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País

Qualidade das praias afetada pela presença de bactérias como salmonelas e E. Coli

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As praias portuguesas registaram este ano um decréscimo de qualidade em relação a 2020, indica uma avaliação da associação ambientalista Zero, assinalando que 20 praias já estiveram interditas e 45 com banho desaconselhado ou proibido.

A avaliação da Zero, feita com base em resultados oficiais do Sistema Nacional de Informação de Recursos Hídricos e em comparação com o ano passado, foi hoje divulgada em comunicado, no qual a associação salienta que há atualmente 643 águas balneares e um número muito limitado de praias a revelarem problemas, ainda que mais do que no ano passado.

Este ano, o desaconselhamento ou proibição de banhos afetou 45 praias, mais 20 do que no ano passado, devido a resultados microbiológicos com valores acima dos limites. E até 15 de agosto tinham sido interditadas 20 praias (oito interiores e 12 costeiras), mais cinco do que em igual período do ano passado.

Destas 20 interdições a associação ambientalista salienta uma (interior) com contaminação microbiológica associada a valores excessivos de bactérias que provocam infeções (Escherichia coli e Enterococus intestinais), além de outras sete também no interior com salmonella, outra bactéria que também provoca infeções no ser humano.

Quanto às 12 praias costeiras a Zero refere no comunicado que duas foram interditadas por motivo de obras de requalificação e uma por ter rebentado uma conduta de esgotos. O motivo para as restantes serem interditadas foi também a ultrapassagem de valores limites de pelo menos uma bactéria.

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Economia

Deco diz que preço da pescada subiu 46%, óleo 38% e frango 31% desde o início da guerra. Conheça aqui a lista completa

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A Deco revelou que o preço dos produtos essenciais aumentou em cerca de 20 euros desde o início da guerra na Ucrânia.

Pescada fresca, salmão, óleo de cozinha, frango e bolachas Maria foram os cinco produtos que mais aumentaram desde então, com aumentos de mais de 26%, de acordo com as contas efetuadas pela Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor (Deco).

A invasão russa da Ucrânia acelerou ainda mais o aumento dos preços da energia e dos transportes, agravando a escalada dos preços da matéria-prima. Esta tendência já se reflete na taxa de inflação em Portugal, que em Junho atingiu 8,7%, o valor mais alto desde 1992, e também se reflete a nível europeu, com os preços a acelerarem 8,6% na zona Euro no mês passado, o valor mais alto em duas décadas.

Entre os produtos que registaram o maior aumento de preços desde o início da guerra a Deco destaca a “pescada fresca (+ 46%), salmão (+ 40%), óleo de cozinha 100% vegetal (+ 38%), frango inteiro (+ 31%), wafer Maria (+ 26%), farinha de bolo (+ 23%), bife de peru (+ 21%), café torrado moído (+ 21%), arroz carolino (+ 21%) e costeletas de porco (+ 20%).

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País

Corpo de pescador desaparecido encontrado em Afife

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O corpo de um pescador, que estava desaparecido desde ontem à tarde, foi encontrado este domingo de manhã, em Afife, Viana do Castelo.

Segundo o Comandante da Capitania do Porto de Viana do Castelo, Rui Lampreia, o cadáver terá sido localizado por outro pescador que estava no local, cerca das 8 horas desta manhã.

A vítima, que reside no distrito de Braga, tinha saído de casa para pescar no sábado, mas não voltou a casa o que levou o filho a alertar a autoridade marítima.

O pescador, de 57 anos, terá desaparecido na praia da Ínsua, a sul do Forte do Cão, e devido aos ferimentos que apresenta na cabeça suspeita-se que possa ter sofrido uma queda.

O corpo já foi removido para o Instituto de Medicina Legal. 

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País

Marcelo promete apoiar TAP

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Esta sexta-feira, dia 1 de julho, Marcelo Rebelo de Sousa agradeceu a iniciativa da TAP em assinalar os cem anos da travessia aérea do Atlântico Sul e prometeu apoiar a empresa enquanto cumprir missões nacionais.

