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Economia

Portugal é o 4º país da UE com mais impostos na fatura da eletricidade doméstica

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“A componente de taxas e impostos, que integra os CIEG [Custos de Interesse Económico Geral], apresenta para Portugal um peso de 46% do preço total pago pelos consumidores”, sendo apenas superado na Dinamarca (peso de 66%), Alemanha (53%) e Finlândia (47%), diz um resumo informativo feito pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) com base nos dados publicados hoje pelo Eurostat sobre os preços da energia até junho.

“A componente de taxas e impostos é a quarta mais elevada da Europa, essencialmente devido aos designados CIEG, que resultam de opções de política energética e que representam 27% do preço final”, refere a ERSE.

De acordo com o regulador, para os restantes países da UE não é possível identificar estes custos de forma desagregada das taxas e impostos, uma vez que o Eurostat não publica essa informação.

Excluindo as taxas de impostos, e comparando apenas as componentes de energia e redes para o consumidor (na banda de consumo DC, entre os 2.500 e 5.000 quilowatt/hora (kWh) anuais, que é a mais representativa em Portugal), a ERSE refere que “Portugal está entre os países em que a componente de energia e redes é menor, com preços inferiores aos de Espanha e aos da AE [Área do Euro] e da UE”.

“No segmento doméstico, a componente de energia e redes mantém-se entre as mais reduzidas da União Europeia, correspondendo a 54% do preço final”, precisa.

Já no segmento não-doméstico a componente de energia e redes representa 70% do preço final (sem IVA) e a componente de taxas e impostos é a quinta mais elevada da União Europeia, essencialmente devido aos CIEG, que representam 29% do preço final (sem IVA).

Da análise feita pelo regulador resulta ainda que, no primeiro semestre deste ano, Portugal registou uma descida dos preços de eletricidade no segmento doméstico, face ao semestre homólogo de 2019, e uma subida dos preços de eletricidade no segmento não doméstico.

“Para os consumidores domésticos, observam-se preços médios superiores em Espanha, na Área do Euro e na média dos países da União Europeia (cerca de 12%, 7% e 0,5% acima dos de Portugal). Para consumidores não-domésticos apenas os preços médios em Espanha são ligeiramente inferiores aos observados em Portugal”, refere.

O preço médio na banda de consumo DC (a mais representativa em Portugal para os consumidores domésticos) registou uma redução de 1,4% face ao semestre homólogo de 2019, enquanto na banda IB (a mais representativas para os consumidores não domésticos) ocorreu um acréscimo de 2%.

“Comparativamente a Espanha, à Área do Euro e à média da União Europeia, Portugal apresenta um preço médio inferior para ambos os segmentos”, nota a ERSE, acrescentando que “este diferencial de preços é mais acentuado face aos preços da Área do Euro, com preços 6% acima dos de Portugal para os consumidores domésticos e 13,6% acima dos de Portugal para os consumidores não-domésticos”.

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Economia

Governo propõe aumento salarial de 4,8% para a função pública

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O Governo apresentou hoje aos sindicatos da função pública a proposta de aumentos salariais para 2023, com as estruturas sindicais a exigirem um valor superior ao da inflação e o executivo a apontar para uma valorização de 4,8%.

A ronda negocial com as três estruturas sindicais, a ministra da Presidência, Mariana Vieira da Silva, e a secretária de Estado da Administração Pública, Inês Ramires, realiza-se a uma semana da apresentação da proposta de Orçamento do Estado para 2023 (OE2023), que será entregue dia 10 no parlamento.

Os sindicatos exigem aumentos superiores à inflação, que o Governo estima ficar em 7,4% este ano, mas o primeiro-ministro, António Costa, rejeitou essa possibilidade, indicando, numa entrevista à TVI, em 12 de setembro, que a inflação a considerar deve ser de 2%, o objetivo de médio prazo fixado pelo Banco Central Europeu.

