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Economia

CIP é contra a proibição de venda de artigos como livros, roupa nos supermercados

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 A Confederação Empresarial de Portugal (CIP) mostrou-se hoje contra a proibição de venda de artigos como livros, roupa e objetos de decoração nos supermercados, defendendo que esta vem causar danos económicos e privar os consumidores.

“No entender da CIP esta é uma medida errada. A CIP tem defendido que as medidas restritivas de combate à propagação da pandemia devem obedecer a um critério de proporcionalidade, tendo em conta as perturbações económicas e sociais que delas possam advir”, apontou, em comunicado a confederação.

Para a CIP, esta medida vem “privar ou dificultar” o acesso a um “leque alargado” de bens e causa “maiores danos económicos” às empresas que “têm nos super e hipermercados um importante canal de comercialização”, sem trazer qualquer benefício em termos de saúde pública.

Adicionalmente, a confederação empresarial notou que esta proibição “está longe” de proteger os pequenos comerciantes, obrigados a encerrar os seus estabelecimentos, quando outros canais estão abertos, nomeadamente, as plataformas eletrónicas.

“A concorrência é um valor a defender, mas não à custa do aprofundamento da gravíssima crise económica e social que estamos a viver”, vincou.

Neste sentido, a CIP apelou ao Governo que “pondere seriamente” os custos-benefícios desta medida.

Os supermercados e hipermercados vão ficar impedidos a partir da próxima semana de vender artigos não alimentares, como roupa, livros e objetos de decoração, disse, na quinta-feira, o ministro de Estado e da Economia.

“Determinámos o encerramento de um conjunto de atividades comerciais, de lojas de comércio retalho e o que está previsto é que seja possível limitar a venda nos super ou hipermercados, grandes superfícies de distribuição alimentar, o tipo de produtos que é comercializado nas lojas cujo encerramento se determina [neste novo confinamento geral]”, disse, na altura, Siza Vieira, que falava numa conferência de imprensa conjunta com a ministra da Cultura de apresentação das medidas de apoio às empresas.

Em causa estão, segundo adiantou Siza Vieira, produtos de decoração, desportivos, livros ou têxteis, ou seja, artigos vendidos nas lojas de retalho que estão obrigadas a encerrar portas a partir de hoje.

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Economia

Na Brasa – Hamburgueria Artesanal

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Abriu em Famalicão e espera por si com originais hambúrgueres confecionados na grelha cúmplices dos sabores diferenciados chegados do Brasil.

O mesmo acontece com cada bebida: originalidade e uma viagem dos sentidos até ao outro lado do Atlântico.

Visite na Rua Mário Cesariny, em Famalicão.

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Economia

Famalicão: Campicarn adquire duas fábricas em Torres Novas

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A Campicarn, empresa produtora de carne sediada em Famalicão, adquiriu duas fábricas localizadas em Torres Vedras. O anúncio foi feito pela Savills Portugal, esta quarta-feira.

Para além dos “ganhos logísticos” relacionados com a nova localização, Manuel Martins, presidente do Conselho de Administração da Campicarn, afirmou que este investimento “aumentará e diversificará a sua capacidade produtiva e, por conseguinte, poderá responder às necessidades dos seus clientes de forma mais eficaz e eficiente”.

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Economia

Governo volta a fixar preços máximos da botija de gás

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A medida entra em vigor esta terça-feira

O Governo voltou sexta-feira a fixar preços máximos para o gás engarrafado, tal como já tinha acontecido durante a pandemia de covid-19, determinando que uma garrafa de 13 quilos (kg) terá como valor máximo 29,47 euros.

Segundo um diploma publicado esta sexta-feira em Diário da República (DR), o Governo teve em conta a proposta da Entidade reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) e o parecer emitido pela Autoridade da Concorrência.

Neste sentido, o executivo determinou que uma garrafa de gás butano de tipologia T3 vai custar no máximo 2,267 euros por kg com impostos. Assim, uma garrafa de 13 kg terá um preço máximo de 29,47 euros.

