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País

GNR: Mais de 200 detidos por condução sob efeito do álcool entre 29 de julho e 04 de agosto

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Mais de 550 pessoas foram detidas durante a última semana pela GNR, a maioria por conduzir com níveis de álcool em excesso.

As detenções resultaram de uma série de operações realizadas pela GNR em todo o país, entre 29 de Julho e 4 de Agosto, com o objectivo de prevenir e combater a criminalidade e os acidentes rodoviários.

Foram detidas 552 pessoas, a maioria (211) por conduzir sob o efeito do álcool e por conduzir sem licença legal (111), de acordo com os dados da GNR divulgados numa declaração.

58 foram também detidas por suspeita de tráfico de droga, 19 por roubo e furto, 17 por posse ilegal de armas e nove por violência doméstica.

Durante a operação, a GNR também apreendeu cerca de 7.500 doses de haxixe, 1.887 selos de LSD, 1.306,95 doses de cocaína, 928,8 doses de heroína e 18 comprimidos de MDMA.

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País

Moeda portuguesa do sec. XV encontrada por acaso leiloada por 18 mil euros

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Uma moeda de ouro portuguesa do século XV encontrada por um “detector” amador britânico, a primeira do género descoberta no Reino Unido, foi leiloada por 16.000 libras (18.000 euros).

A moeda, de 36 milímetros de diâmetro e cerca de 35 gramas de peso, conhecida como o “Português”, tinha sido avaliada entre £20.000 e £30.000 libras pelo leiloeiro londrino Noonans.

De acordo com o leiloeiro, o lote atraiu o interesse de licitadores nos EUA e Canadá, mas foi adquirido por um comprador no Japão.

Apesar do bom estado, os especialistas apontaram como um problema uma marca que se pensa ter sido feita por perfuração para certificar que era feita de ouro puro e cuja cavidade afecta ambos os lados da moeda.

Primeiro cunhado pelo Rei D. Manuel I, conhecido como O Venturoso devido ao impulso que deu às explorações marítimas, o “Português” continuou a ser emitido durante 40 anos, entre 1498 e 1538, durante o reinado de João III.

A moeda foi produzida em Lisboa com ouro recuperado por Vasco de Gama nas suas viagens a África e à Índia.

Este exemplar foi descoberto por acidente em Julho por Mick Edwards, um funcionário público de 62 anos com um detector de metais que ele usa para procurar objectos enterrados.

“Fiquei atordoado e sentei-me a olhar para a moeda incapaz de respirar. Pude ver a cruz na moeda e pensei que era provavelmente espanhola, mas mais tarde descobri que era portuguesa”, disse ele, citado numa declaração do leiloeiro.

A descoberta teve lugar antes do pequeno-almoço, às 06:00, em Etchilhampton, cerca de 150 quilómetros a oeste de Londres, perto da cidade de Bath, onde Edwards celebrava o seu 35º aniversário de casamento.

Segundo o leiloeiro, o terreno pertenceu à família Ernle entre 1489 e 1928, uma família aristocrática na qual se destaca John Ernle (1620-1697), que foi deputado e ministro das finanças.

O estatuto da família reflectiu-se no facto da Rainha Anne ter visitado a casa da família, Whetham House, a 16 quilómetros de onde a moeda foi encontrada em 1703.

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Quais os empregos mais procurados em Portugal? Conheça aqui a resposta

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Os últimos dados da plataforma Brighter Future revelam que as ofertas de emprego no 2º trimestre de 2022 aumentaram 3% em comparação com o primeiro trimestre deste ano e 69% em comparação com o mesmo período do ano passado.

Numa declaração, a Fundação José Neves afirma que “a oferta de emprego triplicou em profissões relacionadas com recepcionistas, psicologia, assistentes e professores do jardim de infância, bem como em cargos de gestão em áreas específicas como compras, transporte, armazenagem, distribuição e afins”.

“Houve também um aumento de 1.000 anúncios de emprego em profissões relacionadas com escritório e secretariado, recursos humanos e restauração em comparação com o mesmo período do ano passado”, acrescenta a nota.

