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Póvoa de Varzim

Três encapuzados assaltam pizzaria na Póvoa de Varzim em menos de um minuto

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Um grupo de três homens assaltou, na madrugada desta segunda-feira, uma pizzaria na freguesia de S. Pedro de Rates na Póvoa de Varzim.

De acordo com a CM, o crime ficou registado nas câmaras de vigilância do estabelecimento.

Toda a operação demorou menos de um minuto.

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Póvoa de Varzim

Homem de 44 anos detido após roubo por esticão na Póvoa de Varzim

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Um homem de 44 anos de idade e desempregado foi detido, esta quarta-feira, pelas 19:20, na Avenida dos Descobrimentos, Póvoa de Varzim, por roubo por esticão, após uma denúncia.

No local, apresentou-se um cidadão, a efetuar a entrega sob detenção do suspeito, que, momentos antes, através de esticão havia subtraído à vítima, uma mulher de 63 anos de idade, um fio em ouro.

A vítima não careceu de receber tratamento hospitalar.

O detido vai ser presente junto das Autoridades Judiciárias.

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Póvoa de Varzim

Tony Carreira atua esta quarta-feira no S. Pedro na Póvoa de Varzim

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Tony Carreira atua, esta quarta-feira, nas festas do S. Pedro, na Póvoa de Varzim.

O espetáculo terá lugar junto à Fortaleza da Póvoa e a entrada é aberta ao público.

Ainda para esta quarta-feira estão marcados outros eventos tais como uma missa às 11h na Igreja da Lapa, a Procissão em honra do santo popular com início às 16 horas na Igreja Matriz e que irá terminar no templo religioso do bairro sul e uma arruada pela Banda Musical da Póvoa de Varzim e Banda de Arnoso, Famalicão, da Igreja Matriz até à Praça do Almada, ao início da tarde.

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Barcelos

Póvoa de Varzim formaliza nova reclamação sobre aterro sanitário em Barcelos e acusa “cheiro nauseabundo”

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A Câmara da Póvoa de Varzim, do distrito do Porto, formalizou hoje uma nova reclamação sobre a atividade de um aterro sanitário, instalado no município vizinho de Barcelos, alvo de queixas da população pela emissão de “cheiro nauseabundo”.

A infraestrutura, que está localizada na freguesia barcelense de Paradela, é gerida pela empresa Resulima, responsável pela recolha de resíduos nos municípios de Arcos de Valdevez, Barcelos, Esposende, Ponte da Barca, Ponte de Lima e Viana do Castelo e entrou em funcionamento no início deste ano, mas, desde então, tem gerado a contestação dos habitantes das freguesias poveiras limítrofes de Rates e Laúndos,

As populações queixam-se, há alguns meses, da presença de “um cheiro nauseabundo” na zona, apontando como causa a atividade do aterro, levando a autarquia poveira, em abril deste ano, a pedir à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), entidade responsável pela fiscalização deste tipo de equipamentos, uma inspeção ao equipamento.

No relatório dessa vistoria, a que agência Lusa teve acesso, a CCDR confirmou existência de “odores incomodativos” e de oito inconformidades no funcionamento do equipamento, relacionados, sobretudo, com o modo de processamento e tratamento dos resíduos, dando um prazo de 30 dias para a Resulima apresentar um plano de ação, e de 180 dias para resolver os problemas.

Nesse período, e com o aterro a funcionar com uma licença provisória, a empresa disse ter reforçado a cobertura dos resíduos e ter implementado medidas para mitigar a emissão de odores, mas o presidente da Câmara da Póvoa de Varzim afirmou que as queixas da população mantêm-se.

“Lamentavelmente, a Resulima ainda não tomou qualquer medida estrutural que resolva o problema de fundo e recebemos várias reclamações das populações pelos odores desagradáveis. Por isso, remetemos para CCDR-N uma nova reclamação”, afirmou Aires Pereira.

