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Economia

Responsáveis por tacógrafos e taxímetros avançam com providência cautelar contra o Instituto de Português de Qualidade

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As empresas dedicadas à reparação, instalação e aferição de tacógrafos e taxímetros (sistemas de contagem dos tempos de trabalho dos veículos de transportes de mercadorias e táxis), apresentaram, esta quarta-feira, uma providência cautelar contra o Instituto de Português de Qualidade por ordenarem que estas empresas se integrem como Organismos de Verificação Metrológica.

Os responsáveis destas empresas discordam da medida apontando falta de claridade na informação divulgada pelo Instituto Português de Qualidade e temendo a segmentação do setor que representam, deixando de poder agregar os serviços de aferição, manutenção e instalação destes dispositivos em simultâneo.

Este setor alerta assim para o valor monetário implicado nesta certificação, afirmando desconhecer ainda os custos associados à mesma e atendendo ao prazo que é dado para o seu estabelecimento temendo que também as empresas transportadoras sejam afetadas pela medida.

“COMUNICADO DE IMPRENSA

VIOLAÇÃO DA LEGALIDADE E DA PROSSECUÇÃO DO INTERESSE PÚBLICO POR PARTE DO
INSTITUTO PORTUGUÊS DA QUALIDADE COM CONSEQUÊNCIAS:
No aumento do desemprego,
Na crise económica dos sectores envolvidos,
Possível obrigação de paralisação de transportes de mercadorias e de
passageiros.

Cerca de 100 empresas de todo o território nacional que se dedicam à
reparação, instalação e verificação de tacógrafos (aparelho de controlo dos
tempos de trabalho dos motoristas nos veículos de transporte de passageiros
e mercadorias) e taxímetros (aparelho para medir a distância percorrida por
um táxi, registando o preço do serviço), apresentaram, hoje, providência
cautelar contra o Instituto de Português e Qualidade, I.P. (IPQ) para
suspender a intenção de retirar autorização para exercerem esta atividade, o
que causa graves danos nestas pequenas empresas e no setor dos transportes.

Em causa está a decisão do Instituto Português de Qualidade, I.P. (IPQ) de
obrigar estas empresas a integrarem-se como Organismo de Verificação
Metrológica (OVM), para poderem continuar a desempenhar aquelas funções a
partir de 2021, não acautelando:

  1. Clara definição sobre o procedimento a adotar e os requisitos a
    cumprir por parte das empresas;
  2. Obrigação de informação às empresas sobre o enquadramento da sua
    atividade;
  3. Existência de período transitório de forma a assegurar a adequada
    adaptação destas empresas,
    E ainda, que o IPQ pretende implementar um procedimento que viola normas
    legais nacionais e comunitárias.
    “A providência instaurada, baseada na violação dos princípios da legalidade
    e da boa fé da relação do Estado com os particulares, pretende que o
    Tribunal autorize que as empresas em causa possam continuar a desempenhar a
    sua atividade evitando graves consequências económicas e sociais, ainda mais
    neste período excecional de pandemia, em que pequenas empresas lutam pela
    sua sobrevivência.” esclarece Carlos Barroso, advogado subscritor,
    especialista em Direito do Trabalho e dos Transportes.
    A conduta do IPQ, se não for suspensa pelo Tribunal, pode causar que, em 01
    de janeiro de 2021, não existam empresas com autorização para verificar
    tacógrafos e taxímetros e daí ocorrer a impossibilidade de circulação de
    veículos de transporte de passageiros e mercadorias, com consequências
    gravíssimas para a economia local e nacional e lesão do interesse público.”
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Economia

Seguradoras vão pagar cerca de 8 milhões em indemnizações pelos incêndios deste verão

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As seguradoras estimam o pagamento de indemnizações de 8 milhões de euros por incêndios ocorridos durante a situação de contingência e alerta decretada em Julho, de acordo com um inquérito da APS, a Associação Portuguesa de Seguradoras.

Conclusões de um inquérito aos membros, divulgado hoje, indicam também que Leiria foi o distrito com mais sinistros reportados, mas que os sinistros envolvendo o maior número de prejuízos foram reportados nos distritos de Faro (do incêndio em Almancil/ Quinta do Lago) e Aveiro.

Quase todas as perdas reportadas dizem respeito a seguros multi-risco, tanto comerciais como industriais (49%) e residenciais (37%).

