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País

Covid-19: 28 mil profissionais de saúde infetados e 19 mortos desde o início da pandemia

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Perto de 28 mil profissionais de saúde ficaram infetados com o vírus SARS-CoV-2 desde o início da pandemia de covid-19 em Portugal, dos quais 19 morreram e mais de 16 mil recuperaram, segundo dados hoje divulgados da DGS.

O maior número de mortes de covid-19 foi registado no passado mês de fevereiro (nove), seguido do mês de janeiro, com seis óbitos de profissionais de saúde, precisam os dados da Direção-Geral da Saúde.

Os meses de abril, junho, julho e dezembro registaram uma morte cada um, adianta a DGS, adiantando que estes dados são obtidos através do cruzamento da notificação médica no SINAVE (quando apenas se registou que eram profissionais de saúde) e no Trace Covid-19, com a base de dados do SICO (Sistema de Informação dos Certificados de Óbito).

Neste sentido, não se consegue precisar se estas mortes ocorreram em contexto laboral ou noutra situação, ressalvou uma fonte da DGS.

Relativamente ao número de profissionais infetados, os dados apontam que, desde o início da pandemia até 26 de fevereiro, totalizaram 27.973, a maioria assistentes operacionais (8.732), seguidos dos enfermeiros (7.357).

Houve ainda 4.022 profissionais, com categorias não especificadas nos dados, que tiveram a infeção, bem como 3.454 médicos, 1.743 assistentes técnicos, 1.251 técnicos superiores de diagnóstico e terapêutica, 612 farmacêutico, 552 técnicos superiores de saúde e 250 técnicos superiores.

“Na sexta-feira, por exemplo, registaram-se 17 novos casos de covid-19 entre profissionais de saúde”, refere a Direção-Geral da Saúde na resposta enviada, a propósito do aparecimento dos primeiros casos de covid-19 há um ano, em 02 e março de 2020.

Entre os profissionais que faleceram, estavam três médicos, um enfermeiro, um técnico superior de diagnóstico, dois auxiliares de saúde, um auxiliar de enfermagem, dois administrativos, um colaborador de Estrutura Residencial para Idosos (ERPI), um bombeiro e sete com categoria desconhecida.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.531.448 mortos no mundo, resultantes de mais de 114 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 16.351 pessoas dos 804.956 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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Economia

Preço do gás engarrafado desce 18 cêntimos

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A Autoridade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) baixou o preço máximo do gás engarrafado em Outubro, que cai 18 cêntimos por uma garrafa de nove quilos de GPL (T3).

Estes novos preços duram até 31 de Outubro.

De acordo com a tabela de novos preços máximos, publicada no website do regulador, o valor de uma garrafa de nove quilos (kg) de GPL (gás de petróleo liquefeito) propano foi fixado em até 23,45 euros, mas irá descer para 23,27 euros.

No caso do GPL tipo T5 propano, o valor máximo para uma garrafa de 35kg era de 83,48 euros, agora subindo para 82,74 euros, um decréscimo de 0,74 euros.

Uma garrafa de propano tipo T3 pesando 12,5kg custará menos 0,19 euros, passando de 27,85 euros para 27,66 euros.

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País

Bombeiros agradecem a Fernando Rocha por ter assistido camionista após acidente

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Os Bombeiros Voluntários da Areosa – Rio Tinto agradecem a colaboração do comediante Fernando Rocha por ter assistido o condutor de um camião que havia ficado preso na passagem inferior da estação de Rio Tinto e que se começou a sentir mal, esta quarta-feira.

O condutor do camião foi transportado para o hospital, atendendo aos seus problemas de saúde.

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Desporto

Portugal pela primeira vez nos ‘quartos’ do Mundial feminino de ténis de mesa

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A seleção portuguesa feminina de ténis de mesa qualificou-se esta quarta-feira para os quartos de final do Mundial por equipas, ao derrotar o Luxemburgo, por 3-1, defrontando na próxima ronda a anfitriã China.

