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Braga

GNR apreende 11 plantas de canábis no interior de uma habitação em Esposende

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O Comando Territorial de Braga, através do Posto Territorial de Esposende, no dia 25 de junho, apreendeu 11 plantas de canábis, em Esposende.

A GNR apreendeu, este fim de semana, 11 plantas de canábis dentro de uma habitação, em Esposende, no decorrer de uma ação de patrulhamento.

Os militares detetaram a existência de plantas de canábis no interior de uma habitação, o que despoletou uma serie de diligências policiais que culminaram no cumprimento de uma mandado de busca para a referida residência. Em conjunto com as 11 plantas de canábis foi também apreendida uma arma de ar comprimido em situação irregular.

Os factos foram remetidos ao Tribunal Judicial de Vila Nova de Famalicão.

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Braga

Braga: Inaugurada nova Base Operacional do INEM

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O INEM inaugurou, esta quarta-feira, no Regimento de Cavalaria 6, a sua nova Base Operacional em Braga. A sua localização favorece a concentração dos meios logísticos e providencia melhores acessos para levar a cabo as operações.

No quartel estão baseadas duas ambulâncias e uma moto de emergência médica.

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Braga

PS diz que Câmara de Esposende já conhecia risco de deslizamento de terras há 3 anos

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O Partido Socialista (PS) de Esposende afirmou, esta terça-feira, que a câmara local sabia, desde 2019, dos riscos e da urgência de uma intervenção no local onde em novembro ocorreu um deslizamento de terras que matou dois jovens.

Em comunicado, o PS refere que em agosto de 2019 um morador de uma das casas situada na parte de baixo da encosta se queixou da queda de pedras nos quintais na sequência de uma moradia, com piscina, que entretanto começara a ser erigida no cimo do monte.

A 23 de novembro, um deslizamento de terras e pedras de grandes dimensões atingiu uma habitação em Palmeira de Faro, Esposende, provocando a morte de dois jovens de 22 anos.

Após consultar o processo, o PS diz que a construção da moradia no cimo da encosta foi duas vezes indeferida, após parecer negativo da arquiteta municipal responsável pelo dossiê, por alegada violação do Plano Diretor Municipal (PDM), um parecer corroborado pelo então Chefe da Divisão de Gestão Urbanística (DGU).

Entretanto, acrescenta o PS, a câmara aprovou, com um voto contra, em 31 de janeiro de 2019, uma interpretação da autoria de um gabinete privado, sobre o artigo do PDM que os técnicos diziam que o projeto violava.

A arquiteta volta a dar parecer negativo, afirmando que a nova argumentação não tinha sentido e que o projeto continuava a violar o PDM, pelo que deveria ser indeferido.

Ainda segundo o PS, o chefe da DGU foi substituído e o projeto foi aprovado e o presidente da câmara, “de imediato”, deferiu-o.

“Ou seja, para o projeto ser aprovado, coincidência ou não, foram precisas três tentativas, uma mudança de Chefe de Divisão e uma interpretação “encomendada” a um gabinete privado de um artigo do PDM”, referem os socialistas.

Segundo o PS, o alvará foi levantado na segunda metade de maio de 2019 “e, nessa altura, por fotografias disponíveis no Google Earth Pro, era possível constatar a existência de grande desmatação e movimentação de terras”.

“Em agosto de 2019, um vizinho de uma das casas situada abaixo queixou-se telefonicamente, aos serviços de fiscalização do município, da existência de queda de pedras nos quintais das casas situadas no nível inferior, tendo os serviços de fiscalização da Câmara dado informação disso mesmo”, acrescenta.

Foi solicitada a intervenção do serviço de proteção civil municipal, cujo responsável enviou, em agosto de 2019, um e-mail em que dava conta da existência de uma habitação em fase de construção no cimo da vertente e de que a situação da queda de inertes se ficou a dever à retirada de vegetação por elementos da empresa construtora.

Dizia ainda que, no decurso da avaliação presencial, se verificou “a existência de um bloco de dimensões consideráveis que apresenta uma fissura colocando em risco bens e pessoas no sopé da encosta”.

Nesse mesmo mês, foi feita uma vistoria, tendo a engenheira municipal referido a necessidade de “uma intervenção urgente, confirmando os riscos existentes”.

“Durante três anos, entre 2019 e 2022, os responsáveis camarários, a começar pelo seu presidente, que despachou diretamente o processo, sabiam dos riscos e da urgência de uma intervenção, pois estava em causa a segurança de pessoas e bens, como se encontra escrito preto no branco, em vários documentos do processo, quer pela arquiteta que sempre defendeu que o processo viola o PDM, quer pela engenheira que foi chamada para fazer a vistoria, quer pelo responsável pelos serviços de proteção civil municipais, quer pelos serviços de fiscalização. Em suma, por um elevado número de técnicos, que informaram os responsáveis políticos do município, incluindo o presidente da câmara”, vincam os socialistas.

