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Economia

AMCO expande o seu ramo de negócio

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A AMCO Recuperação e Gestão de Crédito foi hoje apresentada. A ideia de expansão do ramo de negócio surgiu durante a pandemia e dá continuidade aos serviços prestados pela AMCO Intermediários de Crédito.

Veja a reportagem abaixo:

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Economia

Famalicão: Loja do Atlantic Park do Belita Supermercados celebra 11 anos

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No âmbito do 11.º aniversário da loja do Belita Supermercados, no Atlantic Park, na Lagoa, foram realizadas várias iniciativas, como a oferta de bolo de aniversário e o sorteio de uma viagem à Madeira.

António Oliveira, proprietário do grupo Belita Supermercados, em declarações à Fama TV, fez um balanço da história desta loja do grupo Belita.

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Economia

Gasóleo desce 8 cêntimos na próxima semana. Gasolina desce 7 cêntimos

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O preço dos combustíveis deverá voltar da descer, no início da próxima semana, avança a SIC Notícias.

Caso se verifiquem, as previsões apontam para uma descida no preço do gasóleo de 8 cêntimos e de 7 cêntimos no preço da gasolina.

Estas diminuições do custo dos combustíveis vendidos ao público surgem na sequência de descidas no preço do barril de petróleo, registadas mais acentuadamente nas últimas semanas.

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Economia

“Não falta mão de obra em Portugal, faltam bons salários” -diz o Sindicato da Construção Civil

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O Sindicato da Construção de Portugal (SCP) defendeu esta quarta-feira que “não há falta de mão-de-obra” no setor da construção civil, mas sim de um bom salário, disse hoje aos jornalistas, no Porto, o seu presidente, Albano Ribeiro.

“Não há falta de mão de obra, ela não vem porque ganha três e quatro vezes mais fora do país. Se ela vier, não temos trabalho para todos”, disse hoje o sindicalista na sede do SCP, no Porto, em conferência de imprensa.

Segundo Albano Ribeiro, nos últimos seis anos saíram do setor 300 mil trabalhadores, e atualmente são necessários 90 mil para executar as obras “públicas e privadas” em Portugal.

“Temos hoje na fileira da construção civil 45 mil trabalhadores. Já tivemos 90 mil trabalhadores”, disse ainda o responsável.

Caracterizando a atual situação da fileira da construção civil, Albano Ribeiro exemplificou dizendo que “antigamente, um trabalhador que era de Amarante e vinha para o Porto à segunda-feira, ia [para casa] à sexta, ficava numa caserna”, e hoje em dia “apanha um voo da Ryanair e vai trabalhar para a Alemanha” nos mesmos moldes, mas chegando a ganhar 3.500 euros.

Quanto à entrada de novos trabalhadores, o presidente do SCP afirmou que “o setor está muito envelhecido e não está a ser renovado”, atribuindo responsabilidades ao Governo, “porque acabaram com os centros de emprego onde davam formação”.

“É mais fácil hoje encontrar uma agulha num palheiro do que encontrar um aprendiz”, ilustrou.

Albano Ribeiro disse ainda que “os trabalhadores que possam vir para Portugal são bem-vindos, mas em mão de obra qualificada”, considerando que “a maioria dela não são operários qualificados”.

“Nós temos de qualificar para construir bem, e em segurança”, defendeu.

Outra das questões abordadas foi a da fiscalização, que levou o sindicato a pedir audiências ao ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, e à ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho.

“No setor da construção nós temos falta de inspetores. Os inspetores do trabalho primam mais por ir às grandes obras”, afirmou o sindicalista, denunciando que, por outro lado, “80% dos acidentes de trabalho que ocorrem os acidentes de trabalho são empresas onde não vai a ACT [Autoridade para as Condições do Trabalho]”.

Para Albano Ribeiro, “tem que haver um reforço muito grande de inspetores do trabalho que intervenham nas obras aonde o trabalho precário e clandestino é alimentado”.