Depois de já ter feito história com uma inédita qualificação para os oitavos de final, em Chengdu, a equipa lusa garantiu a presença nos “quartos”, nos quais terá pela frente a favorita China, que se apresenta com as três primeiras do ranking mundial e que venceu 21 títulos mundiais.

Fu Yu, 17.ª da hierarquia mundial, deu o primeiro ponto a Portugal, com um triunfo sobre a número um luxemburguesa, Ni Xia Lian (41.ª), por 3-1 (15-13, 7-11, 11-3 e 11-4).

A outra olímpica portuguesa, Jieni Shao (53.ª do mundo), também se impôs no segundo encontro da eliminatória, ao vencer Sarah de Nutte, 68.ª, igualmente por 3-1, com os parciais de 11-3, 11-5, 7-11 e 11-6.

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País

Presidente da República pede que se faça avançar democracia com “caminho para todos”

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Num discurso de onze minutos, na cerimónia comemorativa dos 112 anos da Implantação da República, na Praça do Município, em Lisboa, Marcelo Rebelo de Sousa falou dos governos que “tendem quase sempre a ver-se como eternos” e das oposições “quase sempre a exasperarem-se pela espera”, afirmando em seguida que “nada é eterno” e que “a democracia é por natureza o domínio da alternativa, própria ou alheia”.

“Sabemos como erros, omissões, incompetências, ineficácias da democracia a fragilizam e a matam. Sabemos como começam as ditaduras, o que são e o que duram, e como é difícil recriar a democracia depois delas”, declarou.

“E porque temos e sabemos hoje o que não tínhamos e sabíamos em 1922, sabemos que existe caminho para todos nós dentro da democracia. E que só depende de nós, mesmo num mundo em pós-pandemia e em guerra, não apenas sermos muito diferentes de Portugal de 1922, mas sermos cada dia que passa melhores do que somos e cada vez melhores no futuro”, prosseguiu o chefe de Estado.

Marcelo Rebelo de Sousa, que discursou depois do presidente da Câmara Municipal de Lisboa, apontou as “insatisfações, indignações, exigências de muito mais e melhor” referidas por Carlos Moedas como “sinal da força da democracia”.

“É algo que é impossível em ditaduras, onde há verdades únicas e só um ou alguns seus proprietários. É saudável a exigência crítica. Porque em democracia cabe a todos fazê-la avançar, não estagnar ou recuar. Por isso nós em democracia por definição nunca nos resignamos”, defendeu.

O Presidente da República acrescentou que “há sempre em democracia mais realidades, mais soluções, mais energias de mudança do que aquelas que parecem existir em cada instante” e é isso que se celebra neste 05 de Outubro, “por feliz coincidência, dia dos professores, da educação e do futuro”.

“Celebramos a liberdade, celebramos a democracia, celebramos a República. Celebramos três realidades que assim não existiam em 1922. E são as três que nos dão a certeza de que há nunca fim da história. É nossa, de todos nós, a missão de construirmos e reconstruirmos essa história, dia após dia, a pensar nos portugueses”, concluiu, exclamando “viva a República, viva a democracia, viva a liberdade, viva Portugal”.

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País

Portugal festeja hoje a implantação da República

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Em 1 de fevereiro de 1908, o rei D. Carlos e o seu filho mais velho foram mortos com tiros na Praça do Comércio, em Lisboa. Tratou-se de golpe de estado que se designa por regicídio (assassinato de um monarca). O filho mais novo do rei, D. Manuel II, sucedeu ao pai, mas a instabilidade política e social aumentou de tal maneira que os republicanos se impuseram pela força, com a ajuda do exército e da marinha e a família real portuguesa foi obrigada a partir para o estrangeiro.

Assim, a 5 de outubro de 1910, às 9 horas, a República foi proclamada nos Paços do Concelho de Lisboa, edifício onde se localiza a Câmara Municipal.

