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Economia

Parlamento impede transferência de mais 476 milhões para o Novo Banco

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O parlamento aprovou hoje a proposta bloquista de alteração ao Orçamento do Estado que anula a transferência de 476 milhões de euros do Fundo da Resolução destinada ao Novo Banco, com votos favoráveis do PSD, BE, PCP e PAN.

O texto foi viabilizado apesar dos votos contra do PS, Chega e Iniciativa Liberal.

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Economia

Preço do gás engarrafado desce 18 cêntimos

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A Autoridade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) baixou o preço máximo do gás engarrafado em Outubro, que cai 18 cêntimos por uma garrafa de nove quilos de GPL (T3).

Estes novos preços duram até 31 de Outubro.

De acordo com a tabela de novos preços máximos, publicada no website do regulador, o valor de uma garrafa de nove quilos (kg) de GPL (gás de petróleo liquefeito) propano foi fixado em até 23,45 euros, mas irá descer para 23,27 euros.

No caso do GPL tipo T5 propano, o valor máximo para uma garrafa de 35kg era de 83,48 euros, agora subindo para 82,74 euros, um decréscimo de 0,74 euros.

Uma garrafa de propano tipo T3 pesando 12,5kg custará menos 0,19 euros, passando de 27,85 euros para 27,66 euros.

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Economia

Inflação: Pescada fresca aumentou 67% desde 1 de março. Conheça aqui os produtos mais afetados nos supermercados

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A pescada fresca (67%) e os brócolos (47%) viram os maiores aumentos de preços entre 1 de Março e 31 de Agosto, enquanto os curgettes viram a maior queda no custo (-23%).

Entre 1 de Março e 31 de Agosto, o preço do cabaz de produtos alimentares essenciais aumentou mais de 21 euros, o que indica uma análise da organização de defesa do consumidor Deco Proteste. Dos 63 produtos que compõem um cabaz de produtos essenciais, 55 subiram de preço.

O cabaz de produtos essenciais custou 185,17 euros no dia 1 de Março deste ano, tendo aumentado para 206,39 euros no último dia de Agosto – ou seja, os consumidores começaram a pagar mais 21,22 euros pelo mesmo alimento no espaço de seis meses.

De acordo com Deco, os maiores aumentos foram observados na pescada fresca e nos brócolos, cujos preços subiram 67 por cento e 47 por cento, respectivamente. Mas outros alimentos tiveram aumentos de dois dígitos: a couve e o óleo de cozinha subiram 36%, a batata vermelha é 33% mais cara e um frango inteiro é 30% mais caro.

Um bife de peru custa agora mais 25 por cento do que no início de Março, os cereais de mel aumentaram 23 por cento, enquanto as costeletas de porco e os bifes de porco registaram um aumento de preços de, respectivamente, 20 por cento e 18 por cento.

Apenas oito dos 63 produtos que constituem um cabaz essencial mantiveram ou baixaram de preço até 31 de Agosto, foi o caso do sal grosso, cujo preço se manteve estável, bem como dos cereais de fibra.

A curgette é o produto alimentar que teve a maior queda no preço (-23%) no período de seis meses: de 2,21 euros para 1,71 euros por quilograma. Também é de salientar o custo das ervilhas congeladas, que caíram 7%, do iogurte líquido (-2%) e do pão fatiado (-1%).

Citada numa declaração da organização, a porta-voz Ana Guerreiro salientou que “este é um momento de gestão difícil para o orçamento familiar português”, com “um agravamento da situação num futuro próximo”.

O cabaz essencial analisado por Deco compreende 63 alimentos, incluindo mercearia, lacticínios, carne, peixe, fruta, legumes e alimentos congelados. A análise é realizada todas as quartas-feiras, com base nos preços recolhidos no dia anterior, e o custo do cabaz é obtido através do cálculo do preço médio por produto em todos os supermercados em linha, presentes no simulador da organização.

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Economia

Governo propõe aumento salarial de 4,8% para a função pública

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O Governo apresentou hoje aos sindicatos da função pública a proposta de aumentos salariais para 2023, com as estruturas sindicais a exigirem um valor superior ao da inflação e o executivo a apontar para uma valorização de 4,8%.

A ronda negocial com as três estruturas sindicais, a ministra da Presidência, Mariana Vieira da Silva, e a secretária de Estado da Administração Pública, Inês Ramires, realiza-se a uma semana da apresentação da proposta de Orçamento do Estado para 2023 (OE2023), que será entregue dia 10 no parlamento.

Os sindicatos exigem aumentos superiores à inflação, que o Governo estima ficar em 7,4% este ano, mas o primeiro-ministro, António Costa, rejeitou essa possibilidade, indicando, numa entrevista à TVI, em 12 de setembro, que a inflação a considerar deve ser de 2%, o objetivo de médio prazo fixado pelo Banco Central Europeu.