Na quinta-feira, no parlamento, o primeiro-ministro foi mais longe e adiantou que, na proposta a apresentar hoje aos sindicatos da função pública, além do referencial de 2% para a inflação, será considerada a produtividade e o diferencial previsto no acordo de rendimentos e competitividade apresentado pelo Governo na Concertação Social, que resulta num aumento anual de 4,8%.

“Quando eu referi os aumentos da função pública disse que a inflação de referência deve ser, como para tudo, o objetivo de médio prazo fixado pelo Banco Central Europeu, de 2% (…), mas depois deve ter em conta os ganhos de produtividade e o diferencial que é necessário para atingirmos em 2026 o peso dos salários no PIB, de 48%, que é a média europeia”, disse António Costa em resposta à coordenadora do Bloco de Esquerda, Catarina Martins, no debate sobre política geral.

“A proposta que apresentaremos na segunda-feira aos sindicatos será uma proposta que não desonrará o Estado”, acrescentou o primeiro-ministro.

Do lado dos sindicatos, o secretário-geral da Federação dos Sindicatos da Administração Pública (Fesap), José Abraão, disse à Lusa esperar que o Governo apresente “uma proposta de aumentos salariais que reponha o poder de compra perdido em 2022, tendo em conta a inflação verificada, já que esse foi o critério utilizado pelo Governo até agora”.

Este ano, os funcionários públicos tiveram uma atualização salarial de 0,9%, em linha com a inflação verificada em 30 de novembro de 2021, descontada a deflação de 0,1%.

Também a presidente do Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado (STE), Helena Rodrigues, disse à Lusa esperar que a proposta do Governo de atualização salarial para 2023 “tenha em conta o interesse dos trabalhadores e que seja mais do que a inflação”.

Por sua vez, a Frente Comum dos Sindicatos da Administração Pública, da CGTP, reivindica aumentos salariais de 10% para todos os trabalhadores em 2023 e um mínimo de 100 euros de aumento por trabalhador.

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Economia

Inflação em Portugal atinge valor mais alto desde 1992

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A taxa de variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) aumentou para 9,3% em Setembro, em comparação com 8,9% em Agosto, atingindo o máximo desde Outubro de 1992.

Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), “com base na informação já recolhida, a taxa de variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) terá aumentado para 9,3% em Setembro, uma taxa mais elevada em 0,4 pontos percentuais (p.p.) do que a observada no mês anterior e a mais elevada desde Outubro de 1992”.

Quanto ao indicador de inflação subjacente (índice total excluindo alimentos não transformados e produtos energéticos) registou uma variação de 6,9% em Setembro (6,5% no mês anterior), o nível mais alto desde Fevereiro de 1994.

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Economia

MERCADONA PARTICIPA NA RECOLHA DE
ALIMENTOS DO BANCO SOLIDÁRIO ANIMAL

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A Mercadona participa, pela primeira vez, na campanha de recolha de alimentos do Banco Solidário Animal (BSA), organizada pela Animalife, que se realiza de 01 a 09 de outubro. A empresa coloca à disposição desta campanha todos os seus pontos de venda nos distritos onde está presente: Porto, Braga, Aveiro, Viana do Castelo, Setúbal e Santarém.

A Mercadona colabora nesta iniciativa social de apoio aos animais com o compromisso de
dar também aos “Chefes” (Clientes) a oportunidade de participarem nesta campanha
solidária, que consiste na doação monetária, em múltiplos de 1€, e que pode ser efetuada
nas caixas de pagamento no momento da compra.

O valor doado será entregue na integra à Animalife em forma de cartões, que posteriormente serão distribuídos por instituições de apoio animal locais que poderão utilizá-los para adquirir produtos de acordo com as suas necessidades, com o objetivo de contribuir para melhorar as
condições de vida dos animais que se encontrem em risco.

Rodrigo Livreiro, Presidente da Direção da Animalife, refere que: “119 animais abandonados por dia. Foi esta a média registada em 2021, ano em que foram abandonados mais de 43 mil cães e gatos, uma subida de quase 30% quando comparado com 2020. A evolução da situação económica faz antever um cenário ainda mais complicado para os próximos meses, pelo que a participação de todos nesta campanha será indispensável para assegurar o bem-estar de milhares de animais em risco acolhidos por associações de proteção animal de norte a sul do país. As parcerias que estabelecemos contribuem para garantir a capacidade de resposta das entidades apoiadas pela Animalife junto de milhares de animais em risco.”