Após a proclamação da República, foi criado um governo provisório chefiado por Teófilo Braga. Em agosto de 1911 foi aprovada uma nova Constituição, tendo início a Primeira República Portuguesa.

O primeiro presidente da República foi Manuel de Arriaga (1840-1917), eleito pelo Parlamento a 24 de agosto de 1911.

Com esta mudança foram alterados alguns símbolos do País, como o hino e a bandeira nacional, que passou de azul e branca para verde e vermelha.

Neste dia, há desfiles militares e diversas iniciativas por todos o país, particularmente na capital. Normalmente, as Comemorações oficiais acontecem na Praça do Município em Lisboa, com discursos do presidente da República, do presidente da Câmara Municipal de Lisboa, entre outras personalidades da vida política portuguesa. As comemorações incluem ainda uma cerimónia em que é hasteada a Bandeira Nacional ao som do Hino, tocado pela Banda da GNR.

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Economia

Inflação: Pescada fresca aumentou 67% desde 1 de março. Conheça aqui os produtos mais afetados nos supermercados

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A pescada fresca (67%) e os brócolos (47%) viram os maiores aumentos de preços entre 1 de Março e 31 de Agosto, enquanto os curgettes viram a maior queda no custo (-23%).

Entre 1 de Março e 31 de Agosto, o preço do cabaz de produtos alimentares essenciais aumentou mais de 21 euros, o que indica uma análise da organização de defesa do consumidor Deco Proteste. Dos 63 produtos que compõem um cabaz de produtos essenciais, 55 subiram de preço.

O cabaz de produtos essenciais custou 185,17 euros no dia 1 de Março deste ano, tendo aumentado para 206,39 euros no último dia de Agosto – ou seja, os consumidores começaram a pagar mais 21,22 euros pelo mesmo alimento no espaço de seis meses.

De acordo com Deco, os maiores aumentos foram observados na pescada fresca e nos brócolos, cujos preços subiram 67 por cento e 47 por cento, respectivamente. Mas outros alimentos tiveram aumentos de dois dígitos: a couve e o óleo de cozinha subiram 36%, a batata vermelha é 33% mais cara e um frango inteiro é 30% mais caro.

Um bife de peru custa agora mais 25 por cento do que no início de Março, os cereais de mel aumentaram 23 por cento, enquanto as costeletas de porco e os bifes de porco registaram um aumento de preços de, respectivamente, 20 por cento e 18 por cento.

Apenas oito dos 63 produtos que constituem um cabaz essencial mantiveram ou baixaram de preço até 31 de Agosto, foi o caso do sal grosso, cujo preço se manteve estável, bem como dos cereais de fibra.

A curgette é o produto alimentar que teve a maior queda no preço (-23%) no período de seis meses: de 2,21 euros para 1,71 euros por quilograma. Também é de salientar o custo das ervilhas congeladas, que caíram 7%, do iogurte líquido (-2%) e do pão fatiado (-1%).

Citada numa declaração da organização, a porta-voz Ana Guerreiro salientou que “este é um momento de gestão difícil para o orçamento familiar português”, com “um agravamento da situação num futuro próximo”.

O cabaz essencial analisado por Deco compreende 63 alimentos, incluindo mercearia, lacticínios, carne, peixe, fruta, legumes e alimentos congelados. A análise é realizada todas as quartas-feiras, com base nos preços recolhidos no dia anterior, e o custo do cabaz é obtido através do cálculo do preço médio por produto em todos os supermercados em linha, presentes no simulador da organização.

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País

Covid-19: Maiores de 70 anos começaram a ser convocados para vacinação

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O processo de agendamento da vacinação, no âmbito da campanha de vacinação outono-inverno, começou em 7 de setembro para pessoas com 80 ou mais anos, cujo agendamento das listas de utentes já foi concluído, referem em comunicado os SPMS.