“Penso que a senhora ministra será sensível a esta questão, porque, por exemplo, o Estado está a perder milhões de euros por mês”, considerou.

“As redes mafiosas, os angariadores de mão de obra, o trabalho clandestino, isto tem tudo que acabar no setor”, afirmou esta quarta feira aos jornalistas.

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Economia

Famalicão: Inflação já é evidente na feira semanal

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Dar prioridade à compra de bens essenciais e reduzir a aquisição dos restantes é a principal solução indicada por feirantes e compradores da feira semanal de Famalicão, face ao aumento da inflação que, no mês de julho, registou o valor de 9,1%, o mais alto desde 1992.

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Economia

Vendas de vinho aumentaram mais de 200% em 2022

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As vendas de vinho no mercado nacional cresceram 14,3% em volume e 52,8% em valor, no primeiro semestre do ano, para um total de 130 milhões de litros, no valor de 503 milhões de euros.

Segundo dados da Nielsen, divulgados pelo Instituto da Vinha e do Vinho (IVV), entre Janeiro e Junho, as vendas de vinho nas grandes superfícies caíram 9,8% em volume e 4,8% em valor, para um total de 92 milhões de litros (menos 10 milhões do que no mesmo período do ano passado) e 240,2 milhões de euros (menos 12 milhões do que em 2021).

Por outro lado, as vendas nos restaurantes dispararam, com aumentos de 221,8% em volume e 241,8% em valor. No total, durante o primeiro semestre do ano, foram consumidos 38 milhões de litros, no valor de 263 milhões de euros.

Ainda segundo a Nielsen, o preço médio por litro vendido na grande distribuição é de 2,61 euros e 6,91 euros nos restaurantes. Em termos de regiões, o vinho do Alentejo é o grande favorito, garantindo uma quota de mercado total de 23%. Seguem-se os vinhos do Douro e Verde, com quotas de 13,6% e 9,1%, respectivamente.

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Economia

Famalicão: Obras na cidade terminam a 20 de agosto

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A Câmara Municipal de Famalicão prorrogou o prazo das obras por 20 dias.

Esta terça-feira, o autarca comunicou aos jornalistas que, depois do dia 31 de julho, recebeu um pedido de prorrogação de 60 dias, o qual foi recusado.

Em declarações aos jornalistas, Mário Passos abordou também temas como a possível exigência de mais-valias por parte da autarquia e a criação e formalização de uma nova figura de gestor de centro urbano, que entra em funções esta quarta-feira.

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Economia

Eletricidade: Endesa compromete-se a manter preços contratuais após anuncio de aumento de 40%

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A Endesa comprometeu-se esta segunda-feira a manter os preços contratuais até dezembro e a cumprir os compromissos estabelecidos no mecanismo ibérico, depois de o presidente da empresa ter afirmado que a eletricidade iria subir 40% este mês.

“A Endesa compromete-se a manter os preços contratuais com os seus clientes residenciais em Portugal até ao final do ano”, lê-se num esclarecimento divulgado esta segunda pela empresa. Segundo a mesma nota, a empresa vai ainda cumprir os compromissos estabelecidos no quadro regulatório português, bem como no mecanismo ibérico.

O presidente da Endesa, Nuno Ribeiro da Silva, disse, em entrevista ao Jornal de Negócios e à Antena 1, que a eletricidade vai sofrer um aumento de cerca de 40% já nas faturas de julho. “Em particular, a partir do final de agosto, mas já nas faturas do consumo elétrico de julho, as pessoas vão ter uma desagradável surpresa. […] Estamos a falar de qualquer coisa na ordem dos 40% ou mais, relativamente àquilo que as pessoas pagavam”, afirmou Nuno Ribeiro da Silva.

Segundo a elétrica, em causa está pagamento do “travão do gás”. Este travão, criado para Portugal e Espanha, levou a um desconto nos preços do gás natural utilizado para a produção de eletricidade. Na sequência das declarações, o Ministério do Ambiente e da Ação Climática divulgou um comunicado, no qual rejeitava declarações de Nuno Ribeiro da Silva, classificando-as como “alarmistas”.

