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Economia

CM de Vizela contrata 15 táxis para ajudar restauração local no serviço de Take-Away

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Vizela é um dos concelhos mais afetados pela pandemia de Covid-19. Face às restrições impostas pelo Governo, este fim de semana de 14 e 15 de novembro, e nos próximos dias 21 e 22, a Câmara Municipal de Vizela decidiu tomar medidas para ajudar a restauração local a minimizar a quebra de receitas provocada pelo recolher obrigatório.

Desta forma, o Município implementou o programa “Fique em casa – Nós levamos a comida até si!”, que consiste no aluguer de um “serviço de 15 táxis, nos próximos dois fins de semana, ao almoço e jantar, para entregas das 12.00h às 15.00h e das 19.00h às 21.00h. Para acionar o pedido, o cliente liga para o restaurante, faz a encomenda, dá a morada de entrega e estabelece o método de pagamento. ou diretamente ao restaurante, através de meios digitais, ou em dinheiro”, revela a autarquia em comunicado.

Importa ainda referir que o Município de Vizela vai assumir todos os custos. As entregas são gratuitas para restaurantes e clientes, assim como as caixas para o acondicionamento e entrega das refeições.

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Economia

Novo Banco “confia” que Fundo de Resolução continue a transferir verbas

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Depois de o parlamento anular a transferência de 476 milhões de euros em 2021, foi hoje comunicado, o Novo Banco “confia” que o Fundo de Resolução continue a fazer a transferência de verbas contratualizadas ao abrigo do acordo de venda.

“O banco cumpriu, e continua a cumprir, os seus compromissos. Adicionalmente, com base nos últimos três anos de cumprimento das suas obrigações de pagamento pelo Fundo de Resolução, o banco confia que o Fundo de Resolução continuará a fazê-lo”, pode ler-se num comunicado enviado pelo Novo Banco à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

A instituição presidida por António Ramalho “destaca a declaração do primeiro-ministro português à presidente do BCE Banco Central Europeu, Christine Lagarde”.

O primeiro-ministro, António Costa, garantiu na quinta-feira à presidente do BCE, Christine Lagarde, que o Governo cumprirá os compromissos assumidos no quadro da venda do Novo Banco.

“Portugal é um Estado de direito que cumpre as suas obrigações contratuais. Falei com a presidente do BCE, @Lagarde, a quem garanti o escrupuloso cumprimento dos compromissos assumidos no quadro da venda do Novo Banco”, escreveu António Costa na sua conta oficial no Twitter.

No texto hoje comunicado ao mercado, o banco dá conta que “tomou conhecimento da aprovação da Proposta de Lei n.º 61/XIV/2.ª do orçamento do Estado português para 2021, que visa retirar ao Fundo de Resolução a autorização de transferência de fundos adicionais para o Novo Banco, nos termos do Mecanismo de Capital Contingente (“CCA”)”.

O Novo Banco afirma ainda que a sua “boa posição de liquidez” o permite “continuar a apoiar a economia portuguesa, os seus clientes empresas e particulares”.

Hoje, António Ramalho já tinha dito que a anulação, pelo parlamento, da transferência de 476 milhões de euros do Fundo de Resolução para o banco foi um “percalço”.

“O percalço que aconteceu no parlamento é um percalço que naturalmente terá que ser analisado com profundidade, o que faremos”, disse António Ramalho hoje aos jornalistas, em declarações transmitidas pela RTP.

O presidente da instituição bancária recordou que “o que o parlamento decidiu foi, de alguma forma, o congelamento da transferência devida ao Novo Banco, se for devida”.

“Isso só é determinado nas contas no final do ano, após um conjunto de escrutínios que pretendem ser feitos”, disse o líder do banco que sucedeu ao Banco Espírito Santo (BES), acrescentando que o Novo Banco é o banco mais escrutinado de Portugal” e, de acordo com a sua opinião, “o mais escrutinado da Europa”.

O plenário do parlamento confirmou na quinta-feira a votação na especialidade da proposta orçamental do BE que anula a transferência de 476 milhões de euros do Fundo de Resolução para o Novo Banco.