Agora, está a ser agendada a vacinação para pessoas entre os 70 e os 79 anos e, posteriormente, para os utentes acima dos 60 anos.

“Estes utentes [maiores de 70 anos] já estão a receber SMS de agendamento para uma ou ambas as vacinas, de acordo com a sua elegibilidade”, adiantam os SPMS, explicando que o processo de agendamento é escalonado por faixas etárias.

Desde que a campanha arrancou, até segunda-feira, já foram vacinadas cerca de 700 mil pessoas contra a covid-19, das quais mais de 575 mil receberam as duas vacinas.

Relativamente ao número total de vacinas administradas contra a gripe já supera as 705 mil, nos vários centros de vacinação do país, segundo dados divulgados pelos SPMS.

A campanha de vacinação contra a covid-19 dirige-se a pessoas com 60 ou mais anos, grávidas com idade igual ou superior a 18 anos e doenças definidas pela norma publicada pela Direção-Geral da Saúde e pessoas com 12 ou mais anos com patologias de risco.

Para os residentes ou profissionais de Estabelecimentos Residenciais Para Idosos e na Rede Nacional de Cuidados Continuados e para profissionais de saúde e outros prestadores de cuidados estão indicadas as duas vacinas.

A vacinação contra a gripe é também recomendável para quem tem idade igual ou acima dos 65 anos, crianças com seis ou mais meses que apresentem doenças crónicas associadas, doentes crónicos e imunodeprimidos e grávidas.

A campanha sazonal tem por objetivo proteger a população mais vulnerável, prevenindo a doença grave, a hospitalização e a morte, prevendo-se que se prolongue até dezembro.

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País

Portugal tem 2 meses para adoptar novas leis sobre plásticos de utilização única

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A Comissão Europeia deu a Portugal dois meses para adoptar legislação sobre plásticos de utilização única, destinada a reduzir o seu impacto no ambiente, após o que o caso será remetido para o Tribunal de Justiça da UE.

A Directiva sobre plásticos de utilização única entrou em vigor a 3 de Julho de 2019 e os Estados-Membros tiveram dois anos para transpor a legislação para a legislação nacional, a fim de que as obrigações decorrentes da directiva começassem a ser aplicadas no terreno.

Contudo, nem todos os estados membros, incluindo Portugal, transpuseram a directiva dentro do prazo, e o executivo da UE enviou 16 cartas de notificação formal em Janeiro.

Nove deles ainda não comunicaram todas as medidas necessárias para assegurar a transposição integral da directiva para o seu direito nacional, pelo que foram enviados hoje pareceres fundamentados.

Se Portugal não comunicar a transposição integral da Directiva no novo prazo de dois meses, Bruxelas pode levar o caso ao Tribunal de Justiça da UE.

De acordo com um comunicado de imprensa da Comissão Europeia, os produtos plásticos de utilização única estão a acumular-se nos mares, oceanos e praias e, embora o plástico seja um material conveniente, útil e valioso, os resíduos plásticos causam danos ambientais e têm um impacto negativo na economia.

Mais de 80% do lixo marinho é constituído por plásticos que causam danos ao ambiente, particularmente e diretamente prejudiciais à vida marinha e às aves e que, quando fragmentados em microplásticos, podem também entrar na cadeia alimentar humana.

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País

Campanha informa sobre os diferentes subtipos de cancro da mama

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A Liga Portuguesa contra o Cancro, a Sociedade Portuguesa de Senologia e as associações Careca Power e Evita vão lançar uma campanha que alerta para a existência de diferentes tipos de cancro da mama, com diferentes prognósticos e tratamentos.

Em declarações à agência Lusa, Gabriela Sousa, da Sociedade Portuguesa de Senologia, explica que os diferentes subtipos de cancro da mama são tratados de forma diferente, sublinhando: “É muito importante para os doentes terem informação sobre qual é o seu tipo de tumor, que armas de tratamento temos ao nosso dispor para ao longo do percurso poder ajudar a controlar a doença e também para compreenderem que estes tumores têm prognósticos diferentes”.