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Economia

Patrões preparam aumento de salários para “segurar” melhores talentos no mercado de trabalho

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No próximo ano, os empregadores portugueses estão a planear aumentar os seus orçamentos salariais numa média de 3,2%, numa tentativa de reter e atrair os melhores talentos.

De acordo com um relatório da ECO, o valor de 3,2% é superior ao crescimento médio de 3% dos orçamentos apresentados em 2022 e está também acima dos 2,4% de inflação previstos para o próximo ano. A razão por detrás do aumento está a ser atribuída à competitividade num mercado onde encontrar os melhores talentos é um desafio.

“O clima económico desafiante e o avanço de novas formas de trabalho estão a forçar as organizações a manterem-se atentas aos orçamentos salariais. As que não o fizerem, não serão competitivas, perderão os seus empregados e terão de lutar mais arduamente para os substituir. Num ambiente tão dinâmico, é imperativo que as empresas tenham uma estratégia clara de recompensas e compreendam o que o mercado de trabalho e as suas pessoas”, disse Sandra Bento, directora associada – recompensa a inteligência dos dados na WTW Portugal, numa declaração.

Mais de um terço (36%) das organizações inquiridas verificou que o seu orçamento salarial é actualmente mais elevado do que o esperado. E a mesma percentagem (36%) também disse que irá aumentar a frequência com que reverem os salários. Entre estas, 98% irão rever os salários duas vezes por ano.

Há três razões fundamentais para o aumento dos orçamentos: preocupações sobre um mercado de trabalho mais restrito (57%), receios sobre a inflação (56%) e satisfação das expectativas e preocupações dos trabalhadores (43%).

A proporção de empresas portuguesas que relataram dificuldades em atrair talentos aumentou de 28% em 2020 para 90% este ano, enquanto que as que têm problemas em manter os actuais empregados subiu de 20% para 84% no mesmo período.

Para melhorar a sua atractividade, 65% dos empregadores aumentaram a flexibilidade no local de trabalho; 60% colocaram mais ênfase na diversidade e inclusão; e 40% oferecem agora incentivos financeiros, tais como bónus de entrada.

Do mesmo modo, as organizações estão empenhadas em manter o seu talento, nomeadamente aumentando o seu foco na diversidade e inclusão (56%); o aumento das opções de trabalho à distância (45%); e a mudança nas estruturas salariais, através do salário base e dos bónus (38%).

“O exigente mercado de trabalho, especialmente em torno de certas competências-chave, significa que as organizações precisam de ser muito mais criativas na resposta aos desafios da atracção e retenção. Não se trata apenas de remuneração. Os empregadores precisam de compreender a dinâmica da diversidade da sua força de trabalho e proporcionar uma experiência superior aos funcionários para todos”, explica Sandra Bento.

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Economia

Preço do gasóleo desce 3 cêntimos esta segunda-feira

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O preço do gasóleo irá registar novamente uma descida, desta vez de 3 cêntimos, já na próxima segunda-feira, enquanto que o preço da gasolina se deverá manter inalterado, de acordo com fontes ligadas ao setor.

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Economia

Repsol duplica lucros entre o primeiro semestre de 2021 e 2022

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A Repsol obteve lucros líquidos de 2.539 milhões de euros no primeiro semestre, o dobro (mais 105,6%) do que no mesmo período de 2021, impulsionados pelo aumento dos preços das matérias-primas devido à guerra na Ucrânia.

Conforme um comunicado da empresa enviado hoje à Comissão Nacional do Mercado de Valores Mobiliários espanhola (CNMV), o lucro líquido ajustado, que mede especificamente o desempenho das empresas, nos primeiros seis meses do ano foi de 3.177 milhões, três vezes ou 231,3% mais do que no primeiro semestre de 2021 e do qual 56% provém do negócio internacional.

