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País

Próximo ano letivo começa entre 14 e 17 de setembro

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O próximo ano letivo tem início entre 14 e 17 de setembro e termina entre 07 e 30 de junho de 2022, dependendo do grau de ensino, informou hoje o Ministério da Educação, em comunicado.

Para os alunos do ensino público pré-escolar, básico e secundário as aulas começam entre 14 e 17 de setembro e terminam em 07 de junho para o 9.º, 11.º e 12.º anos de escolaridade.

O final das atividades letivas para o 5.º, 6.º, 7.º, 8.º e 10.º anos está agendado para 15 de junho e no ensino pré-escolar e 1.º ciclo do ensino básico as aulas terminam em 30 de junho.

De acordo com o calendário, as interrupções das atividades educativas e letivas decorrem entre 20 e 31 de dezembro, entre 28 de fevereiro e 02 de março e entre 06 e 18 de abril.

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Pai e filho de 40 e 16 anos morrem afogados em Celorico da Beira

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Um homem de 40 anos e o seu filho de 16 morreram, este sábado, afogados, numa praia fluvial, em Celorico da Beira.

Os corpos de ambos foram resgatados por equipas de mergulho.

Em conjunto com as equipas de socorro, foram também destacadas equipas de psicólogos para prestar apoio aos restantes elementos da família, que assistiram à tragédia.

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GNR: Mais de 200 detidos por condução sob efeito do álcool entre 29 de julho e 04 de agosto

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Mais de 550 pessoas foram detidas durante a última semana pela GNR, a maioria por conduzir com níveis de álcool em excesso.

As detenções resultaram de uma série de operações realizadas pela GNR em todo o país, entre 29 de Julho e 4 de Agosto, com o objectivo de prevenir e combater a criminalidade e os acidentes rodoviários.

Foram detidas 552 pessoas, a maioria (211) por conduzir sob o efeito do álcool e por conduzir sem licença legal (111), de acordo com os dados da GNR divulgados numa declaração.

58 foram também detidas por suspeita de tráfico de droga, 19 por roubo e furto, 17 por posse ilegal de armas e nove por violência doméstica.

Durante a operação, a GNR também apreendeu cerca de 7.500 doses de haxixe, 1.887 selos de LSD, 1.306,95 doses de cocaína, 928,8 doses de heroína e 18 comprimidos de MDMA.

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Portugal prepara corte na energia que irá afetar famílias comércio e indústria

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O Governo prepara-se para adotar medidas para cumprir as metas acordadas em Bruxelas, que pediram aos 27 Estados-membros uma “redução de 15%” no consumo total de gás, a partir deste mês, prevendo a possibilidade de um corte “abrupto” no fornecimento de gás da Rússia.

Segundo relatórios do Expresso e do Público, as medidas terão impacto não só nos serviços da Administração Pública, mas também em empresas privadas, comércio, serviços, indústria e consumidores individuais.

António Costa pediu à Agência de Energia (ADENE) para preparar um “plano de poupança de energia e eficiência hídrica” com medidas detalhadas, metas, objetivos e respetivo impacto, para que Portugal possa cumprir a sua parte do acordo alcançado há uma semana em Bruxelas.

A ADENE espera apresentar o plano ao Governo nas próximas “duas ou três semanas”, disse o presidente da agência, Nelson Lage, ao Expresso, admitindo a possibilidade de ter medidas de poupança energética numa base provisória, semelhantes ao plano espanhol, e outras que possam ser “permanentes”.

Segundo o Público, citando um membro do Governo, apesar do apelo de Bruxelas para uma redução de 15%, Portugal deveria, tal como a Espanha, reduzir o consumo de energia em apenas 7%. Algumas das hipóteses em análise referem-se à utilização de refrigeração nos supermercados, ar condicionado nos centros comerciais e aquecimento nos hotéis, diz o jornal, que acrescenta que também está em curso uma campanha de sensibilização geral para as empresas e famílias.