A Animalife é uma associação de sensibilização e apoio social e ambiental, de âmbito nacional, sem fins lucrativos, cujo objetivo é diminuir o grave problema do abandono animal. É também a entidade criadora e organizadora do Banco Solidário Animal, uma campanha através da qual apoia animais a cargo de Associações e Grupos de Proteção Animal, de famílias em situação de carência económica comprovada e de pessoas em situação de sem-abrigo.

Doações da Mercadona em 2022
A Mercadona doou 670 toneladas de produtos de primeira necessidade no primeiro semestre de 2022 em Portugal. Estas doações, que equivalem a mais de 11.000 carrinhos de compras, foram destinadas a mais de 30 cantinas sociais, 5 bancos alimentares e outras instituições sociais com as quais a empresa colabora, em Portugal.

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Economia

Gasóleo e gasolina ficam mais caros pelo menos 2 cêntimos

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Depois de várias semanas em queda, o preço dos combustíveis volta a aumentar no início da próxima semana, de acordo com a imprensa nacional, citando fontes do setor da energia.

Desta forma, os portugueses vão encontrar o gasóleo 2,5 cêntimos mais caro, e a gasolina 95 a valer mais 2 cêntimos por litro.

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Economia

Grupo suíço instala-se em Famalicão para formar e recrutar motoristas de pesados

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O grupo Galliker Transport – o maior transportador logístico da Suíça, inaugurou esta quarta-feira uma Academia de Formação, em Famalicão, num investimento de um milhão de euros.

Instalada em Vilarinho das Cambas, a Academia pretende formar e recrutar motoristas de pesados até aos 40 anos, que possam, depois, trabalhar na Suíça.

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Economia

Famílias com apoio alimentar vão passar a ter um cartão para alimentação em vez de cabaz

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As famílias com apoio alimentar do Estado vão receber um cartão para este fim, ao invés de receberem um conjunto de bens, como até agora se verificava.

A novidade foi avançada pela ministra do Trabalho e da Segurança Social, Ana Mendes Godinho, que explicou que estes beneficiários irão poder comprar os produtos que necessitam em loja.

A implementação do novo sistema já esta a decorrer e o concurso público para as empresas fornecedoras estará ativo até 13 de outubro.

O Programa de Apoio às Pessoas Mais Carenciadas é estendido a mais de 108 mil pessoas, que até agora recebiam um cabaz alimentar.

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Economia

Governo quer salário mínimo nos 900 euros em 2026

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O Governo mantém o objetivo de aumentar o salário mínimo até aos 900 euros em 2026, propondo que em 2023 haja um “diferencial adicional” para compensar a inflação, segundo uma proposta que será apresentada esta quarta-feira na Concertação Social.
A intenção do executivo integra a proposta para um acordo de médio prazo de melhoria dos rendimentos, dos salários e da competitividade, que será apresentado esta tarde aos parceiros sociais, a que a Lusa teve acesso.

“O valor da remuneração mínima mensal garantida atingirá o valor de, pelo menos, 900 euros em 2026, salvaguardando o poder de compra dos trabalhadores e assegurando a trajetória de crescimento iniciada em 2016”, pode ler-se no documento.

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Economia

Mais de metade dos empregados no setor do turismo à procura de emprego noutras áreas. Crise de mão de obra mantém-se

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O sector do turismo em Portugal enfrenta mais um desafio no que toca à mão-de-obra.

Embora as lutas do sector para contratar trabalhadores tenham sido amplamente divulgadas, um novo estudo revelou que a maioria dos trabalhadores do sector do turismo em Portugal está a planear abandonar o sector em menos de cinco anos.

De acordo com o jornal Expresso, o estudo da empresa de trabalho temporário Eurofirms descobriu que 58% dos actuais trabalhadores do turismo estão à procura de trabalho noutro sector.

