País
Aumento do custo de vida está a levar mais pessoas a pedir ajuda

O aumento do custo de vida está a provocar uma maior pressão junto das instituições de apoio alimentar como a Cáritas, que ajudam cada vez mais pessoas com emprego, mas cujo salário deixou de chegar para as despesas.
A presidente da Cáritas, Rita Valadas, disse à agência Lusa que a ajuda está a ser procurada por pessoas de classe média e média-baixa, uma vez que “o rendimento dá cada vez para menos coisas”.
Rita Valadas afirmou que esta é uma crise que se caracteriza por “um aumento brutal do custo de vida” e que tem sentido um acréscimo das dificuldades para dar resposta às solicitações.
É que, aos novos casos, juntam-se os que já eram anteriormente acompanhados desde a pandemia e que não conseguiram deixar de viver sem este apoio.
Os que “batem à porta” da Cáritas, organização que trabalha em rede pelo país, têm dificuldades em pagar a renda de casa, a prestação da casa, a luz, a água ou outras contas importantes e na iminência de ficar sem esses serviços ou sem abrigo.
A Cáritas apoiou no ano passado 120 mil pessoas, a pandemia levou a um aumento de “18 mil famílias a mais” e Rita Valadas estimou que este ano já tenha sido prestado auxílio a mais 20 mil pessoas, entre as quais muitas estrangeiras, sublinhou.

Economia
Gasolina mais cara um cêntimo esta segunda-feira

O preço dos combustíveis volta a alterar-se, esta segunda-feira, com tendências distintas para os dois tipos de combustíveis mais utilizados.
Assim, os condutores que se dirijam, no dia de hoje, aos postos de abastecimento, irão encontrar o preço da gasolina mais caro um cêntimo, enquanto que o preço do gasóleo revela uma descida no mesmo valor.
Economia
Fixação da prestação da casa agrava ligeiramente valor total a pagar pelo crédito

O valor total pago pelo empréstimo será agravado para os clientes que acedam ao mecanismo que permite fixar a prestação do crédito à habitação durante dois anos, segundo a Deco.
O Governo aprovou esta quinta-feira um mecanismo em que as famílias podem pedir ao banco que a sua prestação do crédito habitação seja fixa por um período de dois anos e por um valor mais baixo do que o atual. A redução da prestação acontece porque, no seu cálculo, é contabilizada uma taxa de juro implícita que não ultrapasse os 70% da Euribor a seis meses.
Na apresentação da medida, o ministro das Finanças, Fernando Medina, disse que o mecanismo tem uma “cláusula de salvaguarda” para que haja “sempre pagamento integral dos juros nesse período [dois anos]” e não aumente o capital em dívida das famílias.
“A regra é as pessoas não saírem deste apoio e verem que têm uma dívida maior”, disse Medina.
Por exemplo, se a prestação ‘original’ do crédito seria calculada tendo em conta os 4,1% da Euribor a seis meses já na nova prestação (com o desconto de 30%) o indexante passa a ser de 2,85%.
O montante correspondente à diferença entre a prestação devida e a prestação paga é diferido no equivalente em capital.
Esse montante será somado à dívida do empréstimo e os clientes terão de pagar mais à frente (após o fim dos dois anos do mecanismo e dos quatro anos em que a prestação regressa ao valor ‘normal’), sendo que, nessa altura, se somará a taxa de juro que então estiver em vigor.
Assim, este mecanismo de fixação do crédito permite ter uma prestação mais baixa e fixa durante dois anos, mas de futuro as prestações serão ligeiramente agravadas, pelo que as famílias pagarão mais no total do empréstimo.
Em declarações à Lusa, o economista da associação de defesa do consumidor Deco Nuno Rico confirmou que “no total vão pagar mais” pelo crédito os clientes que aderirem ao mecanismo.
“É muito útil para as famílias com taxas de esforço muito elevadas. É como um custo de oportunidade de ter liquidez imediata”, afirmou o economista.
Nuno Rico considerou que para as famílias que podem pagar a prestação atual “não justifica aderir a este mecanismo porque tem um custo acrescido no total” e até poderão conseguir melhores condições numa reestruturação com o banco.
País
Iniciativa “Auchan Move” promove alimentação saudável com a Liga Portuguesa Contra o Cancro

A Auchan Retail Portugal tem como compromisso promover a saúde e o bem-estar das comunidades. Para cumprir esta missão, surge a Auchan Move, uma iniciativa solidária internacional, promovida pela Fundação Auchan. Nesta iniciativa, colaboradores de todo o país terão a oportunidade de participar ativamente, caminhando em prol da saúde e apoiando a Liga Portuguesa contra o Cancro.
O principal objetivo da Fundação Auchan, no âmbito da Auchan Move, é promover o acesso à nutrição adequada nas comunidades onde a marca Auchan está presente, contribuindo para hábitos alimentares mais saudáveis. Para concretizar este objetivo, a Fundação Auchan compromete-se a distribuir 500 mil euros em projetos de alimentação saudável nos 12 países participantes, incluindo Portugal. Assim, até 30 de setembro, os colaboradores da Auchan irão contribuir para a angariação de fundos destinados ao projeto “Super Saudáveis” da Liga Portuguesa contra o Cancro, através da app Kiplin.
A iniciativa “Super Saudáveis” é especialmente direcionada a crianças do 1º Ciclo do Ensino Básico e conta com o apoio institucional da Direção-Geral da Educação, da Direção-Geral da Saúde e da Associação Portuguesa de Nutrição. Este projeto recebeu reconhecimento ao ser premiado com o Food & Nutrition Award, em 2018, na categoria de educação alimentar. Trata-se de um projeto que resulta da vasta experiência da Liga Portuguesa Contra o Cancro na área da educação alimentar e tem como objetivo promover hábitos alimentares mais saudáveis desde a infância.
Os resultados da ação Auchan MOVE serão revelados no Dia Mundial da Alimentação, a 16 de outubro, altura em que será conhecido o montante angariado para a Liga Portuguesa contra o Cancro.
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