Segundo Brighter Future, houve uma redução no número de ofertas, especialmente em “profissões relacionadas com o comércio de rua, directores de construção e engenharia civil, biologia e áreas relacionadas, trabalhadores qualificados em isolamento acústico, térmico e de vidro e companheiros de pessoal, tratadores de quartos, agentes funerários e prestadores de cuidados a animais”.

Os últimos dados da plataforma Brighter Future revelam que as ofertas de emprego no 2º trimestre de 2022 aumentaram 3% em comparação com o primeiro trimestre deste ano e 69% em comparação com o mesmo período do ano passado.

Numa declaração, a Fundação José Neves afirma que “a oferta de emprego triplicou em profissões relacionadas com recepcionistas, psicologia, assistentes e professores do jardim de infância, bem como em cargos de gestão em áreas específicas como compras, transporte, armazenagem, distribuição e afins”.

“Houve também um aumento de 1.000 anúncios de emprego em profissões relacionadas com escritório e secretariado, recursos humanos e restauração em comparação com o mesmo período do ano passado”, acrescenta a nota.

Segundo Brighter Future, houve uma redução no número de ofertas, especialmente em “profissões relacionadas com o comércio de rua, directores de construção e engenharia civil, biologia e áreas relacionadas, trabalhadores qualificados em isolamento acústico, térmico e de vidro e companheiros de pessoal, tratadores de quartos, agentes funerários e prestadores de cuidados a animais”.

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Aumento do preço do gás preocupa portugueses. DECO dá conselhos para uma melhor poupança

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As famílias portuguesas têm enfrentado constantes aumentos de preços, e o aumento anunciado na factura do gás natural traz novas preocupações para os consumidores.

Tal como anunciado pelo Governo, os consumidores podem agora regressar ao mercado regulado. Segundo a DECO, a tarifa de gás natural regulada é actualmente a mais barata e será a melhor opção para os consumidores. “A DECO está, portanto, muito satisfeita por os consumidores poderem regressar ao mercado regulado e, assim, beneficiar de uma tarifa regulada”.

Por este motivo, a DECO aconselha os consumidores a realizarem simulações para verificar qual a tarifa mais acessível e adequada ao seu perfil de consumo. Se a tarifa regulada for efectivamente a mais barata e se o fornecedor actual não oferecer uma tarifa equivalente à tarifa do mercado regulado, os consumidores podem assinar um contrato com um fornecedor de último recurso (comercializadores de último recurso em português).

É importante notar que os comercializadores de último recurso são entidades detentoras de uma licença de fornecimento responsável pelo fornecimento de gás natural, através da aplicação de taxas fixadas pela Autoridade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE).

Além disso, a campanha “bilha solidaria”, que ajudará as famílias (aquelas que já recebem a tarifa social de energia e os benefícios sociais mínimos) em 10 euros por garrafa de gás por mês, foi prolongada até ao final do ano. Além disso, o Governo estabeleceu um preço de venda máximo para as garrafas de gás.

Para além de baixar os preços do gás, a DECO considera muito importante promover mudanças no comportamento dos consumidores, criando campanhas que facilitem a compra de aparelhos mais eficientes e eléctricos e que promovam melhorias no isolamento doméstico.

Defendem igualmente a aceleração e promoção da estratégia de combate à pobreza energética e a aplicação de normas mínimas de desempenho energético aos edifícios.

Embora algumas medidas específicas só possam vir de cima, a DECO destaca alguns pequenos gestos que estão ao alcance de todos nós, tais como: utilizar os queimadores do tamanho certo no fogão; quando ferver água, evitar utilizar mais água do que a necessária; cobrir a panela para uma fervura mais rápida; baixar o calor quando começa a ferver.

Na casa de banho, a DECO recomenda a redução da temperatura da água. Tomar um duche com uma temperatura da água entre 30º e 35º é suficiente e proporciona um elevado nível de conforto. Uma temperatura entre 35º e 40º consumirá mais gás. Além disso, as pessoas devem optar por chuveiros mais rápidos.