O autarca poveiro considerou que a situação “não se vai resolver com a aplicação de ‘paliativos’”, considerando que “é preciso repensar o projeto e reinvestir para que este incómodo para as populações e para o meio ambiente deixe de existir”.

“Não é expectável que uma nova infraestrutura, criada de raiz, possa constituir um passivo ambiental, quando devia existir para o resolver. Há certamente alguma coisa errada e é preciso agir”, reforçou Aires Pereira.

O aterro localizado na freguesia de Paradela, operado pela Resulima, que começou a ser construído em 2017 e foi implementado numa área de 14 hectares, teve um custo de 28 milhões de euros, tendo sido anunciado como um equipamento moderno e tecnologicamente avançado.

O equipamento situa-se a algumas centenas de metros de um antigo aterro na freguesia de poveira de Laúndos, que, depois de algumas décadas em funcionamento, foi recuperado e selado pela Lipor, empresa intermunicipal de gestão de resíduos do Grande Porto, em 2004, num investimento de 3,2 milhões de euros.

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Póvoa de Varzim

Investimento de 2 milhões tenta evitar o avanço do mar na Póvoa, Vila do Conde e Ofir

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A Agência Portuguesa do Ambiente (APA) formalizou hoje o arranque de três obras no litoral norte, com um valor global de quase dois milhões de euros, para proteger as populações e as infraestruturas do fenómeno da erosão costeira.

As intervenções, que vão ter lugar em Vila do Conde, na freguesia de Árvore, na Póvoa de Varzim, na freguesia de Aguçadoura, ambas no distrito do Porto, e na praia de Ofir, em Esposende, distrito de Braga, arrancam no imediato, mas têm prazos e graus de complexidade diferentes.

Em Vila do Conde será feita a operação mais profunda e dispendiosa, avaliada em 1,8 milhões de euros, com 85% de financiamento de verbas europeias, visando reabilitar a defesa aderente da marginal de Árvore.

A obra, que terá um prazo de execução de 330 dias, vai incidir numa faixa de 160 metros, com o muro de proteção a ser reforçado com estacas e com um enrocamento para dar mais resistência à estrutura perante a ação do mar.

O presidente da Câmara de Vila do Conde, Vítor Costa, vincou que esta é uma “obra fundamental para que esta praia de Árvore continue a existir”, lembrando o perigo que a zona, incluindo as habitações, corre, devido à erosão costeira, pedindo investimento ao governo.

“O poder local, que está mais próximo, tem alertado a administração central para estas questões que afetam a segurança das populações e a atividade económica na nossa região. Seremos sempre exigentes na resolução deste problema, lembrando a necessidade de se investir nos nossos concelhos”, reforçou o autarca.

Um pouco mais à norte, na cidade vizinha da Póvoa de Varzim, também foi feita a consignação de uma obra, no valor de 75 mil euros, para reforçar um muro e uma escada na praia de Aguçadoura, numa intervenção que vai durar 30 dias.

O autarca local, Aires Pereira, também frisou a importância desta intervenção, afirmando “que há presença humana significativa a viver junto à orla costeira e é preciso proteger essas populações com antecedência, não esperando pelos incidentes”, e lembrando uma outra zona problemática no seu concelho, na praia da freguesia de Estela.

“É urgente fazer um reforço da duna primária existente, pois se esta for derrubada pelo mar, todos os campos a nascente, onde há uma intensa produção hortícola, podem ser inundados com água salgada e colocarem causa a subsistência de mais de 10 mil pessoas. Já temos um estudo para essa intervenção e esperamos que no próximo quadro comunitário a APA faça constar essa intervenção”, disse o presidente da Câmara da Póvoa de Varzim.

Ainda no âmbito das intervenções hoje firmadas no litoral norte, vai também arrancar a obra na praia de Ofir, em Esposende, com a reparação de um geotubo que se desgastou e com o reforço, com areia, de toda estrutura colocada para travar o avanço do mar, num investimento de 133 mil euros.