“Dependendo do tipo de tumor, podemos ter recidivas mais precoces ou recidivas podemos estar atentos a sinais e sintomas um bocadinho diferentes de acordo com o tipo de tumor. Cada vez mais, cada tumor é um tumor”, afirmou a especialista.

A campanha, que conta igualmente com as farmacêuticas AstraZeneca e a Daiichi Sankyo como parceiros, informa sobre a existência de quatro subtipos diferentes de cancro da mama.

“É um contributo para a literacia de uma população que se vê confrontada com um conjunto de tomada de decisões relacionadas com tipos de doença diferentes. É muito importante o doente cada vez mais assumir o controlo das sua decisões”, considerou Gabriela Sousa.

A oncologista defende que é importante passar de uma “medicina paternalista” para uma “medicina mais partilhada”, sublinhando que “na oncologia, a comunicação e a partilha de decisões é um aspeto muito importante para a própria evolução da doença”.

“O doente sentir-se como parte do processo acaba por o comprometer com a adesão aos tratamentos”, acrescenta.

Antigamente, adiantou, “os doentes perguntavam mais sobre o grau do seu tumor, hoje já perguntam se o seu tumor é hormonal. Já compreendem efetivamente que há tipos diferentes de tumor”.

A denominação dos quatro subtipos de cancro da mama, explicou, vem da classificação molecular. “Nós não fazemos a classificação molecular em todas as situações, mas temos uma equivalência na classificação histopatológica. Aquilo que o anátomo-patologista nos diz quando faz a biópsia já nos permite caracterizar os tumores em quatro subtipos”.

“Cada doente poderá ter uma doença diferente, porque seguramente ainda nos falta muito conhecimento sobre como esta doença interage com o organismo onde se desenvolve”, frisou Gabriela Sousa.

Além dos quatro subtipos de cancro da mama, há ainda casos relacionados com alterações genéticas, que poderão ser herdadas (alterações germinativas) ou que apenas se manifestam no próprio tumor (alterações somáticas), cuja busca deve ser feita “no caso de cancro da mama avançado (metastizado), dado que o diagnóstico destas alterações poderá ter implicação no tratamento da doença”.

Também está indicado proceder à determinação de alterações germinativas sempre que a probabilidade de haver uma alteração seja superior a 10% e perante algumas situações, como diagnóstico de cancro da mama em idade jovem (antes dos 40 anos), de cancro da mama bilateral, de cancro da mama triplo negativo ou no caso de diagnóstico de cancro da mama no homem.

A campanha conta com duas embaixadoras – a locutora de rádio Joana Cruz e a ‘influenciadora digital’ Sara Rodrigues – e apresenta quatro testemunhos em vídeo de quatro mulheres com um diagnóstico de cancro da mama que é, “ao mesmo tempo, aquilo que as une e as separa”.

Gabriela Sousa explicou ainda que, em termos de sintomas, o facto de ser uma doença diferente não altera substancialmente os sinais a que se deve estar atento: qualquer modificação da mama (incluindo pele e mamilo), deformidades da mama ou nodulações, escorrências do mamilo ou feridas que não cicatrizam.

A especialista sublinha ainda a importância de aderir ao Programa Nacional de Rastreio, já que o cancro da mama “pode ser detetado antes do aparecimento de sintomas, e quanto mais precocemente for, maior a probabilidade de cura”.

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País

Manifesto contra portagens reuniu mais de três mil assinaturas num mês

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O manifesto “Juntos Reclamamos a Reposição das SCUT no Interior” recolheu 3.124 assinaturas apenas no mês de setembro, informou hoje a entidade que lançou este documento contra a cobrança de portagens nas autoestradas 23, 24 e 25.

A informação foi divulgada durante o Fórum de Participação Cívica, realizado na Covilhã, distrito de Castelo Branco, com organização da Plataforma P’la Reposição das SCUT [vias sem custo para o utilizador] na A23 e A25, a mesma entidade que lançou o manifesto.