Além disso, a Repsol registou provisões para imparidade no valor contabilístico das refinarias do grupo, principalmente em Espanha, que representaram a maior parte das provisões no primeiro semestre, no valor de 1.844 milhões de euros.

A empresa justifica estas disposições pela instabilidade dos negócios na Europa e pela pressão regulamentar no continente, com medidas como a proibição da venda de automóveis com motores de combustão na UE a partir de 2035, que têm impacto na rentabilidade das suas refinarias a longo prazo.

O lucro bruto de exploração (EBITDA) foi de 8.019 milhões de euros no primeiro semestre do ano, mais do dobro (mais 120,6%) do que no mesmo período do ano passado, enquanto o EBITDA ajustado foi de 6.358 milhões de euros, o dobro (mais 114,8%).

A Repsol atingiu este lucro líquido de 2.539 milhões de euros no semestre após ter ganho 2.499 milhões de euros em 2021 e após acumular perdas de 7.100 milhões de euros em 2019 e 2020.

Aproximadamente metade do resultado líquido (1.206 milhões de euros) corresponde à avaliação contabilística dos inventários que a empresa armazena como reserva estratégica para Espanha e que aumentou no último trimestre para reforçar a capacidade de garantir o abastecimento.

A avaliação dos inventários quase triplicou em relação aos primeiros seis meses do ano anterior, devido ao aumento dos preços dos hidrocarbonetos. Por negócio, a área de Exploração e Produção, que desenvolve toda a sua atividade fora de Espanha, teve um resultado que foi mais do dobro (mais 147,5%) do que no primeiro semestre de 2021, tendo atingido 1.678 milhões de euros, mais de metade do lucro líquido total.

A área Industrial teve um resultado líquido ajustado de 1.393 milhões de euros, quase seis vezes mais do que no mesmo período do ano passado, quando foi de 239 milhões de euros, devido às margens de refinação mais elevadas e à dispersão dos destilados médios e da gasolina, impulsionadas pelas restrições resultantes da guerra na Ucrânia e ao encerramento da capacidade de refinação na Europa.

Isto contrasta com o resultado negativo de 612 milhões neste negócio em 2020 e 2021 devido à redução do consumo de combustível e ao colapso da margem de refinação.

A empresa investiu cerca de 1.000 milhões de euros por ano nas suas instalações de refinação, enquanto a capacidade estava a ser reduzida na Europa, o que permitirá a Espanha ter um fornecimento garantido de gasolina, gasóleo e parafina nos próximos meses, ao contrário, possivelmente, de outros países europeus, disse a Repsol.

A área Comercial e Renováveis registou um lucro líquido ajustado de 215 milhões de euros no primeiro semestre, menos 5,7% do que no mesmo período do ano anterior, afetado pelos descontos de combustível aplicados pela empresa em Espanha aos clientes, os quais, segundo a Repsol, têm vindo a corroer as margens comerciais.

A empresa colocou a poupança para os clientes no primeiro semestre do ano em 150 milhões de euros com os descontos que assumiu exclusivamente, o que significou que no segundo trimestre de 2022 o negócio da Mobilidade não teve lucro.

O negócio da Distribuição de Eletricidade e Gás, que foi afetado pelos preços da eletricidade em Espanha e pelos preços do gás, registou uma perda no primeiro semestre do ano, enquanto o negócio da Produção de Baixo Carbono continuou a melhorar devido à maior contribuição do ciclo combinado, das centrais hidrelétricas e dos novos projetos renováveis.

A dívida líquida do grupo no final do primeiro semestre era de 5.031 milhões de euros, menos 869 milhões do que no final do trimestre anterior, e a liquidez era de 9.380 milhões, o suficiente para cobrir 3,9 vezes os seus vencimentos de dívida a curto prazo.

Por outro lado, a Repsol comunicou a aprovação e início do programa de recompra de 50 milhões de ações Repsol, representando 3,44% do capital social, com um investimento máximo de 850 milhões de euros, e que decorrerá desde hoje até 31 de dezembro, se o número de ações ou o investimento estabelecido não seja atingido antes dessa data.

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