As medidas propostas que a Agência de Energia está a trabalhar para apresentar ao Governo baseiam-se em sete áreas-chave, nomeadamente edifícios residenciais; comércio e serviços; indústria; administração pública; mobilidade, transportes; formação e qualificação, com vista a melhorar a gestão de recursos, informação e sensibilização.

“Não será apenas uma campanha de sensibilização, haverá medidas centradas nos vários sectores, desde consumidores individuais à indústria”, disse Nelson Lage, antigo conselheiro do Secretário de Estado da Energia, João Galamba.

No início desta semana, numa entrevista ao Jornal das 8 sobre a TVI, o Ministro do Ambiente e Acão Climática, Duarte Cordeiro, afirmou que “os portugueses conseguiram atingir níveis de poupança no consumo de emissões de gases significativos e acima dos objetivos da UE”, pelo que não foram previstas “medidas adicionais” a este respeito.

O ministro apenas acrescentou que o Governo irá adotar um pacote de segurança em Agosto próximo, que poderá incluir “medidas simbólicas que ajudem a sensibilizar o público para o consumo de gás”, sem especificar quais.

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Emigrante português morre após queda de edifício em França. Estaria prestes a viajar para Portugal

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Faleceu, esta terça-feira, um português de 50 anos, na sequência de um acidente de trabalho em Bordéus, na França.

José Alberto Ferreira de Barros terá sofrido uma queda, num edifico onde trabalhava, em Bordéus.

José Barros estaria também prestes a viajar para passar as suas férias em Portugal, hábito que repetia há vários anos.

O corpo do homem, natural de Meixomil, Paços de Ferreira, será sepultado esta sexta-feira.

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Economia

Gasóleo desce 8 cêntimos na próxima semana. Gasolina desce 7 cêntimos

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O preço dos combustíveis deverá voltar da descer, no início da próxima semana, avança a SIC Notícias.

Caso se verifiquem, as previsões apontam para uma descida no preço do gasóleo de 8 cêntimos e de 7 cêntimos no preço da gasolina.

Estas diminuições do custo dos combustíveis vendidos ao público surgem na sequência de descidas no preço do barril de petróleo, registadas mais acentuadamente nas últimas semanas.

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País

Médicos de Ginecologia/Obstetrícia assinam escusa de responsabilidade devido ao problemas nas urgências

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Cerca de uma centena de médicos internos de Ginecologia/Obstetrícia assinaram a carta enviada à ministra da Saúde que, entre outras matérias, informa a tutela da entrega de escusas de responsabilidade para quando as escalas de urgência não cumpram o regulamento.

De acordo com dados fornecidos à Lusa pelo Sindicato Independente dos Médicos (SIM), assinaram o documento a nível nacional cerca de 100 internos de Ginecologia/Obstetrícia de todo o país, de um total de 280.

Na carta, os internos informam que entregaram “minutas de escusa de responsabilidade” para os casos em que estiverem destacados para trabalho em urgência e as escalas não estiverem de acordo com o regulamento sobre a constituição das equipas médicas nestes serviços.

Informam também que entregaram a nível individual e junto das respetivas administrações hospitalares “a minuta de recusa de realização de mais de 150 horas extra/ano”, em conformidade com o disposto no Regulamento do Internato Médico”, assim como a minuta de recusa de realização de mais de 12 horas, a título de trabalho suplementar, a cumprir num único período, em cada semana de trabalho.

Sublinham na missiva que, tendo em conta as exigências laborais, “a formação dos médicos internos se encontra comprometida, uma vez que estes constantemente asseguram as escalas de urgência” e consideram insuficientes as medidas até hoje aprovadas pelo Governo para a resolução das dificuldades sentidas diariamente na prestação de cuidados.

Em declarações à agência Lusa, Mónica Mamede, presidente da comissão de internos do SIM, explicou que a carta envolve cerca de 100 internos de Ginecologia/Obstetrícia de todo o país e que muitos outros que não assinaram, mas já tinham entregue a escusa de responsabilidade quando a carta surgiu. “Na verdade, poderão ser um pouco mais”, disse.