“A situação que o país atravessou recentemente, e a crescente frequência dos eventos climáticos que estão na sua origem, reforçam a importância do seguro como elemento de mitigação das perdas sofridas e como factor de estabilidade na vida das pessoas e empresas”, disse o presidente da APS, José Galamba de Oliveira, num comunicado.

Segundo dados do Instituto para a Conservação da Natureza e Florestas (ICNF), o período até 31 de Julho de 2022 registou o quinto maior número de incêndios e a terceira maior quantidade de áreas ardidas desde 2012.

Julho é o mês (até agora) com o maior número de fogos rurais – 40% do total este ano. É também o mês com as áreas mais ardidas – 46.996 hectares, o que representa 81% de todas as áreas ardidas registadas este ano.

Os cinco maiores incêndios (até agora) ocorreram todos em Julho; o que consumiu a maior área foi no município de Murça, Vila Real, a 17 de Julho (7.058 hectares), seguido do incêndio de Pombal, Leiria, onde arderam 5.126 hectares (8 de Julho).

O incêndio de Chaves, Vila Real, no dia 15 de Julho, surge em 3º lugar, com 3.368 hectares ardidos, seguido de Carrazeda de Ansiães, Bragança (7 de Julho), com 3.330 hectares ardidos, e Ourém, Santarém, também a 7 de Julho, que consumiu 2.936 hectares.

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Economia

Quais as profissões mais bem pagas em Portugal? Saiba aqui

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Um inquérito sobre as profissões mais bem pagas, realizado pelo ManpowerGroup, no final de Julho, mostra quais as profissões com os salários mais elevados.

Desde os marketeers digitais a cargos de gestão de saúde, a CNN Portugal compilou uma lista das profissões mais bem remuneradas em Portugal.

  1. Diretor Geral no sector da Saúde (privado) entre 120.000 e 150.000 euros por ano
  2. Diretor Comercial entre 100.000 e 150.000 euros por ano
  3. CIO (Chief Information Officer) entre 110.000 e 140.000 euros por ano
  4. Diretor do Centro de Serviços Partilhados entre 95.000 e 120.000 euros por ano
  5. Especialista em dados entre 35.000 e 50.000 euros por ano
  6. Gestor de Comércio Electrónico entre 50.000 e 75.000 euros por ano
  7. Especialista em cibersegurança entre 45.000 e 60.000 euros por ano
  8. Engenheiro de software mais de 45.000 euros por ano
  9. Especialista em aprendizagem de máquinas mais de 40.000 euros por ano
  10. Marketeer digital entre 35.000 e 45.000 euros por ano
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Economia

Famalicão: Loja do Atlantic Park do Belita Supermercados celebra 11 anos

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No âmbito do 11.º aniversário da loja do Belita Supermercados, no Atlantic Park, na Lagoa, foram realizadas várias iniciativas, como a oferta de bolo de aniversário e o sorteio de uma viagem à Madeira.

António Oliveira, proprietário do grupo Belita Supermercados, em declarações à Fama TV, fez um balanço da história desta loja do grupo Belita.

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Economia

Gasóleo desce 8 cêntimos na próxima semana. Gasolina desce 7 cêntimos

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O preço dos combustíveis deverá voltar da descer, no início da próxima semana, avança a SIC Notícias.

Caso se verifiquem, as previsões apontam para uma descida no preço do gasóleo de 8 cêntimos e de 7 cêntimos no preço da gasolina.

Estas diminuições do custo dos combustíveis vendidos ao público surgem na sequência de descidas no preço do barril de petróleo, registadas mais acentuadamente nas últimas semanas.

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Economia

“Não falta mão de obra em Portugal, faltam bons salários” -diz o Sindicato da Construção Civil

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O Sindicato da Construção de Portugal (SCP) defendeu esta quarta-feira que “não há falta de mão-de-obra” no setor da construção civil, mas sim de um bom salário, disse hoje aos jornalistas, no Porto, o seu presidente, Albano Ribeiro.

“Não há falta de mão de obra, ela não vem porque ganha três e quatro vezes mais fora do país. Se ela vier, não temos trabalho para todos”, disse hoje o sindicalista na sede do SCP, no Porto, em conferência de imprensa.

Segundo Albano Ribeiro, nos últimos seis anos saíram do setor 300 mil trabalhadores, e atualmente são necessários 90 mil para executar as obras “públicas e privadas” em Portugal.