O chefe de Estado afirmou que “o tempo mudou, as companhia de aviação hoje estão em concorrência umas com as outras”, mas defendeu que a TAP “tem a obrigação de ter uma memória nacional, de cumprir o interesse nacional, que as outras não têm”.

Segundo o Presidente da República, “aquilo que explica por que é que os portugueses na grande maioria aceitam contribuir financeira para a TAP é porque acreditam que ela de quando em vez tem missões nacionais como esta”.

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País

GNR reforça fiscalização nas estradas até ao mês de setembro

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A GNR reforçou hoje o patrulhamento e a fiscalização nas estradas portuguesas com o objetivo de garantir a segurança rodoviária durante as deslocações na época de verão, numa operação que vai terminar até 11 de setembro.

Em comunicado, a Guarda Nacional Republicana indica que intensificou, desde hoje, “as ações de patrulhamento, fiscalização e apoio aos utentes das vias rodoviárias com o objetivo de garantir a sua segurança” durante as deslocações efetuadas no verão”.

A GNR justifica esta operação, denominada “Hermes – Viajar em Segurança” 2022, com o aumento “substancial de tráfego” durante esta altura do ano em “consequência do afluxo de turistas estrangeiros, de emigrantes e das deslocações de cidadãos nacionais para locais de veraneio no gozo das suas férias”.

Durante a operação, a GNR vai privilegiar “uma atuação preventiva nos principais eixos rodoviários, designadamente autoestradas, itinerários principais, itinerários complementares e estradas nacionais, “orientando o esforço nos principais períodos de deslocação” nas vias mais críticas e com maior volume de tráfego, com o objetivo de “combater a sinistralidade rodoviária, garantir a fluidez do tráfego e apoiar todos os utentes das vias, proporcionando-lhes uma deslocação em segurança”.

Segundo a corporação, os militares vão incidir a fiscalização nos “comportamentos de risco” que colocam em causa a segurança rodoviária, como manobras perigosas de ultrapassagem, mudança de direção, inversão do sentido da marcha, cedência de passagem, distância de segurança e circulação na via mais à direita, condução sob o efeito do álcool e de substâncias psicotrópicas, condução sem habilitação legal, excesso de velocidade, incorreta ou não utilização do cinto de segurança e uso do telemóvel ao volante.

Na operação de 2021, a GNR fiscalizou 260.538 condutores e detetou 2.971 crimes de âmbito rodoviário, 1.964 das quais por excesso de álcool e 1.007 por falta de habilitação legal, e 86.340 infrações rodoviárias.

Aquela força de segurança destaca as 35.198 infrações por excesso de velocidade, as 4.320 contraordenações por excesso de álcool, 3.513 por falta ou uso incorreto de cinto de segurança/sistema de retenção para crianças e 2.443 por uso indevido do telemóvel.

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Economia

Embalagens de plástico para refeições passam a estar sujeitas a taxa de 30 cêntimos

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As embalagens de plástico de uso único para refeições prontas a consumir estão a partir de hoje sujeitas a uma taxa de 30 cêntimos, uma medida que tinha sido anunciada para janeiro e adiada devido à pandemia de covid-19.

Segundo a lei, a taxa aplica-se a partir de hoje a embalagens de utilização única de plástico ou multimaterial com plástico, e aplica-se a partir de 01 de janeiro de 2023 nas embalagens de alumínio ou multimaterial com alumínio.

Em causa estão nomeadamente as embalagens para ‘takeaway’ e as das entregas a domicílio.

A medida destina-se a fomentar a introdução de sistemas de embalagens reutilizáveis na restauração e promover a redução de embalagens de utilização única.

“O fornecimento de refeições em regime de pronto a comer e levar ou com entrega ao domicílio revela uma clara tendência de crescimento tendo como resultado direto o aumento do consumo de embalagens de utilização única, o que torna ainda mais premente a introdução de medidas que permitam dissociar este crescimento do consumo de recursos e da produção de resíduos”, diz a portaria que regulamenta a mudança que hoje entra em vigor.