A responsável afirmou que todos estes internos já ultrapassaram o limite das 150 horas extra/ano – que atingiram em março, abril e maio – e que a questão é não só transversal no país como também a diversas especialidades.

“A situação não é nova, acontece todos os anos. Já era assim no pré-covid”, explicou, sublinhando o facto de muitos médicos terem vindo a sair do Serviço Nacional de Saúde (SNS), “deixando os serviços desfalcados”, o que faz com que sejam exigidas mais horas extra do que o habitual, “que já ultrapassava as 150 horas/ano”.

Mónica Mamede, que fez parte da Associação Nacional de Estudantes de Medicina, lembra que já em 2013/2014 tinham feito uma carta a avisar que a situação ia chegar a este estado, insistindo que o que estes profissionais recebem (8 euros/hora) não se coaduna com a responsabilidade do seu trabalho.

A profissional de saúde, que é interna em anestesiologia, lembrou que os especialistas têm saído para o privado e sublinhou a posição fragilizada dos internos, que acabam por “ser mão-de-obra para tapar todo e qualquer buraco a um preço muito apetecível e quase com a impossibilidade de dizer não”.

“As escalas estão a ser depauperadas, quer no numero de médicos em absoluto, quer na diferenciação dos médicos necessária para essas escalas”, acrescentou.

Lembrou igualmente que os internos, para terminarem o internato, têm uma série de normas curriculares para cumprir, com pós-graduações, por exemplo, e que os custos são por eles suportados. Durante o internado, acabam por ter de gastar entre 2.000 e 10.000 euros, acrescentou.

Também em declarações à Lusa, Susana Costa, interna de Ginecologia/Obstetrícia no Hospital São João, no Porto, contou que a maior parte dos internos daquela unidade assinou um documento de escusa da realização de mais de 24 horas de urgência semanais (12 são de horário e 12 extraordinárias).

A interna reafirmou que a situação é transversal a todo o país e a diversas especialidades, sublinhando a questão da degradação do SNS e a saída de especialistas.

“Isto é uma medida dos internos de Ginecologia/Obstetrícia, contudo é para manifestar que o Serviço Nacional de Saúde se está a degradar e a nossa formação também e igualmente porque não há condições para os especialistas, que é quem nos ensina, ficarem no SNS”, afirmou.

“Se os especialistas saem não temos quem nos ensine e nos passe o ‘know-how’ da especialidade”, sublinhou.

Os pedidos de escusa visam excluir a responsabilidade individual em sede disciplinar por falhas de diagnóstico e/ou terapêutica condicionada por mau funcionamento dos serviços e que afetem o cumprimento da boa prática médica.

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País

“Nenhum aluno com dificuldades económicas será discriminado no acesso ao ensino superior”, diz ministra

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A ministra da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Elvira Fortunato, afirmou hoje que nenhum aluno com dificuldades económicas será discriminado no acesso ao ensino superior, “independentemente da sua raça, da sua religião, daquilo que for”.

Em Braga, em declarações aos jornalistas no final de uma visita ao Laboratório Internacional Ibérico de Nanotecnologia (INL), que fez acompanhada da sua congénere espanhola, Elvira Fortunato sublinhou que o Governo vai implementar já este ano “uma série de medidas” para apoiar os alunos mais desfavorecidos e os deslocados.

“Não queremos deixar que nenhum aluno, por questões económicas, não tenha acesso ao ensino superior. Isso está fora de causa”, referiu.

A ministra aludiu a “uma série de subsídios” que este ano vão ser dados pela primeira vez, entre os quais o subsídio de transporte.

Disse ainda que, este ano, os alunos vão saber, “praticamente na altura em que se candidatam”, se têm ou não acesso a uma bolsa social, quando até aqui tinham de esperar “muito tempo” para terem essa confirmação.

“Isso fará toda a diferença, porque poderão desde logo assumir que não será por razões financeiras que não irão para o ensino superior”, afirmou.