Na sessão de hoje, os presentes voltaram a manifestar a “indignação” pela cobrança de portagens naquelas vias e aprovaram, por unanimidade, uma deliberação que volta a exigir a suspensão imediata dos pagamentos e a abolição das portagens, inscrita já no Orçamento do Estado para 2023.

O documento, que será apresentado na terça-feira numa reunião no Ministério das Infraestruturas, indica que foi feita uma nova avaliação dos impactos das portagens nas antigas SCUT, constatando-se que a reivindicação para o fim dos pagamentos ganhou “razões acrescidas” em resultado da pandemia de covid-19, do aumento da inflação e do impacto dos incêndios.

Tudo isto somado com as portagens “torna incomportáveis as deslocações do interior para o litoral, e vice-versa, debilitando ainda mais a economia do interior e agravando os indicadores demográficos de envelhecimento da população e despovoamento”, lê-se na resolução hoje aprovada.

O documento também refere o que será feito caso a reunião de terça-feira se revele inclusiva, mandatando, desde já, a Plataforma para convocar as ações que se venham a mostrar necessárias, designadamente a realização de marchas lentas/buzinões na Covilhã, Fundão, Castelo Branco e Guarda, ainda no mês de outubro.

Em cima da mesa está também a realização, no início de novembro, de uma marcha lenta, com saída de várias localidades diferentes e um ponto de chegada comum.

Além dos membros e entidades que fazem parte desta plataforma, este fórum contou com a presença de empresários, políticos de diferentes partidos e autarcas, sendo que todos manifestaram a sua oposição às portagens.

“Estamos perante uma dupla tributação. Passámos a pagar mais de portagens do que de IRC [Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Coletivas]. As portagens são mais um imposto que temos de suportar”, testemunhou António Ezequiel, empresário do ramo agroalimentar da Covilhã.

O presidente da Associação Comercial e Industrial do Concelho do Fundão, Carlos São Martinho, também classificou as portagens como um “imposto” e um “calvário”.

Além dos efeitos negativos na economia, o abandono do território e os impactos sociais foram outros dos pontos que Rui Ventura, presidente da Câmara de Pinhel (distrito da Guarda), fez questão de apontar à decisão de introduzir portagens nestas vias.

Relatando aquilo que vê como autarca, lembrou os filhos da terra que vão para outros territórios e que, em virtude das portagens, deixaram de poder regressar todos os fins de semana, contribuindo não só para o abandono do território como para o isolamento dos familiares que permanecem nas regiões afetadas.

Igualmente presente, o vice-presidente da Câmara da Covilhã, José Armando Serra dos Reis, lembrou que aquela autarquia tem estado sempre “solidária” com todas as ações que têm vindo a ser desenvolvidas, posição que mantém até à abolição total das portagens, que espera que se verifique “num curto espaço de tempo”.

A Plataforma P’la Reposição das SCUT nas autoestradas A23 e A25 integra sete entidades dos distritos de Castelo Branco e da Guarda, nomeadamente a Associação Empresarial da Beira Baixa, a União de Sindicatos de Castelo Branco, a Comissão de Utentes Contra as Portagens na A23, o Movimento de Empresários pela Subsistência pelo Interior, a Associação Empresarial da Região da Guarda, a Comissão de Utentes da A25 e a União de Sindicatos da Guarda.

Além destas, há várias outras entidades que estão presentes no Conselho Geral, que é um órgão consultivo.

A A23, também identificada por Autoestrada da Beira Interior, liga Guarda a Torres Novas (A1).

A A25 (Autoestrada Beiras Litoral e Alta) assegura a ligação entre Aveiro e a fronteira de Vilar Formoso.

A A24 (Autoestrada do Interior Norte) liga Viseu a Chaves, seguindo até à fronteira com Espanha.

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