Numa votação confusa e que teve de ser repetida, depois de avocada e debatida no plenário, PSD, PCP, PEV, Chega e a deputada não inscrita Joacine Katar Moreira juntaram os seus votos ao BE para viabilizar esta alteração, apesar dos votos contra de PS, Iniciativa Liberal e da deputada não inscrita Cristina Rodrigues e a abstenção do CDS-PP e do PAN.

A aprovação desta proposta do BE representou a surpresa da maratona de votações do Orçamento do Estado para 2021 (OE2021), na quarta-feira.

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Economia

Conheça todas as alterações do Orçamento do Estado para 2021

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Com a entrada em vigor do Orçamento do Estado aprovado no parlamento, esta quinta-feira, irão ser verificadas várias alterações no que toca aos impostos, emprego, pandemia entre outros.

O Orçamento do Estado para 2021contará então com as alterações que a fama TV passa a enumerar:

Na área da saúde o SNS prepara a contratação de 2100 profissionais de saúde por semestre totalizando os 4.200 no final de 2021. Para os cuidados intensivos estão a ser criadas 400 novas camas que estarão disponíveis ainda durante o primeiro trimestre de 2021.

No que toca aos impostos está preparado o aumento do valor mínimo pagamento do IRS em 100 euros deixando mais de 20.000 contribuintes isentos deste pagamento relativo a 2020. Este limite passa dos 9215 euros anuais para 9315 euros.

Para os desempregados foi anunciado que os subsídios de desemprego que tenham data final em 2021 serão prolongados por mais 6 meses.

As escolas podem contar com 3.000 novos trabalhadores não docentes e com a implementação adicional de uma ação de recrutamento para mais 2.000 funcionários.

Para as pequenas e médias empresas irá ser criada uma campanha de apoio no valor de 750 milhões de euros estando isentas do pagamento por conta durante o próximo ano.

No que toca ao crédito adesão as moratórias ter o seu prazo alargado até março de 2021 e os planos de poupança reforma poderão ser levantados até setembro sem penalizações.

Para os pais das crianças mais pequenas as creches serão obrigadas a rever o valor da comparticipação familiar se tiverem suspendido ou reduzido a suas atividades, cabendo aos encarregados de educação requerer esta reavaliação.

Durante o primeiro semestre de 2021 não haverão cortes de quaisquer serviços essenciais tais como o fornecimento de água, eletricidade ou gás natural.

Também no que toca aos impostos todo o dinheiro gasto com material de proteção pessoal contra covid-19 sobre tudo máscaras viseiras gel luvas etc. passa a ser considerado uma despesa de saúde e consequentemente dedutível no IRS. O mesmo acontece com os medicamentos para animais e o IVA correspondente as assinaturas de ginásios.

As pessoas que recebem pensões até 685 euros mensais irão ter um aumento extraordinário de 10 euros logo a partir do primeiro dia de 2021. Estes aumentos irão abranger quase 2 milhões de pensionistas.

O governo anunciou também cortes nas tabelas de retenção do IRS na fonte a vigorar no próximo ano, deixando cerca de 200 milhões de euros no bolso dos portugueses.

A ajuda extraordinária aos trabalhadores afetados pelo covid 19 que pode ir até aos 501 euros será alargada também aos sócios gerentes e trabalhadores informais.

Para todos os trabalhadores em regime lay off serão assegurados integralmente a sua remuneração ilíquida até um valor igual a 3 salários mínimos.

Para os contribuintes da categoria B do IRS será que criado um regime especial de transição de pagamento em prestações de IRC e IVA em 20 em 2021 sendo aplicável até valores de 25.000 euros.

Várias portagens verão os seus preços reduzidos nomeadamente a A22 a A23 a A24 e a A25 a partir de janeiro. Outras auto-estradas terão as suas tarifas reduzidas das quais, Costa da Prata Grande Porto e Norte Litoral mas apenas a partir de julho de 2021.

De destaque será também a criação do IVAucher que visa estimular os setores da restauração alojamento e cultura através de acumulação do IVA desses setores que será usando posteriormente noutras compras.

As vias aéreas, marítimas e fluviais verão aplicação de uma taxa de carbono no valor de 2 € por passageiro.