Em termos de electricidade, por favor “desligue o equipamento de espera”. Se não os estiver a utilizar, não deve tê-los ligados à corrente, porque está a consumir energia desnecessária”.

Se achar que precisa de dicas ou apoio extra para encontrar a tarifa que melhor se adapta ao seu perfil de consumo, contacte o Gabinete de Aconselhamento Energético da DECO através de energia@deco.pt ou no Whatsapp 966 449 110.

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Economia

Inflação em Portugal atinge valor mais alto desde 1992

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A taxa de variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) aumentou para 9,3% em Setembro, em comparação com 8,9% em Agosto, atingindo o máximo desde Outubro de 1992.

Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), “com base na informação já recolhida, a taxa de variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) terá aumentado para 9,3% em Setembro, uma taxa mais elevada em 0,4 pontos percentuais (p.p.) do que a observada no mês anterior e a mais elevada desde Outubro de 1992”.

Quanto ao indicador de inflação subjacente (índice total excluindo alimentos não transformados e produtos energéticos) registou uma variação de 6,9% em Setembro (6,5% no mês anterior), o nível mais alto desde Fevereiro de 1994.

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Economia

Gasóleo e gasolina ficam mais caros pelo menos 2 cêntimos

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Depois de várias semanas em queda, o preço dos combustíveis volta a aumentar no início da próxima semana, de acordo com a imprensa nacional, citando fontes do setor da energia.

Desta forma, os portugueses vão encontrar o gasóleo 2,5 cêntimos mais caro, e a gasolina 95 a valer mais 2 cêntimos por litro.

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País

Grande parte das casas portuguesas são desconfortáveis no Inverno

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Um novo estudo indica que uma grande parte dos residentes de Lisboa e Porto sente-se desconfortável com a temperatura nas suas casas durante o Inverno.

De acordo com um relatório da ECO, 40% dos residentes em Lisboa e Porto admitem sentir-se desconfortáveis em relação à temperatura em casa durante o Inverno. No Verão, o desconforto ocorre para 32 por cento dos residentes de Lisboa e 23 por cento dos residentes do Porto.

Estes números são retirados de um estudo realizado pela Lisboa E-Nova, a Agência de Energia e Ambiente de Lisboa e a AdEPorto, a Agência de Energia do Porto, com a participação de 1.508 pessoas de Lisboa e 1.201 do Porto.

O mesmo estudo indica que o impacto do desconforto térmico (frio e calor excessivos sentidos em casa) na saúde é sentido por 54 por cento dos participantes residentes em Lisboa e 49 por cento dos participantes residentes no Porto, uma estatística que se baseia na percepção dos inquiridos sobre esta questão.

Humidade (31%), entrada de ar através de portas e janelas, mau isolamento térmico das paredes (20%) e mau isolamento térmico do telhado (14%) são as quatro situações de ineficiência energética mais frequentemente identificadas em Lisboa, enquanto que no Porto a entrada de ar através de portas e janelas, juntamente com a humidade, são as duas questões que mais preocupam os residentes (26% cada), seguidas de demasiada luz solar (9%) ou, por outro lado, pouca luz natural (8%).

Baixos rendimentos, edifícios e equipamentos ineficientes, elevados custos energéticos e baixa literacia energética são alguns dos factores que contribuem para a pobreza energética, de acordo com o estudo. De acordo com estimativas apresentadas pela Estratégia Nacional de Longo Prazo de Combate à Pobreza Energética 2021-2050, entre 1,2 e 2,3 milhões de portugueses vivem em pobreza energética moderada e entre 660.000 e 740.000 pessoas encontram-se numa situação de extrema pobreza energética.

Em ambas as cidades, cerca de 70% dos inquiridos não sabem se a sua casa está classificada como eficiente do ponto de vista energético ou a que classe energética pertence.