O documento lembra que os estabelecimentos que forneçam refeições prontas a consumir em regime de pronto a comer e levar já são obrigados a aceitar que os seus clientes utilizem os seus próprios recipientes, pelo que há uma alternativa ao pagamento da contribuição.

As receitas da taxa serão dirigidas em metade para o Estado e 40% para o Fundo Ambiental, pode ler-se também na portaria.

O Governo já tinha proibido a partir de novembro do ano passado a colocação no mercado de outros produto de plástico de uso único, como a palhinhas ou cotonetes, talheres e pratos, varas para balões ou copos, transpondo parcialmente uma diretiva europeia.

Na norma que entra hoje em vigor há algumas exceções, uma delas para as embalagens que acondicionem refeições prontas a consumir que não são embaladas no estabelecimento de venda ao consumidor final, “uma vez que o estabelecimento não controla nestes casos o embalamento do produto, não permitindo assim que o consumidor tenha uma alternativa”, justifica-se.

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País

Sistema Nacional de Saúde para animais: Provedora diz que será possível até ao fim do ano

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A Provedora do Animal, Laurentina Pedroso, acredita que é possível, até ao final do ano, ser implementado um Sistema Nacional de Saúde para animais em risco, recorrendo à rede de faculdades de Medicina Veterinária.

Segundo a provedora, as instituições de ensino de medicina e de enfermagem veterinária “estão apetrechadas com os meios humanos e com equipamentos” para ajudarem a suprir essa necessidade.

Esse Sistema Nacional de Saúde para animais em risco está idealizado para dar resposta a todo o tipo de animais ao cuidado das associações zoófilas, dos centros de recolha, das autarquias e de famílias carenciadas.

“Esta ajuda não é só para cães e gatos, é para os animais, salientou, em declarações à agência Lusa, a provedora, que dá o exemplo de cavalos ou bovinos que precisam ser assistidos.

Laurentina Pedroso vincou não ser um modelo de apoio “para todos”, mas “para animais em risco”, vocacionado para ajuda social e que “um projeto desta envergadura deve ficar sob a alçada do Estado”.

A Provedora do Animal, em funções desde julho de 2021, salientou que “uma rede de faculdades não é assim tão pouco que não cubra a ajuda fundamental”, embora tenha admitido não ser fácil de criar ou seguir as regras, ainda que seja “importantíssimo ser baseada nas faculdades” do ensino público e privado.

Para chegar aos territórios onde esse atendimento não está tão acessível, a solução será fazer “uma integração global com outras entidades”, através da criação do cheque-animal, à semelhança do que acontece com o cheque-dentista.

“A nível das faculdades é muito importante que tudo isso comece a ser feito já” e “de uma forma muito ativa”, defendeu Laurentina Pedroso.

De acordo com a antiga bastonária da Ordem dos Médicos Veterinários, instituição onde em 2014 implementou o cheque-veterinário, o modelo a desenvolver terá “perspetivas diferentes”, será “diferente para melhor” e, dada a sua abrangência, terá de ser “liderado pelo Estado”.

A provedora adiantou estar disponível mais de um milhão de euros para envolver as faculdades no apoio à saúde animal e há verbas alocadas para a totalidade do projeto.

“Este assunto é para estar resolvido, no meu entender, até ao final deste ano”, informou Laurentina Pedroso, também diretora da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Lusófona.

A responsável por fazer recomendações neste domínio afirmou que “o Estado está a fazer o seu papel de alocar verbas” e é agora necessário “criar uma máquina que saiba utilizar essas verbas”.

“Neste momento o Estado já alocou verbas. Chegam para executar um projeto desta natureza. Já não é uma questão de verbas, é uma questão de avançar. É uma questão de vontade, de saber desenhar este projeto”, sintetizou a provedora.

Laurentina Pedroso adiantou estar a preparar o seu parecer “a indicar como é que as verbas podem ser bem utilizadas a nível das faculdades”.

No cargo há menos de um ano, a responsável disse ter tido como principal preocupação “criar os meios humanos e materiais” para poder trabalhar nos vários projetos em perspetiva.