O vice-presidente da APA, José Pimenta Machado, que hoje assinou o arranque das empreitadas, lembrou que “os problemas da erosão costeira vão ser potenciados pela ação climática”, apontado que esta “é uma realidade que o país tem de se preparar, adaptando o território com planeamento, proteção, e, em algumas situações no limite, com um recuo para terra”.

O dirigente considerou que com as intervenções hoje consignadas “haverá mais solidez e resistências estrutural para encarar os avanços do mar, sobretudo no período de inverno”, garantindo a preocupação para que as obras “perturbem o menos possível a atividade da época balnear”.

O vice-presidente da APA assegurou, ainda, que “todo o litoral português merece a preocupação da APA”, destacando, na zona norte, Espinho (Aveiro) e Esposende “por terem situações particularmente vulneráveis”, mas vincado que “o Plano de Ordenamento Costeiro (POC) contempla todas essas preocupações”.

Questionado sobre as questões da seca que assola o país, e a intervenção da APA nesse âmbito, José Pimenta Machado não teceu comentários, dizendo apenas que o organismo “está a trabalhar em soluções que em breve serão anunciadas”.

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Póvoa de Varzim

Póvoa de Varzim “pondera” sair da Associação Nacional de Municípios

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 O presidente da Câmara da Póvoa de Varzim disse “estar a ponderar” propor aos órgãos autárquicos a saída da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), devido ao desagrado com as negociações no processo de descentralização.

“Não nos revemos na forma como a ANMP se tem posicionado, e como tem negado a necessidade de haver um reforço de verbas que defenda a sustentabilidade do processo. Estamos a ponderar a saída da Póvoa de Varzim da associação”, revelou Aires Pereira.

O autarca poveiro, que na quinta-feira à noite foi o anfitrião de um debate sobre descentralização e regionalização, onde também participou o presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, disse que vai “esperar, nos próximos dias, do que resulta do orçamento geral do Estado e da posição da ANMP sobre o tema, para tomar uma posição”.

“Espero é que haja um reforço efetivo nas verbas ligadas à educação, para a manutenção das escolas, apoio às refeições e aos custos com energia. Caso não aconteça, causará instabilidade financeira nos municípios. Não quero colocar a Póvoa de Varzim numa situação débil por força deste processo e colocar em causa outros investimentos”, afirmou Aires Pereira.

Aires Pereira, eleito pelas listas do PSD, lembrou que, no caso da Póvoa de Varzim, o diferencial do que está previsto receber do orçamento de Estado, no âmbito da descentralização para a área da educação, e os custos reais do município com as escolas “é superior a quatro milhões de euros por ano”.

“Não há orçamento municipal que aguente isso. A ANMP, que negociou estes valores, parece que tem a agenda do governo, e não dos municípios. É preciso dizer que isto não está bem”, desabafou o autarca da Póvoa de Varzim,

Aires Pereira disse, ainda, ter conhecimento que mais municípios da Área Metropolitana do Porto estão também a ponderar a saída da ANMP, mas vincou “que não será uma posição concertada”.

“Essas decisões vão surgir da avaliação que cada município fará da sua situação. Nem todos estão em condições de sair [da ANMP]”, concluiu o presidente da Câmara da Póvoa de Varzim.

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Póvoa de Varzim

Já começaram os trabalhos de drenagem no porto de pesca da Póvoa de Varzim

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Os trabalhos de dragagens no porto de pesca da Póvoa de Varzim, distrito do Porto, referentes a 2022, já se iniciaram, com o objetivo de retirar 85 mi metros cúbicos de sedimentos, anunciou hoje a DGRM.

Através de um comunicado, a Direção-Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos informou que a operação se enquadra no contrato plurianual de dragagens de manutenção dos portos do Norte do país.

“As referidas dragagens foram precedidas dos levantamentos batimétricos, necessários à avaliação das reais condições de assoreamento neste porto, tendo-se agora dado início aos trabalhos de retirada dos excessos de sedimentos depositados”, refere.