Na quinta-feira, no parlamento, o primeiro-ministro foi mais longe e adiantou que, na proposta a apresentar hoje aos sindicatos da função pública, além do referencial de 2% para a inflação, será considerada a produtividade e o diferencial previsto no acordo de rendimentos e competitividade apresentado pelo Governo na Concertação Social, que resulta num aumento anual de 4,8%.

“Quando eu referi os aumentos da função pública disse que a inflação de referência deve ser, como para tudo, o objetivo de médio prazo fixado pelo Banco Central Europeu, de 2% (…), mas depois deve ter em conta os ganhos de produtividade e o diferencial que é necessário para atingirmos em 2026 o peso dos salários no PIB, de 48%, que é a média europeia”, disse António Costa em resposta à coordenadora do Bloco de Esquerda, Catarina Martins, no debate sobre política geral.

“A proposta que apresentaremos na segunda-feira aos sindicatos será uma proposta que não desonrará o Estado”, acrescentou o primeiro-ministro.

Do lado dos sindicatos, o secretário-geral da Federação dos Sindicatos da Administração Pública (Fesap), José Abraão, disse à Lusa esperar que o Governo apresente “uma proposta de aumentos salariais que reponha o poder de compra perdido em 2022, tendo em conta a inflação verificada, já que esse foi o critério utilizado pelo Governo até agora”.

Este ano, os funcionários públicos tiveram uma atualização salarial de 0,9%, em linha com a inflação verificada em 30 de novembro de 2021, descontada a deflação de 0,1%.

Também a presidente do Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado (STE), Helena Rodrigues, disse à Lusa esperar que a proposta do Governo de atualização salarial para 2023 “tenha em conta o interesse dos trabalhadores e que seja mais do que a inflação”.

Por sua vez, a Frente Comum dos Sindicatos da Administração Pública, da CGTP, reivindica aumentos salariais de 10% para todos os trabalhadores em 2023 e um mínimo de 100 euros de aumento por trabalhador.

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Economia

Inflação em Portugal atinge valor mais alto desde 1992

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A taxa de variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) aumentou para 9,3% em Setembro, em comparação com 8,9% em Agosto, atingindo o máximo desde Outubro de 1992.

Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), “com base na informação já recolhida, a taxa de variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) terá aumentado para 9,3% em Setembro, uma taxa mais elevada em 0,4 pontos percentuais (p.p.) do que a observada no mês anterior e a mais elevada desde Outubro de 1992”.

Quanto ao indicador de inflação subjacente (índice total excluindo alimentos não transformados e produtos energéticos) registou uma variação de 6,9% em Setembro (6,5% no mês anterior), o nível mais alto desde Fevereiro de 1994.

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Economia

MERCADONA PARTICIPA NA RECOLHA DE
ALIMENTOS DO BANCO SOLIDÁRIO ANIMAL

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A Mercadona participa, pela primeira vez, na campanha de recolha de alimentos do Banco Solidário Animal (BSA), organizada pela Animalife, que se realiza de 01 a 09 de outubro. A empresa coloca à disposição desta campanha todos os seus pontos de venda nos distritos onde está presente: Porto, Braga, Aveiro, Viana do Castelo, Setúbal e Santarém.

A Mercadona colabora nesta iniciativa social de apoio aos animais com o compromisso de
dar também aos “Chefes” (Clientes) a oportunidade de participarem nesta campanha
solidária, que consiste na doação monetária, em múltiplos de 1€, e que pode ser efetuada
nas caixas de pagamento no momento da compra.

O valor doado será entregue na integra à Animalife em forma de cartões, que posteriormente serão distribuídos por instituições de apoio animal locais que poderão utilizá-los para adquirir produtos de acordo com as suas necessidades, com o objetivo de contribuir para melhorar as
condições de vida dos animais que se encontrem em risco.

Rodrigo Livreiro, Presidente da Direção da Animalife, refere que: “119 animais abandonados por dia. Foi esta a média registada em 2021, ano em que foram abandonados mais de 43 mil cães e gatos, uma subida de quase 30% quando comparado com 2020. A evolução da situação económica faz antever um cenário ainda mais complicado para os próximos meses, pelo que a participação de todos nesta campanha será indispensável para assegurar o bem-estar de milhares de animais em risco acolhidos por associações de proteção animal de norte a sul do país. As parcerias que estabelecemos contribuem para garantir a capacidade de resposta das entidades apoiadas pela Animalife junto de milhares de animais em risco.”

A Animalife é uma associação de sensibilização e apoio social e ambiental, de âmbito nacional, sem fins lucrativos, cujo objetivo é diminuir o grave problema do abandono animal. É também a entidade criadora e organizadora do Banco Solidário Animal, uma campanha através da qual apoia animais a cargo de Associações e Grupos de Proteção Animal, de famílias em situação de carência económica comprovada e de pessoas em situação de sem-abrigo.

