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Mundo

Pandemia já infetou mais de 54 milhões de pessoas em todo o mundo

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A doença covid-19 já infetou mais de 54.001.750 pessoas e provocou a morte de pelo menos 1.313.471 indivíduos desde que surgiu no final de dezembro de 2019, de acordo com um balanço efetuado este domingo pela agência noticiosa AFP.

Dos valores apresentados no balanço, pelo menos 34.599.700 de pessoas já foram consideradas curadas, embora o número de casos diagnosticados reflita apenas uma fração do número real de infeções, uma vez que alguns países testam apenas casos graves, outros dão prioridade aos testes de rastreamento e muitos países apresentam uma capacidade limitada de testagem.

No sábado, foram registados em todo o mundo 9.246 mortes e 607.998 novos casos de contágio, com os Estados Unidos (1.351), Brasil (921) e México (635) a serem os países que contabilizaram um maior número de novos óbitos nos seus relatórios mais recentes.

Os Estados Unidos são o país mais afetado pela pandemia, tanto em mortes como em casos, com 245.614 pessoas a falecerem devido à doença em 10.905.598 casos, de acordo com a contagem da Universidade Johns Hopkins, que anuncia 4.148.444 pessoas já curadas.

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Famalicão

“Portugal terá níveis muito baixos de novos casos de Covid se mantiver restrições”

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A estimativa é do Centro Europeu para Prevenção e Controlo das Doenças (ECDC) que diz que se Portugal mantiver as restrições adotadas atualmente, irá registar em dezembro “níveis muito baixos” de novos casos de Covid-19, seguidos de menos admissões hospitalares e mortes.

“Nas mais recentes projeções, estimámos que 22 dos 31 Estados-membros [da União Europeia e do Espaço Económico Europeu] terão uma redução do número de casos confirmados e, subsequentemente, das admissões hospitalares e mortes, para níveis muito baixos”, indica o ECDC em resposta escrita enviada à agência Lusa.

Portugal é um desses países, mas isso apenas se “mantiverem as medidas de resposta em vigor a 18 de novembro de 2020 e até ao final do período de previsão, que é 25 de dezembro de 2020”, acrescenta a agência europeia, aludindo ao relatório divulgado esta semana.

Se as atuais medidas continuarem a serem adotadas em Portugal, o ECDC prevê, no relatório divulgado esta semana com projeções a curto prazo sobre a evolução da situação epidemiológica na União Europeia (UE), que após um pico de infeções em meados de novembro, se registe um abrandamento acentuado em dezembro, que deverá culminar em menos de 2.000 casos diários em janeiro.

No caso dos números diários de mortes, de internamentos e de entradas nos cuidados intensivos, o pico deverá ser atingido em dezembro, de acordo com esta agência europeia, que prevê um abrandamento em janeiro.

A agência europeia de saúde pública admite, porém, que estas projeções “continuam a ser um grande desafio, uma vez que estão muito dependentes das políticas decretadas pelos Estados-membros”.

Sediado na Suécia, o ECDC tem como missão ajudar os países europeus a dar resposta a surtos de doenças.

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Mundo

Já morreram 1,44 milhões de pessoas desde o início da pandemia

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Um balanço feito ontem pela agência France-Presse (AFP), com base em fontes oficiais, diz que pandemia de covid-19 provocou pelo menos 1.444.426 mortos em todo o mundo desde que o novo coronavírus foi descoberto em dezembro na China.

Mais de 61.585.860 casos de infeção pelo novo coronavírus SARS-Cov-2 foram diagnosticados oficialmente no mesmo período e em todo o mundo, dos quais pelo menos 39.186.100 pessoas são hoje consideradas recuperadas da doença.

A agência adverte que o número de casos diagnosticados reflete apenas uma fração do número real de infeções, dado que alguns países apenas testam os casos graves, outros priorizam o teste para rastreamento e muitos países pobres têm capacidade limitada de despistagem.

Os países que contabilizaram mais mortes no último dia foram, de acordo com os respetivos balanços, os Estados Unidos da América (EUA) com 1.410 óbitos, a França (957), um número que inclui 564 novas mortes em lares e estabelecimentos médico-sociais) e Itália (827).

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Mundo

Covid-19: Vacinas já estão a ser transportadas para alguns países

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As vacinas da Pfizer e da BioNTech já estão a ser transportadas pela companhia aérea United Airlines Holdings Inc, a terceira maior companhia aérea norte-americana, avança o “Wall Stret Journal” esta manhã.

Os voos entre os dois países onde a vacina está a ser produzida são um “elo de uma cadeia de abastecimento global que está a ser montada para enfrentar o desafio logístico de distribuição das vacinas contra o novo coronavírus”, cita a Renascença.

Estes voos iniciais entre Bruxelas e os Estados Unidos estão inseridos numa estratégia de rápida distribuição das doses, assim que as referidas vacinas sejam aprovadas pelos reguladores.

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