“Lisboa definiu a redução da pobreza energética como uma área de acção prioritária”, diz o Presidente da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas, citado numa declaração. O vice-presidente da Câmara Municipal do Porto, Filipe Araújo, indica que a cidade pretende combinar o aumento da resiliência energética com o objectivo de neutralidade de carbono em 2030.

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Trabalhadores do setor da distribuição em greve. Querem melhor vida familiar e salários competitivos

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Os trabalhadores das empresas de distribuição vão estar em greve esta sexta-feira, reivindicando o aumento dos salários, horários que permitam conciliar a vida profissional e familiar e o fim da precariedade.

“O CESP [Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal] e os trabalhadores exigem o aumento dos salários, horários de trabalho que permitam conciliação da vida pessoal e familiar com a vida profissional, sem banco de horas, e o fim da precariedade do setor”, indicou, em comunicado, a estrutura sindical.

Assim, estes trabalhadores vão realizar, esta sexta-feira, um dia de greve, com piquetes e concentrações de Norte a Sul.

Para Braga, Porto, Leiria, Santarém, Lisboa e Algarve estão agendados vários piquetes de greve.

Já para Aveiro está agendada uma contração dos trabalhadores das empresas de distribuição junto ao largo da estação de comboios, enquanto em Setúbal está prevista uma concentração no Almada Fórum.

No documento hoje divulgado, o CESP vincou que os trabalhadores das empresas de distribuição continuam sem ter a revisão do Contrato Coletivo de Trabalho (CCT), culpabilizando a associação patronal, “que insiste na chantagem” de só negociar se o sindicato aceitar introduzir o banco de horas no contrato.

O sindicato garantiu que os trabalhadores não vão aceitar normas que levem ao aumento da carga horária e à destabilização dos tempos de trabalho e de vida.

Por outro lado, conforme assinalou, os salários são baixos e não existe valorização das carreiras.

“[…] Em contrapartida, o lucro das principais empresas do setor tem subido significativamente”, apontou.

A isto acrescem ritmos de trabalho “intensos”, numa altura em que existem menos trabalhadores nas lojas e armazéns, verificando-se, de acordo com o sindicato, “sucessivas alterações aos mapas de horários, sem conhecimento ou autorização dos trabalhadores implicados”.

Para o CESP, os patrões querem trabalhadores “sempre disponíveis para trabalhar”, uma revisão da tabela com “salários miseráveis” e a desvalorização das carreiras profissionais.

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Governo propõe velocidade máxima de 100 quilómetros por hora nas autoestradas para poupar energia

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O Governo propõe baixar a velocidade nas autoestradas para 100 quilómetros por hora, uma medida que visa a poupança de energia, publicada em Conselho de Ministros, esta terça-feira.

Se tal for o caso, a velocidade máxima permitida nestas vias será reduzida em 20 quilómetros horários, passando dos 120 km/h pra os 100km/h.

Até agora é entendido que tal medida fique apenas como recomendação (sem obrigatoriedade legal), e que seja promovida através de campanhas de sensibilização.

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Água potável em Portugal é de alta qualidade revela estudo

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A água potável em Portugal é classificada como sendo de alta qualidade, no entanto, custará 3,5 mil milhões de euros para se poder manter este nível até 2030.

Portugal tem a mais alta qualidade de água que sai da torneira do consumidor, situando-se actualmente em 98,96 por cento. No entanto, foi apenas há sete anos que a água potável conseguiu atingir a marca de qualidade de cerca de 99 por cento, enquanto em 1993, este valor era de apenas 50 por cento.

“O indicador de água segura, que reflecte o cumprimento dos requisitos de qualidade da água (valores paramétricos), bem como o desempenho do número mínimo de análises regulamentares, em Portugal Continental, foi de 98,96 por cento em 2021 (98,85 por cento em 2020), confirmando a tendência pelo sétimo ano consecutivo de manutenção deste indicador em 99 por cento, ou seja, excelência na qualidade da água para consumo humano”, lê o Relatório Anual dos Serviços de Água e Resíduos (RASARP), publicado pela Autoridade Reguladora dos Serviços de Água e Resíduos (ERSAR).