Doações da Mercadona em 2022
A Mercadona doou 670 toneladas de produtos de primeira necessidade no primeiro semestre de 2022 em Portugal. Estas doações, que equivalem a mais de 11.000 carrinhos de compras, foram destinadas a mais de 30 cantinas sociais, 5 bancos alimentares e outras instituições sociais com as quais a empresa colabora, em Portugal.

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Economia

Gasóleo e gasolina ficam mais caros pelo menos 2 cêntimos

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Depois de várias semanas em queda, o preço dos combustíveis volta a aumentar no início da próxima semana, de acordo com a imprensa nacional, citando fontes do setor da energia.

Desta forma, os portugueses vão encontrar o gasóleo 2,5 cêntimos mais caro, e a gasolina 95 a valer mais 2 cêntimos por litro.

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Economia

Grupo suíço instala-se em Famalicão para formar e recrutar motoristas de pesados

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O grupo Galliker Transport – o maior transportador logístico da Suíça, inaugurou esta quarta-feira uma Academia de Formação, em Famalicão, num investimento de um milhão de euros.

Instalada em Vilarinho das Cambas, a Academia pretende formar e recrutar motoristas de pesados até aos 40 anos, que possam, depois, trabalhar na Suíça.

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Economia

Famílias com apoio alimentar vão passar a ter um cartão para alimentação em vez de cabaz

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As famílias com apoio alimentar do Estado vão receber um cartão para este fim, ao invés de receberem um conjunto de bens, como até agora se verificava.

A novidade foi avançada pela ministra do Trabalho e da Segurança Social, Ana Mendes Godinho, que explicou que estes beneficiários irão poder comprar os produtos que necessitam em loja.

A implementação do novo sistema já esta a decorrer e o concurso público para as empresas fornecedoras estará ativo até 13 de outubro.

O Programa de Apoio às Pessoas Mais Carenciadas é estendido a mais de 108 mil pessoas, que até agora recebiam um cabaz alimentar.

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Economia

Governo quer salário mínimo nos 900 euros em 2026

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O Governo mantém o objetivo de aumentar o salário mínimo até aos 900 euros em 2026, propondo que em 2023 haja um “diferencial adicional” para compensar a inflação, segundo uma proposta que será apresentada esta quarta-feira na Concertação Social.
A intenção do executivo integra a proposta para um acordo de médio prazo de melhoria dos rendimentos, dos salários e da competitividade, que será apresentado esta tarde aos parceiros sociais, a que a Lusa teve acesso.

“O valor da remuneração mínima mensal garantida atingirá o valor de, pelo menos, 900 euros em 2026, salvaguardando o poder de compra dos trabalhadores e assegurando a trajetória de crescimento iniciada em 2016”, pode ler-se no documento.

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Economia

Mais de metade dos empregados no setor do turismo à procura de emprego noutras áreas. Crise de mão de obra mantém-se

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O sector do turismo em Portugal enfrenta mais um desafio no que toca à mão-de-obra.

Embora as lutas do sector para contratar trabalhadores tenham sido amplamente divulgadas, um novo estudo revelou que a maioria dos trabalhadores do sector do turismo em Portugal está a planear abandonar o sector em menos de cinco anos.

De acordo com o jornal Expresso, o estudo da empresa de trabalho temporário Eurofirms descobriu que 58% dos actuais trabalhadores do turismo estão à procura de trabalho noutro sector.

O estudo foi realizado em Maio de 2022 e baseia-se nas respostas de mais de 500 trabalhadores do turismo, que também explicaram quais as questões que os levam a querer abandonar o sector: 61% culpam-no de trabalho ocasional; 41,8% dizem não conseguir equilibrar a sua vida profissional com a sua vida familiar devido aos horários agitados; e 54% dizem não ganhar mais de 800 euros de salário bruto mensal.

“Este retrato do sector ajuda a explicar as dificuldades que tem enfrentado na contratação e manutenção dos trabalhadores. O turismo é conhecido pelos seus horários difíceis, baixos salários e emprego temporário”, salienta o Expresso.

A escassez de trabalhadores no sector turístico do Algarve continua a ser um dos maiores desafios do sector, disse Hélder Martins da Associação de Hoteleiros do Algarve (AHETA) na semana passada ao Residente.

“Já estamos a trabalhar neste sentido; estão a ser realizadas reuniões e estão a ser feitos esforços para trazer trabalhadores de outros países para Portugal”, disse Martins.

“Mas há questões com esta estratégia que persistem”. Estas pessoas precisam de um lugar para viver, e simplesmente não há alojamento suficiente e acessível no Algarve”, disse Martins, acrescentando que os hotéis e estabelecimentos turísticos não têm meios para cobrir as suas rendas.

E embora o Verão de 2022 possa descer como um dos melhores – se não o melhor – que o sector turístico do Algarve alguma vez viu, as empresas estão a ver a sua sobrevivência em jogo com os custos crescentes de tudo, desde a alimentação à energia.

Alguns hotéis estão a ver as suas contas de energia mais do dobro – aumentos que o chefe hoteleiro avisa que podem forçar algumas empresas a “fechar definitivamente”.

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