“Temos hoje na fileira da construção civil 45 mil trabalhadores. Já tivemos 90 mil trabalhadores”, disse ainda o responsável.

Caracterizando a atual situação da fileira da construção civil, Albano Ribeiro exemplificou dizendo que “antigamente, um trabalhador que era de Amarante e vinha para o Porto à segunda-feira, ia [para casa] à sexta, ficava numa caserna”, e hoje em dia “apanha um voo da Ryanair e vai trabalhar para a Alemanha” nos mesmos moldes, mas chegando a ganhar 3.500 euros.

Quanto à entrada de novos trabalhadores, o presidente do SCP afirmou que “o setor está muito envelhecido e não está a ser renovado”, atribuindo responsabilidades ao Governo, “porque acabaram com os centros de emprego onde davam formação”.

“É mais fácil hoje encontrar uma agulha num palheiro do que encontrar um aprendiz”, ilustrou.

Albano Ribeiro disse ainda que “os trabalhadores que possam vir para Portugal são bem-vindos, mas em mão de obra qualificada”, considerando que “a maioria dela não são operários qualificados”.

“Nós temos de qualificar para construir bem, e em segurança”, defendeu.

Outra das questões abordadas foi a da fiscalização, que levou o sindicato a pedir audiências ao ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, e à ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho.

“No setor da construção nós temos falta de inspetores. Os inspetores do trabalho primam mais por ir às grandes obras”, afirmou o sindicalista, denunciando que, por outro lado, “80% dos acidentes de trabalho que ocorrem os acidentes de trabalho são empresas onde não vai a ACT [Autoridade para as Condições do Trabalho]”.

Para Albano Ribeiro, “tem que haver um reforço muito grande de inspetores do trabalho que intervenham nas obras aonde o trabalho precário e clandestino é alimentado”.

“Penso que a senhora ministra será sensível a esta questão, porque, por exemplo, o Estado está a perder milhões de euros por mês”, considerou.

“As redes mafiosas, os angariadores de mão de obra, o trabalho clandestino, isto tem tudo que acabar no setor”, afirmou esta quarta feira aos jornalistas.

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Economia

Famalicão: Inflação já é evidente na feira semanal

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Dar prioridade à compra de bens essenciais e reduzir a aquisição dos restantes é a principal solução indicada por feirantes e compradores da feira semanal de Famalicão, face ao aumento da inflação que, no mês de julho, registou o valor de 9,1%, o mais alto desde 1992.

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Economia

Vendas de vinho aumentaram mais de 200% em 2022

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As vendas de vinho no mercado nacional cresceram 14,3% em volume e 52,8% em valor, no primeiro semestre do ano, para um total de 130 milhões de litros, no valor de 503 milhões de euros.

Segundo dados da Nielsen, divulgados pelo Instituto da Vinha e do Vinho (IVV), entre Janeiro e Junho, as vendas de vinho nas grandes superfícies caíram 9,8% em volume e 4,8% em valor, para um total de 92 milhões de litros (menos 10 milhões do que no mesmo período do ano passado) e 240,2 milhões de euros (menos 12 milhões do que em 2021).

Por outro lado, as vendas nos restaurantes dispararam, com aumentos de 221,8% em volume e 241,8% em valor. No total, durante o primeiro semestre do ano, foram consumidos 38 milhões de litros, no valor de 263 milhões de euros.

Ainda segundo a Nielsen, o preço médio por litro vendido na grande distribuição é de 2,61 euros e 6,91 euros nos restaurantes. Em termos de regiões, o vinho do Alentejo é o grande favorito, garantindo uma quota de mercado total de 23%. Seguem-se os vinhos do Douro e Verde, com quotas de 13,6% e 9,1%, respectivamente.

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Economia

Famalicão: Obras na cidade terminam a 20 de agosto

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A Câmara Municipal de Famalicão prorrogou o prazo das obras por 20 dias.

Esta terça-feira, o autarca comunicou aos jornalistas que, depois do dia 31 de julho, recebeu um pedido de prorrogação de 60 dias, o qual foi recusado.

Em declarações aos jornalistas, Mário Passos abordou também temas como a possível exigência de mais-valias por parte da autarquia e a criação e formalização de uma nova figura de gestor de centro urbano, que entra em funções esta quarta-feira.