A ministra respondia, assim, a questões dos jornalistas sobre a alegada falha do Governo na criação, para o próximo ano letivo, de um contingente de 500 lugares no ensino superior para alunos de Territórios Educativos de Intervenção Prioritária (TEIP).

Esta medida era uma das principais novidades do Plano Nacional Contra o Racismo e Discriminação, aprovado em julho do ano passado, que previa quadruplicar as vagas para alunos desfavorecidos em três anos: 1.000 em 2023, 1.500 em 2024 e 2000 em 2025.

Elvira Fortunato disse que este assunto está ser discutido e vai ser retomado brevemente, mas reiterou que a preocupação do Governo é que nenhum aluno fique de fora por questões económicas.

“Queremos que todos os alunos tenham acesso e que os alunos com mais dificuldades económicas não sejam discriminados, independentemente da sua raça, da sua religião, daquilo que for”, vincou.

Questionada ainda sobre a disparidade de valores cobrados pelas diferentes universidades para a entrega das teses de doutoramento, a ministra referiu que as universidades têm autonomia financeira e que o Governo “não pode impor um valor específico”.

No entanto, acrescentou, “o assunto está a ser revisto no ministério”.

“Estamos a equacionar a melhor forma”, respondeu, quando questionada sobre a hipótese, aventada pelo anterior ministro da tutela, Manuel Heitor, de ser o ministério a assumir o pagamento, através do Orçamento do Estado.

Elvira Fortunato visitou hoje o INL, em Braga, acompanhada da ministra espanhola da Ciência e Inovação de Espanha, Diana Morant, um encontro que serviu para “discutir assuntos que vão ser debatidos” na próxima Cimeira Ibérica, que terá lugar em outubro, em Viana do Castelo.

“O objetivo é fortalecer e aumentar as relações científicas entre Portugal e Espanha, países que são muito próximos um do outro”, referiu.

Lembrou que, além do INL, está a ser construído em Cáceres, Espanha, um centro ibérico de investigação na área da energia.

Um centro que, como adiantou Diana Morant, vai trabalhar na área das energias verdes e disporá de tecnologia “das mais avançadas do mundo”.

“A colaboração entre Portugal e Espanha na área da ciência e da inovação tem muito boa saúde e vai ainda ter melhor saúde com este centro”, disse a ministra espanhola.

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Cada vez mais portugueses escolhem emigrar para o Canadá

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O número de portugueses que optaram por se mudar para o Canadá em 2021 foi o número mais elevado desde 2000.

Os dados foram partilhados pelo Observatório da Emigração, um centro de estudo e investigação baseado no departamento oficial de estatística da Cidadania e Imigração do Canadá.

Em 2021, este departamento representava 406.005 estrangeiros que entraram em território canadiano nesse ano, dos quais 0,2% eram portugueses.

Estas 890 entradas de portugueses em 2021 representam o valor mais elevado desde 2000. O valor mais baixo foi registado em 2003 (329 entradas).

Segundo uma declaração do Observatório da Emigração, “a emigração portuguesa para o Canadá continua a representar uma fracção muito pequena, tanto da imigração neste país (0,2%) como do total da emigração portuguesa (menos de 1%)”, contudo o aumento de 61,8% em comparação com o ano anterior foi significativo.

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Economia

“Não falta mão de obra em Portugal, faltam bons salários” -diz o Sindicato da Construção Civil

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O Sindicato da Construção de Portugal (SCP) defendeu esta quarta-feira que “não há falta de mão-de-obra” no setor da construção civil, mas sim de um bom salário, disse hoje aos jornalistas, no Porto, o seu presidente, Albano Ribeiro.

“Não há falta de mão de obra, ela não vem porque ganha três e quatro vezes mais fora do país. Se ela vier, não temos trabalho para todos”, disse hoje o sindicalista na sede do SCP, no Porto, em conferência de imprensa.

Segundo Albano Ribeiro, nos últimos seis anos saíram do setor 300 mil trabalhadores, e atualmente são necessários 90 mil para executar as obras “públicas e privadas” em Portugal.