O estudo foi realizado em Maio de 2022 e baseia-se nas respostas de mais de 500 trabalhadores do turismo, que também explicaram quais as questões que os levam a querer abandonar o sector: 61% culpam-no de trabalho ocasional; 41,8% dizem não conseguir equilibrar a sua vida profissional com a sua vida familiar devido aos horários agitados; e 54% dizem não ganhar mais de 800 euros de salário bruto mensal.

“Este retrato do sector ajuda a explicar as dificuldades que tem enfrentado na contratação e manutenção dos trabalhadores. O turismo é conhecido pelos seus horários difíceis, baixos salários e emprego temporário”, salienta o Expresso.

A escassez de trabalhadores no sector turístico do Algarve continua a ser um dos maiores desafios do sector, disse Hélder Martins da Associação de Hoteleiros do Algarve (AHETA) na semana passada ao Residente.

“Já estamos a trabalhar neste sentido; estão a ser realizadas reuniões e estão a ser feitos esforços para trazer trabalhadores de outros países para Portugal”, disse Martins.

“Mas há questões com esta estratégia que persistem”. Estas pessoas precisam de um lugar para viver, e simplesmente não há alojamento suficiente e acessível no Algarve”, disse Martins, acrescentando que os hotéis e estabelecimentos turísticos não têm meios para cobrir as suas rendas.

E embora o Verão de 2022 possa descer como um dos melhores – se não o melhor – que o sector turístico do Algarve alguma vez viu, as empresas estão a ver a sua sobrevivência em jogo com os custos crescentes de tudo, desde a alimentação à energia.

Alguns hotéis estão a ver as suas contas de energia mais do dobro – aumentos que o chefe hoteleiro avisa que podem forçar algumas empresas a “fechar definitivamente”.

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Economia

Onde estão as casas mais baratas de Portugal? Fique a par da oscilação de preços no território nacional

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Comprar uma casa é mais caro no Algarve, custando uma média de 287.000 euros, enquanto é mais barato fazer o mesmo no Alentejo, de acordo com dados do INE.

Dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) mostram que as casas foram 13,2% mais caras entre o primeiro trimestre de 2022 e o mesmo período do ano passado. Comprar uma casa em Portugal custou uma média de 190.054 euros entre Abril e Junho (+2% em comparação com o início do ano).

Os preços médios das casas variam muito de território para território. É no Algarve que a compra de uma casa foi a mais cara no segundo trimestre de 2022, custando uma média de 287.482 euros. E seguindo o Algarve está a Área Metropolitana de Lisboa, com os preços das casas a atingir 260,754 euros. No outro extremo da escala está a região do Alentejo e Centro, onde é mais barato comprar uma casa.

A evolução dos preços ao longo dos anos também não é homogénea. Em comparação com o trimestre anterior (1º trimestre de 2022), as casas tornaram-se mais caras em seis regiões do país. E a mais expressiva foi a registada no Algarve, de 6%. Na Área Metropolitana do Porto e na Região Autónoma dos Açores, os preços caíram ligeiramente.

Em comparação com o segundo trimestre de 2021 (mesmo período), as casas tornaram-se mais caras em todas as regiões do país. A maior subida dos preços das casas fez-se sentir na Região Autónoma da Madeira (+21%): aqui, as casas custaram, em média, 170.763 euros entre Abril e Junho do ano passado e passaram a custar 206.607 euros (+35.800 euros) no mesmo período de 2022. Também no Algarve e nos Açores, os preços subiram 20% e 19%, de acordo com dados do INE. Nas restantes regiões, foram observados aumentos entre 12% e 16%.

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Economia

Gasóleo mais barato 1 cêntimo esta segunda-feira

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O preço do gasóleo está um cêntimo mais barato, esta segunda-feira, tal como apontavam as previsões da imprensa nacional, no final da última semana, verificando-se o preço de 1,7497 euros por litro.

Já o preço do litro de gasolina 95 mantém-se inalterado, a cerca de 1,695 euros.

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