar no setor”, afirmou esta quarta feira aos jornalistas.

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Economia

Famalicão: Inflação já é evidente na feira semanal

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Dar prioridade à compra de bens essenciais e reduzir a aquisição dos restantes é a principal solução indicada por feirantes e compradores da feira semanal de Famalicão, face ao aumento da inflação que, no mês de julho, registou o valor de 9,1%, o mais alto desde 1992.

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Economia

Vendas de vinho aumentaram mais de 200% em 2022

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As vendas de vinho no mercado nacional cresceram 14,3% em volume e 52,8% em valor, no primeiro semestre do ano, para um total de 130 milhões de litros, no valor de 503 milhões de euros.

Segundo dados da Nielsen, divulgados pelo Instituto da Vinha e do Vinho (IVV), entre Janeiro e Junho, as vendas de vinho nas grandes superfícies caíram 9,8% em volume e 4,8% em valor, para um total de 92 milhões de litros (menos 10 milhões do que no mesmo período do ano passado) e 240,2 milhões de euros (menos 12 milhões do que em 2021).

Por outro lado, as vendas nos restaurantes dispararam, com aumentos de 221,8% em volume e 241,8% em valor. No total, durante o primeiro semestre do ano, foram consumidos 38 milhões de litros, no valor de 263 milhões de euros.

Ainda segundo a Nielsen, o preço médio por litro vendido na grande distribuição é de 2,61 euros e 6,91 euros nos restaurantes. Em termos de regiões, o vinho do Alentejo é o grande favorito, garantindo uma quota de mercado total de 23%. Seguem-se os vinhos do Douro e Verde, com quotas de 13,6% e 9,1%, respectivamente.

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Economia

Famalicão: Obras na cidade terminam a 20 de agosto

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A Câmara Municipal de Famalicão prorrogou o prazo das obras por 20 dias.

Esta terça-feira, o autarca comunicou aos jornalistas que, depois do dia 31 de julho, recebeu um pedido de prorrogação de 60 dias, o qual foi recusado.

Em declarações aos jornalistas, Mário Passos abordou também temas como a possível exigência de mais-valias por parte da autarquia e a criação e formalização de uma nova figura de gestor de centro urbano, que entra em funções esta quarta-feira.

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