De acordo com um relatório da ECO, o próximo desafio da ERSAR não será atingir o objectivo de 100 percnet, mas trabalhar para manter o nível de qualidade que tem sido capaz de manter ao longo dos últimos sete anos. Para tal, serão necessários pelo menos 3,5 mil milhões de euros – um valor que se traduz num conjunto de medidas, incluindo a reabilitação das infra-estruturas de abastecimento, conforme estabelecido no Plano Estratégico de Abastecimento de Água e Gestão das Águas Residuais e das Águas Pluviais 2030 (PENSAARP 2020-2030), um plano que visa definir uma nova estratégia para o sector do abastecimento de água e saneamento de águas residuais.

Uma análise dos dados a nível regional permite-nos concluir que em 45 municípios (ou 16 por cento do território nacional) a qualidade e segurança da água é exactamente 100 por cento. Destes 45 municípios, 16 são da região Norte, 20 do Centro, quatro de Lisboa, quatro do Alentejo e um do Algarve e, de acordo com as conclusões, estes municípios não só realizaram todas as análises exigidas pelo regulador, como também não revelaram qualquer incumprimento.

Em Portugal Continental, a maioria dos municípios (81 por cento) tinha, em 2021, percentagens iguais ou superiores a 99 por cento em termos de qualidade da água.

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Acesso a medicamentos genéricos pode ficar comprometido se não forem tomadas “medidas urgentes”

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A Associação Portuguesa de Medicamentos Genéricos e Biossimilares (APOGEN) alertou hoje que o aumento da inflação e do preço da energia pode comprometer o acesso dos cidadãos a medicamentos essenciais, se não forem tomadas medidas urgentes.

“Caso não sejam implementadas medidas urgentes para assegurar a sustentabilidade da cadeia de produção dos medicamentos genéricos e biossimilares, é o acesso dos cidadãos à saúde que está comprometido”, adiantou a presidente da APOGEN.

Citada num comunicado, Maria do Carmo Neves salientou que o aumento da inflação e dos preços da energia tem um “impacto negativo na disponibilidade de medicamentos genéricos e biossimilares”, uma situação que é “particularmente grave pois põe em causa o acesso a medicamentos considerados essenciais”.

“Esta escalada de preços foi exacerbada pela pandemia causada pela covid-19 e agravada pela guerra na Ucrânia. Os custos das matérias-primas sofreram aumentos entre 50 e 160% e os custos de transporte até 500%”, alertou a associação que representa 14 empresas da indústria farmacêutica da área dos genéricos e biossimilares.

De acordo com o comunicado, a indústria farmacêutica continua a ser “fortemente penalizada pela manutenção das medidas introduzidas aquando da crise financeira de 2011-2014”, caso da aplicação da contribuição extraordinária sobre o setor que, desde 2015, “penaliza particularmente as empresas de medicamentos genéricos e biossimilares”.

“Os níveis recorde atingidos em 2022 nos preços do gás e da eletricidade comprometem o regular funcionamento das cadeias de abastecimento, afetam o fabrico de medicamentos e agravam as condições de sustentabilidade do setor. Esta situação ameaça o fornecimento de medicamentos e os esforços da indústria farmacêutica em investir no fabrico na Europa, como refere uma carta aberta da Medicines for Europe, dirigida terça-feira aos ministros europeus da Energia, comissários europeus e Parlamento Europeu”, adiantou ainda a APOGEN.

 Perante isso, os associados da APOGEN têm, neste momento, “sérias dificuldades em garantir a produção de muitos medicamentos essenciais porque sucessivamente os governos ignoraram fatores como a sustentabilidade do setor”, afirmou Maria do Carmo Neves.

Com o objetivo de combater a possibilidade de “mais ruturas de medicamentos num futuro próximo”, a APOGEN pretende a suspensão da contribuição extraordinária sobre a indústria farmacêutica e a mitigação de políticas de contenção dos preços dos medicamentos.

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