Num momento em que as famílias têm perdido poder de compra, Laurentina Pedroso receia que a incapacidade económica possa ter impacto no bem-estar dos animais, mas enfatizou que “a maior parte” das pessoas que tem animais domésticos os considera parte da famílias e se organiza a pensar no animal.

A Provedora do Animal, figura sob a tutela do Ministério do Ambiente, alertou, contudo, que “quando as pessoas querem ter um animal de companhia, têm de perceber que ele necessita de cuidados: de alimentação, de cuidados médico-veterinários”.

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País

Vestido de Lenka do Preço Certo é alvo de queixa à Entidade Reguladora para a Comunicação Social

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As indumentárias de Lenka, a já famosa apresentadora do programa Preço Certo da RTP, foram alvo de uma queixa à Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) que acusa a utilização de “uma imagem de nudez” para “captar audiências”.

Tudo isto acontece cerca de um ano após Fernanda Câncio ter publicamente criticado um dos vestidos usados pela apresentadora, afirmando que a RTP utilizava “as mulheres como adereços”, em referência às formas femininas de Lenka, que ficaram mais expostas devido ao ‘design’ do vestido.

Já entre junho/julho de 2021 foram muitos os que se pronunciaram sobre o assunto, ora concordando com Fernanda Câncio, ora apelando à liberdade da apresentadora e do programa.

A nova queixa, é feita por uma mulher, que diz se ter sentidos “agredida psicologicamente e insultada” por ver uma “mulher completamente ‘objetificada’ a vender uma imagem de nudez como produto sexual visual para o público masculino”.

A queixa foi arquivada, pela ERC. que não julga ter sido violada “a ética de antena, nem ultrapassados os limites à liberdade de programação”.

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Comboio passa por cima de mulher em Viana. “Se levantasse a cabeça ficava toda desfeita”

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Uma mulher de 46 anos ficou debaixo de um comboio, esta quarta-feira, em Viana do Castelo, acabando por sobreviver, miraculosamente.

De acordo com o presidente da Junta de Afife, esta mulher de 46 anos teve a sua vida afetada por problemas de violência doméstica e alcoolismo, acabando por nos últimos dias dormir no apeadeiro de Afife, em Viana do Castelo.

“Hoje de manhã, fui ter com ela ao apeadeiro. Choveu de noite e preocupou-me, porque ela tem dormido ao ar livre, encostada às paredes. Tentei convencê-la a aceitar ajuda e ela pela primeira vez aceitou. Até agora, recusou sempre. Qual foi o meu espanto, quando ao início da tarde acontece aquilo”, explica o presidente.

Colocando o seu corpo paralelamente aos carris, esta mulher ficou deitada na linha, enquanto passou o comboio, cerca das 14:26.

Na opinião do presidente Duarte Oliveira, “Não morreu por milagre. Se levantasse a cabeça ficava toda desfeita”, explicou ao JN.

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País

Urgências do Porto podem ficar em “sobrecarga” com fecho de Braga

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Os responsáveis pela Urgência Metropolitana de Cirurgia Pediátrica do Porto, que engloba três centros hospitalares, não foram informados do encerramento do mesmo serviço no Hospital de Braga e, temendo “uma sobrecarga”, exigiram hoje “mais planeamento”.

Em declarações aos jornalistas no Hospital de São João, no Porto, e acompanhado de outros responsáveis, o diretor do Serviço da Urgência Pediátrica daquela unidade, Rúben Rocha, disse que a situação de Braga “deveria ter sido prevista” e alertou que pode acarretar “implicações de disponibilidade do bloco operatório”.

“Nós devíamos ter sido informados da quantidade e qualidade de doentes que vão passar a chegar cá e vão sobrecarregar o nosso sistema. São doentes que muitas vezes não têm diagnóstico imediato, o que leva a que sejam internados, que sejam submetidos a cirurgia. Uma urgência metropolitana de fim de linha que recebe todo o tipo de doentes da zona Norte vê-se agora sobrecarregada”, disse o médico.

A Urgência Metropolitana de Cirurgia Pediátrica do Porto reúne profissionais de saúde de três centros hospitalares: Centro Hospitalar e Universitário de São João (CHUSJ), Centro Hospitalar Universitário do Porto (CHUPorto) e Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho (CHVNG/E).