Segundo a DGRM, os trabalhos no porto de pesca poveiro, um do mais movimentados da região norte, contemplam, “numa primeira fase, a dragagem da barra e canal de entrada, e, numa segunda fase, a dragagem da zona adjacente ao cais dos combustíveis, estando previsto um volume total de 85.000 metros cúbicos de sedimentos”.

Até 2023 governo pretende investir um total de 4,12 milhões de euros em dragagens anuais nos portos de Vila Praia de Âncora (Caminha), Esposende, Póvoa de Varzim e Vila do Conde.

Está previsto ser dragado um total de 525 mil metros cúbicos de areia, repartidos pelos portos de Vila do Conde (130 mil metros cúbicos) e Póvoa de Varzim (200 mil), no distrito do Porto, Esposende (115 mil), distrito de Braga, e Vila Praia de Âncora (80 mil), distrito de Viana do Castelo.

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Póvoa de Varzim

Celebram-se este domingo 18 anos da beatificação da Santa Alexandrina de Balasar

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Nos próximos dias 24 e 25 de abril, celebra-se o 18.º aniversário da beatificação de Alexandrina Maria da Costa, carinhosamente conhecida como “Santinha de Balasar”, freguesia da Póvoa de Varzim.

No Domingo, dia 24, às 14:00, será inaugurada a Exposição “Milagres eucarísticos no Mundo”, um trabalho de Carlo Acutis e que apresenta uma seleção dos principais milagres que aconteceram durante vários séculos em diferentes países do mundo e reconhecidos pela Igreja, com fotografias e descrições históricas.

Na inauguração da exposição, Alexandre Duarte Freire irá proferir uma conferência tendo como tema “Os santos Místicos e a Eucaristia”.

O professor Alexandre é formado em Mística e professor na Universidade Católica. É o responsável pelo estudo e publicação dos escritos e obras de Alexandrina. Já foram publicadas três obras e, em breve, será publicada a quarta, “As Cartas ao Padre Humberto Pasquale”.

Durante o dia haverá sacerdotes para atender de Confissão. Pode acompanhar as celebrações através de www.alexandrinadebalasar.com.

Nascida a 30 de Março de 1904 no lugar de Gresufes, em pleno meio católico e rural de Balazar, para frequentar a escola primária, Alexandrina mudou-se em 1911 para o meio urbano da Póvoa de Varzim, onde viveu na pensão de um marceneiro, na Rua da Junqueira. Ao fim de dezoito meses, regressou à freguesia natal, para o lugar do Calvário, freguesia esta de Santa Eulália de Balazar onde, desde o tempo da sua quarta avó materna Tereza Maria da Costa Carneira — bisneta do Morgado da Santíssima Trindade, Pedro Carneiro da Gram —, é a terra onde viveu toda a sua família.

Com 14 anos, no dia de Sábado de Aleluia (antes da Páscoa) de 1918, estando a trabalhar em costura com a sua irmã Deolinda e outra menina, deu um salto do quarto onde estava para se defender de agressores que invadiram a casa, numa atitude semelhante à de Santa Maria Goretti que morreu em defesa da sua virgindade.

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Póvoa de Varzim

Mulher desaparecida em Rates na Póvoa de Varzim encontrada pela GNR em área de vegetação densa

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Uma mulher de 64 anos que desapareceu, este domingo, na freguesia de S. Pedro de Rates, na Póvoa de Varzim, foi localizada, esta segunda-feira, por militares da GNR.

Depois de terem recebido o alerta, cerca das 20:00 de domingo, os militares da Guarda desencadearam de imediato uma operação de busca para encontrar a idosa desaparecida, acabando por percorrer toda a área envolvente e, na sequência das diligências policiais e na continuação das buscas, foi possível localizar a idosa com vida, numa zona de densa vegetação, através do binómio cinotécnico do Destacamento de Intervenção (DI) do Porto, cerca das 09:50 desta segunda-feira.

A idosa foi assistida no local, tendo sido posteriormente encaminhada para uma unidade hospitalar.
Na operação de busca e salvamento estiveram ainda presentes elementos da Cruz Vermelha de Macieira de Rates, Barcelos.