As linhas de apoio ao cliente com os números comecem por 7:30 ou 808 irão deixar de ter valor acrescentado havendo a possibilidade de começarem pelo algarismo 2 em alternativa.

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Economia

Novo Banco: PSD acusa Governo de falta de “coragem” para dizer “basta”

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Insistindo que o Estado só deve cumprir os compromissos assumidos se houver garantias de que não está a ser enganado, o presidente do PSD, Rui Rio, acusou hoje o Governo de falta de coragem no processo do Novo Banco.

“Não foi da minha parte, nem da parte do PSD que alguma vez se disse que não honramos os compromissos. Agora uma coisa é honrar os compromissos, outra coisa é ter sérias dúvidas se o Estado não está a ser enganado, se os contribuintes portugueses não estão a ser enganados e lá vai um ano, dois anos e não fazemos nada, vamos deixando passar”, defendeu Rui Rio.

No Porto, o líder do maior partido da oposição acusou o Governo de falta de coragem para “dizer basta”, insistindo que os compromissos só devem ser assumidos se for clarificado que o Novo Banco “não fabricou” menos valias na venda dos ativos.

“É essa coragem que faltou ontem [quinta-feira] e que tem faltado ao Partido Socialista e ao Governo. A coragem que nós tivemos e outros grupos parlamentares também tiveram de dizer: alto, basta, vamos ver se está certo ou não está certo. Se estiver certo, cumprimos. Se não estiver certo basta de enganar o Estado”, declarou.

Na quinta-feira, após a aprovação da proposta do Bloco de Esquerda que anula transferência orçamental para o Fundo de Resolução, o primeiro-ministro, António Costa, garantiu à presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde, que o Governo cumprirá os compromissos assumidos no quadro da venda do Novo Banco.

O líder do executivo português tinha atacado o PSD e Bloco de Esquerda por terem anulado a transferência orçamental para o Fundo de Resolução e garantido que não se deixará condicionar pela proposta de impedir a transferência de 476 milhões de euros para o Fundo de Resolução, que tem como destino o Novo Banco.

Em declarações hoje aos jornalistas, Rio insistiu que ambas partes tem de cumprir os compromissos assumidos, mas primeiro é necessário clarificar.

“Todos nós olhamos para o preço a que as coisas foram vendidas e ficamos com óbvias dúvidas e é uma vez e são duas e são quatro e são cinco. Temos de clarificar isto. O melhor que o PSD fez, foi solicitar, com o apoio de outros grupos parlamentares, uma auditoria a um organismo independente como é o Tribunal de Contas (?) que vai chegar a uma conclusão”, referiu.

Para o social-democrata, se a auditoria concluir que o Novo Banco cumpriu, o Estado tem de honrar os seus compromissos, pelo que considerou desnecessárias as declarações do primeiro-ministro António Costa que veio já garantir que o Estado cumprirá ?

“Eu, para honrar um compromisso, é preciso que a outra parte honre também o compromisso. Portanto eu acho que é quase desnecessário dizer o Estado vai honrar os seus compromissos. Tem de honrar, isto não é a `república das bananas´, o Estado tem de honrar os seus compromissos, mas da mesma forma, para honrar os seus compromissos a contraparte também tem de estar a honrar os compromissos. Neste caso, estar a vender os ativos que tem de vender a preços reais de mercado, sem estar a fabricar as menos valias”, rematou.

Questionado sobre as noticias que dão conta que o deputado social-democrata Álvaro Almeida quis votar contra a proposta do BE, mas direcção da bancada do PSD não permitiu, Rui Rio disse apenas que tem ideias e vai em frente, “quem quiser vem, quem não quiser não vem”.

O deputado pediu que lhe fosse dada liberdade de voto porque a proposta do Bloco vai ter consequências: “Põe em causa toda a estabilidade do sistema financeiro português”.

O PSD inaugurou, no Porto, uma campanha de cartazes de rua que evoca os 40 anos da morte de Francisco Sá Carneiro. No total, são 15 cartazes, com mensagens diferentes, 10 dos quais espalhados pelas cidades do Porto e Lisboa.

Na cerimónia de hoje, o presidente do PSD descerrou simbolicamente um desse cartazes que dizia: “Não há nada que pague a sinceridade na ação política”.

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