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Economia

Eletricidade: Endesa compromete-se a manter preços contratuais após anuncio de aumento de 40%

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A Endesa comprometeu-se esta segunda-feira a manter os preços contratuais até dezembro e a cumprir os compromissos estabelecidos no mecanismo ibérico, depois de o presidente da empresa ter afirmado que a eletricidade iria subir 40% este mês.

“A Endesa compromete-se a manter os preços contratuais com os seus clientes residenciais em Portugal até ao final do ano”, lê-se num esclarecimento divulgado esta segunda pela empresa. Segundo a mesma nota, a empresa vai ainda cumprir os compromissos estabelecidos no quadro regulatório português, bem como no mecanismo ibérico.

O presidente da Endesa, Nuno Ribeiro da Silva, disse, em entrevista ao Jornal de Negócios e à Antena 1, que a eletricidade vai sofrer um aumento de cerca de 40% já nas faturas de julho. “Em particular, a partir do final de agosto, mas já nas faturas do consumo elétrico de julho, as pessoas vão ter uma desagradável surpresa. […] Estamos a falar de qualquer coisa na ordem dos 40% ou mais, relativamente àquilo que as pessoas pagavam”, afirmou Nuno Ribeiro da Silva.

Segundo a elétrica, em causa está pagamento do “travão do gás”. Este travão, criado para Portugal e Espanha, levou a um desconto nos preços do gás natural utilizado para a produção de eletricidade. Na sequência das declarações, o Ministério do Ambiente e da Ação Climática divulgou um comunicado, no qual rejeitava declarações de Nuno Ribeiro da Silva, classificando-as como “alarmistas”.

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Economia

Patrões preparam aumento de salários para “segurar” melhores talentos no mercado de trabalho

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No próximo ano, os empregadores portugueses estão a planear aumentar os seus orçamentos salariais numa média de 3,2%, numa tentativa de reter e atrair os melhores talentos.

De acordo com um relatório da ECO, o valor de 3,2% é superior ao crescimento médio de 3% dos orçamentos apresentados em 2022 e está também acima dos 2,4% de inflação previstos para o próximo ano. A razão por detrás do aumento está a ser atribuída à competitividade num mercado onde encontrar os melhores talentos é um desafio.

“O clima económico desafiante e o avanço de novas formas de trabalho estão a forçar as organizações a manterem-se atentas aos orçamentos salariais. As que não o fizerem, não serão competitivas, perderão os seus empregados e terão de lutar mais arduamente para os substituir. Num ambiente tão dinâmico, é imperativo que as empresas tenham uma estratégia clara de recompensas e compreendam o que o mercado de trabalho e as suas pessoas”, disse Sandra Bento, directora associada – recompensa a inteligência dos dados na WTW Portugal, numa declaração.

Mais de um terço (36%) das organizações inquiridas verificou que o seu orçamento salarial é actualmente mais elevado do que o esperado. E a mesma percentagem (36%) também disse que irá aumentar a frequência com que reverem os salários. Entre estas, 98% irão rever os salários duas vezes por ano.

Há três razões fundamentais para o aumento dos orçamentos: preocupações sobre um mercado de trabalho mais restrito (57%), receios sobre a inflação (56%) e satisfação das expectativas e preocupações dos trabalhadores (43%).

A proporção de empresas portuguesas que relataram dificuldades em atrair talentos aumentou de 28% em 2020 para 90% este ano, enquanto que as que têm problemas em manter os actuais empregados subiu de 20% para 84% no mesmo período.

Para melhorar a sua atractividade, 65% dos empregadores aumentaram a flexibilidade no local de trabalho; 60% colocaram mais ênfase na diversidade e inclusão; e 40% oferecem agora incentivos financeiros, tais como bónus de entrada.

Do mesmo modo, as organizações estão empenhadas em manter o seu talento, nomeadamente aumentando o seu foco na diversidade e inclusão (56%); o aumento das opções de trabalho à distância (45%); e a mudança nas estruturas salariais, através do salário base e dos bónus (38%).

“O exigente mercado de trabalho, especialmente em torno de certas competências-chave, significa que as organizações precisam de ser muito mais criativas na resposta aos desafios da atracção e retenção. Não se trata apenas de remuneração. Os empregadores precisam de compreender a dinâmica da diversidade da sua força de trabalho e proporcionar uma experiência superior aos funcionários para todos”, explica Sandra Bento.

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