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Póvoa de Varzim

Jovem morre atropelado numa passadeira em frente à estação de metro da Póvoa

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Foto JN

Um jovem de 28 anos morreu, na noite desta sexta-feira, depois de ser atropelado numa passadeira em frente à estação de metro da Póvoa de Varzim.

O alerta foi dado cerca das 22.30 horas desta sexta-feira. Segundo testemunhas, no embate, o rapaz foi projetado a 30 metros e o carro só parou a 100 metros do acidente. As causas são ainda desconhecidas.

Os Bombeiros da Póvoa e a PSP ocorreram ao local. O trânsito da Estrada Nacional 13, em frente à estação de metro, foi cortado nos dois sentidos.

Por volta das 0.30 horas, o corpo foi levado pelos bombeiros, que limparam a via. O condutor foi levado num carro da polícia e o veículo envolvido no acidente continua no local. Os pais da vítima também estiveram presentes e a mãe foi assistida pela psicóloga do INEM.

Inicialmente, a informação era de que se aguardava a chegada da Polícia Judiciária para a realização de perícias, mas a PJ acabou por não ir ao local.

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Barcelos

Câmara da Póvoa pede inspeção a aterro sanitário de Barcelos por causa de “odores desagradáveis”

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A Câmara da Póvoa de Varzim, do distrito do Porto, solicitou uma inspeção a um aterro sanitário instalado no município vizinho de Barcelos, que tem sido alvo de queixas da população pela emissão de “odores desagradáveis”, anunciou hoje o autarca poveiro Aires Pereira.

O equipamento, que está localizado na freguesia barcelense de Paradela, é gerido pela empresa Resulima, responsável pela recolha de resíduos nos municípios de Arcos de Valdevez, Barcelos, Esposende, Ponte da Barca, Ponte de Lima e Viana do Castelo, e entrou em funcionamento no início deste ano, mas, desde então, tem gerado a contestação dos habitantes das freguesias poveiras limítrofes de Rates e Laúndos.

“Não iremos tolerar que no século XXI seja aberto um aterro e que este não seja operado de acordado com as licenças respetivas, nomadamente no que diz respeito à questão dos odores desagradáveis”, disse Aires Pereira.

Nesse sentido, o autarca poveiro garantiu que já entrou em contacto com a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), entidade responsável pela fiscalização deste tipo de equipamentos, que, segundo Aires Pereira, “se disponibilizou para fazer uma inspeção ao local, com a participação da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA)”.

O presidente da Câmara da Póvoa de Varzim lembrou, ainda, que fruto de alguma “pressão” feita autarquia, a empresa Resulima deu nota que “tomou medidas mitigadoras, nomeadamente a maior celeridade na cobertura dos resíduos e a colocação a uma nova barreira de aromatizadores que possam mitigar a saída dos cheiros”, mas não descartou a tomada de uma posição “mais dura” se o problema não for corrigido.

“Estamos a tratar do assunto ponto de vista jurídico, para que se a situação não se resolver e o aterro não operar de acordo com as condições de licenciamento, possamos tomar diligências”, garantiu Aires Pereira.

O autarca lembrou que as Juntas de Freguesia de Rates e Laúndos estão a “recolher assinaturas para no futuro, se necessário, poder sinalizar testemunhas que tenham sido afetadas por este problema”.

Este aterro de Paradela, operado pela Resulima, que começou a ser construído em 2017 e foi implementado numa área de 14 hectares, teve um custo de 28 milhões de euros, tendo sido anunciado como um equipamento moderno e tecnologicamente avançado.

O equipamento situa-se a algumas centenas de metros de um antigo aterro na freguesia de poveira de Laúndos, que depois de algumas décadas em funcionamento, foi recuperado e selado pela Lipor, empresa intermunicipal de gestão de resíduos do Grande Porto, em 2004, num investimento de 3,2 milhões de euros.

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