Por sua vez, o GPL propano, tipologia T3, vai custar até 2,646 euros por kg, enquanto o máximo na tipologia T5 é fixado em 2,424 euros por kg.

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Economia

Salários em Portugal desceram 4,6% devido à inflação

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A remuneração média mensal bruta por trabalhador, que exclui outras componentes salariais e subsídios de férias e de Natal, aumentou 3,1%, para 1.439 euros, no segundo semestre deste ano, mas em termos reais diminuiu 4,6% devido à inflação registada neste período (8%), de acordo com dados divulgados pelo INE, relativamente à evolução do rendimento português.

Estes resultados abrangem 4,4 milhões de empregos, correspondentes aos beneficiários da Segurança Social e subscritores da Caixa Geral de Aposentações. E salientam que, no caso da remuneração básica e regular, a queda real foi ainda mais elevada (-5,1%) nos três meses que terminam em Junho.

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Economia

Gasóleo desce 3 cêntimos esta segunda-feira e gasolina desce 2 cêntimos

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O preço dos combustíveis volta a baixar na próxima segunda-feira, com o gasóleo a descer 3 cêntimos e a gasolina 2 cêntimos, avança o jornal ECO.

Desta forma, o litro de gasóleo simples irá passar a custar cerca de 1,716 euros, enquanto que o litro de gasolina passará para os 1,785 euros.

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Economia

Subida de preços na alimentação e combustível responsável pela maior taxa de inflação desde 1992

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Portugal registou a maior taxa de inflação em 30 anos, com o índice de preços ao consumidor a acelerar para 9,1% em Julho, graças ao aumento dos preços da alimentação, habitação e energia, hotéis e restaurantes e transportes.

O Instituto Nacional de Estatística (INE) confirmou em Julho os números da inflação anual que tinha anteriormente publicado há duas semanas, revelando um aumento da taxa de 0,4 pontos percentuais em comparação com o mês anterior.

A taxa de inflação mede a variação de preços de um cabaz de bens e serviços que consumimos diariamente, tais como alimentos, vestuário, casa e energia, em relação ao período anterior.

Para a maior taxa de inflação anual desde Novembro de 1992, quatro classes de produtos contribuíram principalmente, de acordo com o gabinete de estatística: habitação, água, electricidade, gás e outros combustíveis (16,6%), hotéis e restaurantes (14,8%), alimentação e bebidas não alcoólicas (13,9%) e transportes (12,8%).

Por outro lado, a saúde foi a única classe de consumo por objetivo que viu uma redução nos preços (-3,57%) e que estará relacionada com o fim das taxas de utilização no SNS desde 1 de Junho.

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Economia

Crise: Presidente da Ryanair diz que acabou o tempo do voos a 10 euros

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O presidente executivo da Ryanair, Michael O’Leary, avisou hoje que o tempo dos voos a 10 euros acabou, devido à subida dos preços da energia, que se acelerou com a guerra na Ucrânia.

“Acho que não haverá voos a 10 euros, porque os preços do petróleo estão muito mais altos, desde que a Rússia invadiu a Ucrânia. […] Acho que não vamos ver esses preços nos próximos anos”, disse o responsável da companhia aérea irlandesa, em entrevista à BBC Radio 4.

As transportadoras aéreas de baixo custo, como a Ryanair ou a sua concorrente britânica Easyjet, revolucionaram a aviação nos últimos vinte anos, reduzindo os preços e levando a um crescimento das viagens curtas.

Segundo Michael O’Leary, as tarifas médias dos bilhetes na Ryanair deverão aumentar cerca de 10 euros, para 50 euros por trajeto, nos próximos cinco anos.

O responsável disse, no entanto, acreditar que a procura por viagens aéreas vai continuar e que, mesmo com as restrições orçamentais dos consumidores, as transportadoras de baixo custo vão “sair-se bem”.