Na quarta-feira foi tornado público que o Hospital de Braga ficaria a partir de hoje, e por tempo indeterminado, sem urgências de cirurgia pediátrica no período noturno.

Em resposta enviada à Lusa, a administração do Hospital de Braga adiantou que, no período entre as 20:00 e as 08:00, fica apenas assegurada a observação de crianças já internadas e daquelas que foram submetidas a cirurgia nos últimos 30 dias e que recorram à urgência por motivo relacionado com essa mesma cirurgia.

“Esta situação tem implicações de disponibilidade do bloco operatório [da urgência metropolitana do Porto] e estamos no período em que se vão iniciar as férias dos profissionais de saúde”, recordou esta manhã Rúben Rocha, que falava ao lado de Miguel Campos, diretor de Serviço da Cirurgia Pediátrica (CHUSJ), Caldas Afonso, diretor do Centro Materno Infantil do Norte (CMIN), e de Fátima Carvalho, diretora de Serviço Cirurgia Pediátrica (CHPorto).

Sobre o que está previsto fazer a partir daqui, o diretor do CMIN revelou aos jornalistas que foram pedidos esclarecimentos à Administração Regional de Saúde do Norte (ARS-Norte) e que esses serão dados, conforme lhes foi transmitido, “oportunamente”.

“Já foi encaminhado um doente de 12 anos [de Guimarães] esta noite”, contou Caldas Afonso, que à pergunta sobre se as urgências pediátricas do Porto estão sob pressão respondeu perentoriamente: “obviamente estamos”.

A agência Lusa contactou a ARS-Norte e aguarda resposta.

Na conferência de imprensa, o diretor do CMIN, estrutura que faz parte do CHUPorto e do qual também faz parte o Hospital de Santo António, mostrou-se também preocupado com o número de profissionais disponíveis para o futuro.

“O número de recursos humanos em Braga não mudou, enquanto aqui estamos em situação de fragilidade”, disse Caldas Afonso, acrescentando que no CHUPorto as escalas têm sido asseguradas graças “à motivação e ao sentido de serviço público” de “colegas que legalmente pela idade podiam deixar de fazer, mas aceitam entrar na escala”.

Esta “generosidade”, como lhe chamou Rúben Rocha, foi também descrita pelos responsáveis do CHUSJ.

“Temos já colegas – cirurgiões pediátricos – que, já fora do seu período de disponibilidade para o trabalho noturno, generosamente contribuem e continuam a assegurar a urgência metropolitana, e agora vemo-nos sobrecarregados e não houve um planeamento prévio”, disse o diretor.

Rúben Rocha contou que “nas últimas semanas” os serviços pediátricos do Porto “têm passado por picos de admissão históricos face às últimas décadas”, chegando “a ter dias a receber 300 crianças”.

“Há um risco de entupimento”, afirmou o médico do Hospital de São João, enquanto, ao lado, o responsável do CMIN reafirmava que “para poder planear é necessário conhecer o histórico do que está em causa”.

“Seguramente seremos sempre parte da solução e não do problema, mas preocupa-nos porque a zona que o Hospital de Braga tinha até agora na cirurgia pediátrica é uma zona imensa com muita população jovem”, concluiu.

A reunião que juntou responsáveis do CHUSJ e do CHUPorto foi realizada de “urgência” e, de acordo com o que foi transmitido aos jornalistas na conferência de imprensa que a sucedeu, os responsáveis do CHVNG/E estão a acompanhar as diligências e não marcaram presença na sessão dado o caráter urgente desta.

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Economia

Gasóleo fica mais barato 8 cêntimos e gasolina desce 3 cêntimos esta segunda-feira

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O preço do gasóleo e gasolina deverá registar um decréscimo na próxima segunda-feira, de acordo com as previsões de fontes ligadas ao setor petrolífero.

Desta forma, os condutores deverão encontrar o gasóleo até 8 cêntimos mais barato e a gasolina a menos 3 cêntimos.

(em atualização)

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