“Temos hoje na fileira da construção civil 45 mil trabalhadores. Já tivemos 90 mil trabalhadores”, disse ainda o responsável.

Caracterizando a atual situação da fileira da construção civil, Albano Ribeiro exemplificou dizendo que “antigamente, um trabalhador que era de Amarante e vinha para o Porto à segunda-feira, ia [para casa] à sexta, ficava numa caserna”, e hoje em dia “apanha um voo da Ryanair e vai trabalhar para a Alemanha” nos mesmos moldes, mas chegando a ganhar 3.500 euros.

Quanto à entrada de novos trabalhadores, o presidente do SCP afirmou que “o setor está muito envelhecido e não está a ser renovado”, atribuindo responsabilidades ao Governo, “porque acabaram com os centros de emprego onde davam formação”.

“É mais fácil hoje encontrar uma agulha num palheiro do que encontrar um aprendiz”, ilustrou.

Albano Ribeiro disse ainda que “os trabalhadores que possam vir para Portugal são bem-vindos, mas em mão de obra qualificada”, considerando que “a maioria dela não são operários qualificados”.

“Nós temos de qualificar para construir bem, e em segurança”, defendeu.

Outra das questões abordadas foi a da fiscalização, que levou o sindicato a pedir audiências ao ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, e à ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho.

“No setor da construção nós temos falta de inspetores. Os inspetores do trabalho primam mais por ir às grandes obras”, afirmou o sindicalista, denunciando que, por outro lado, “80% dos acidentes de trabalho que ocorrem os acidentes de trabalho são empresas onde não vai a ACT [Autoridade para as Condições do Trabalho]”.

Para Albano Ribeiro, “tem que haver um reforço muito grande de inspetores do trabalho que intervenham nas obras aonde o trabalho precário e clandestino é alimentado”.

“Penso que a senhora ministra será sensível a esta questão, porque, por exemplo, o Estado está a perder milhões de euros por mês”, considerou.

“As redes mafiosas, os angariadores de mão de obra, o trabalho clandestino, isto tem tudo que acabar no setor”, afirmou esta quarta feira aos jornalistas.

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Velocidade de rotação da terra está aumentar. Dia 29 de julho não completou 24 horas

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Quebrando o recorde do dia mais curto, a Terra a 29 de Julho completou uma volta completa em 1,59 milissegundos a menos do que o seu tempo normal de 24 horas, segundo um relatório.

O planeta tem vindo recentemente a aumentar a sua velocidade de rotação, uma vez que em 2020 a Terra testemunhou o seu mês mais curto desde a década de 1960, a partir do momento em que foi registado.

Antes disso, a Terra tinha registado o seu dia mais curto a 19 de Julho de 2020, quando completou uma rotação total a menos 1,47 milissegundos do que a duração normal de 24 horas.

A Terra, em 2021 continuou a girar a um ritmo crescente, no entanto, não bateu qualquer recorde.

Uma fase de 50 anos de dias mais curtos pode estar a começar agora mesmo, diz um relatório da Interessing Engineering (IE).

O aumento da velocidade de rotação da Terra foi uma descoberta bastante invulgar para os investigadores, uma vez que a história dita que a velocidade de rotação do nosso planeta está a abrandar em geral, declarou um relatório.

Nos últimos 50 anos, acrescentámos 27 segundos numa tentativa de manter os relógios atómicos globais sob controlo, disse um relatório do The Sun.

Para manter os relógios globais alinhados, foi acrescentado um salto de segundo. Trata-se de um ajustamento de um segundo feito ao Tempo Universal Coordenado.

Os investigadores ainda não sabem a razão do aumento da velocidade de rotação da Terra, mas especulam que os processos nas camadas internas ou externas do núcleo, oceanos, marés, ou mesmo mudanças no clima, podem ser a razão.

Alguns também acreditam que o movimento dos polos geográficos da Terra através da sua superfície, ou a “oscilação do Chandler”, também poderia ser a razão.

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