Na mesma entrevista, O’Leary protestou ainda contra o ‘Brexit’, que reduziu o acesso de trabalhadores europeus ao Reino Unido, onde anteriormente mantinham centenas de milhares de empregos.

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Economia

Seguradoras vão pagar cerca de 8 milhões em indemnizações pelos incêndios deste verão

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As seguradoras estimam o pagamento de indemnizações de 8 milhões de euros por incêndios ocorridos durante a situação de contingência e alerta decretada em Julho, de acordo com um inquérito da APS, a Associação Portuguesa de Seguradoras.

Conclusões de um inquérito aos membros, divulgado hoje, indicam também que Leiria foi o distrito com mais sinistros reportados, mas que os sinistros envolvendo o maior número de prejuízos foram reportados nos distritos de Faro (do incêndio em Almancil/ Quinta do Lago) e Aveiro.

Quase todas as perdas reportadas dizem respeito a seguros multi-risco, tanto comerciais como industriais (49%) e residenciais (37%).

“A situação que o país atravessou recentemente, e a crescente frequência dos eventos climáticos que estão na sua origem, reforçam a importância do seguro como elemento de mitigação das perdas sofridas e como factor de estabilidade na vida das pessoas e empresas”, disse o presidente da APS, José Galamba de Oliveira, num comunicado.

Segundo dados do Instituto para a Conservação da Natureza e Florestas (ICNF), o período até 31 de Julho de 2022 registou o quinto maior número de incêndios e a terceira maior quantidade de áreas ardidas desde 2012.

Julho é o mês (até agora) com o maior número de fogos rurais – 40% do total este ano. É também o mês com as áreas mais ardidas – 46.996 hectares, o que representa 81% de todas as áreas ardidas registadas este ano.

Os cinco maiores incêndios (até agora) ocorreram todos em Julho; o que consumiu a maior área foi no município de Murça, Vila Real, a 17 de Julho (7.058 hectares), seguido do incêndio de Pombal, Leiria, onde arderam 5.126 hectares (8 de Julho).

O incêndio de Chaves, Vila Real, no dia 15 de Julho, surge em 3º lugar, com 3.368 hectares ardidos, seguido de Carrazeda de Ansiães, Bragança (7 de Julho), com 3.330 hectares ardidos, e Ourém, Santarém, também a 7 de Julho, que consumiu 2.936 hectares.

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Economia

Quais as profissões mais bem pagas em Portugal? Saiba aqui

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Um inquérito sobre as profissões mais bem pagas, realizado pelo ManpowerGroup, no final de Julho, mostra quais as profissões com os salários mais elevados.

Desde os marketeers digitais a cargos de gestão de saúde, a CNN Portugal compilou uma lista das profissões mais bem remuneradas em Portugal.

  1. Diretor Geral no sector da Saúde (privado) entre 120.000 e 150.000 euros por ano
  2. Diretor Comercial entre 100.000 e 150.000 euros por ano
  3. CIO (Chief Information Officer) entre 110.000 e 140.000 euros por ano
  4. Diretor do Centro de Serviços Partilhados entre 95.000 e 120.000 euros por ano
  5. Especialista em dados entre 35.000 e 50.000 euros por ano
  6. Gestor de Comércio Electrónico entre 50.000 e 75.000 euros por ano
  7. Especialista em cibersegurança entre 45.000 e 60.000 euros por ano
  8. Engenheiro de software mais de 45.000 euros por ano
  9. Especialista em aprendizagem de máquinas mais de 40.000 euros por ano
  10. Marketeer digital entre 35.000 e 45.000 euros por ano
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Economia

Famalicão: Loja do Atlantic Park do Belita Supermercados celebra 11 anos

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No âmbito do 11.º aniversário da loja do Belita Supermercados, no Atlantic Park, na Lagoa, foram realizadas várias iniciativas, como a oferta de bolo de aniversário e o sorteio de uma viagem à Madeira.

António Oliveira, proprietário do grupo Belita Supermercados, em declarações à Fama TV, fez um balanço da história desta loja do grupo Belita.

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