Dizem ainda que a casa construída no topo da encosta “não tem licença de habitabilidade/ocupação” e que a piscina da mesma foi implantada em zona agrícola “e não onde se encontrava projetada”, sem que a Câmara alguma vez tivesse embargado a obra.

“É claro que a tragédia ocorrida foi uma fatalidade que os responsáveis autárquicos não estavam à espera que acontecesse. Mas tal não significa que não tivessem a obrigação de prever que podia ocorrer, tal o número de alertas ao longo de três anos, sem que nada tivesse sido feito. Foram mais de três anos. Não foram três dias, nem sequer três meses”, sublinha o PS.

O partido diz que há “responsabilidade política de quem exerce as funções autárquicas” e que os esposendenses “têm o direto de saber aquilo que até agora o presidente da Câmara escamoteou”.

A Lusa contactou a câmara, que disse que o presidente não quer fazer qualquer comentário.

Um dia depois da derrocada, a autarquia decidiu proibir o acesso à zona afetada, o que implicou o realojamento dos moradores nas oito moradias ali existentes.

No sentido de aferir as condições de segurança e sustentabilidade dos terrenos da área afetada, o município entendeu ainda avançar com a realização de um estudo geotécnico, a desenvolver por técnicos da Universidade do Minho.

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Braga

Bosch de Braga passa a desenvolver ‘software’ para sistemas de segurança automóvel e cria equipa de 20 engenheiros

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A Bosch vai criar, em Braga, uma nova equipa de desenvolvimento de ‘software’ para sistemas de segurança automóvel, concretamente airbags e travões, anunciou hoje aquela multinacional alemã.

Em comunicado, a Bosch refere que a nova equipa será criada no início de 2023 com cerca de 20 engenheiros de ‘software’, mas o objetivo passa por recrutar mais 60 perfis especializados até ao final do próximo ano.

A nova equipa será responsável por desenvolver sistemas de ‘software’ embebido para airbags e travões de última geração para a mobilidade do futuro, tecnologias que, acrescenta a empresa, “vão representar um marco na inovação e no futuro dos sistemas de segurança de veículos de passageiros, bem como nos futuros veículos autónomos”.

“A partir de Braga, vamos contribuir para o objetivo de continuar a salvar vidas, tornando a condução mais segura e confortável”, refere Carlos Ribas, representante da Bosch em Portugal e administrador técnico da Bosch em Braga.

Para a instalação desta nova área de I&D em Braga, a Bosch vai reforçar as suas equipas com perfis especializados em engenharia de software, estando agendado para 13 e 14 de janeiro um evento de recrutamento do qual os participantes poderão sair já com uma proposta de trabalho.

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Braga

Criança de 6 anos perde a vida após queda de 2.º andar de prédio em Braga

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Uma criança de seis anos perdeu a vida, esta sexta-feira, depois de ter caído do segundo andar de um prédio, na freguesia de Lamaçães, em Braga.

O óbito foi declarado no local pelas equipas de socorro.

Uma unidade de intervenção psicológica foi destacada para o local para apoiar os familiares da criança.

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Braga

GNR apreende 380 litros de aguardente em Fafe no valor de 4 mil euros

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A GNR apreendeu na terça-feira, em Fafe, no distrito de Braga, 380 litros de aguardente no valor de quatro mil euros, adiantou hoje esta força policial.

Em comunicado, a GNR refere que, além desta apreensão, foi constituído arguido um homem, de 47 anos.

No âmbito de uma investigação por introdução fraudulenta no consumo, que decorria há cerca de dois meses, os militares realizaram buscas numa destilaria e armazém.

Durante as mesmas, os militares detetaram aguardente armazenada em local não autorizado pela autoridade aduaneira competente, “escapando” deste modo às obrigações tributárias de declaração e pagamento dos impostos incidentes, referiu.

“O valor da aguardente apreendida ascende a quatro mil euros, sendo que a sua comercialização ilícita teria causado um prejuízo ao Estado de cerca de cinco mil euros”, frisou a GNR.

A GNR apreendeu, ainda, um alambique composto por duas colunas de cobre.

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Braga

Solução que permite a deteção precoce de doenças respiratórias desenvolvida na Universidade do Minho

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Uma spin-off da Universidade do Minho desenvolveu uma solução que permite a deteção precoce de doenças respiratórias e, dessa forma, “salvar vidas”, anunciou a Agência Nacional de Inovação (ANI).

Em causa o eRDT IPLEMEXED, projeto que venceu o Born from Knowledge (BFK) Awards, atribuído na terça-feira pela ANI, no âmbito do Altice International Innovation Award.

Em comunicado, a ANI refere que aquele projeto permite fazer em casa e em apenas 20 minutos o diagnóstico de doenças respiratórias, que até aqui demorava entre dois e sete dias e era feito em contexto hospitalar.

Desenvolvida pela IPLEXMED, uma start-up de Braga que conta com parceiros como a Universidade do Minho e o Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologia, a solução apresenta uma plataforma de diagnóstico não invasiva, em contexto doméstico, de infeções respiratórias clínicas.

“Existem doenças que não deixam muita margem de manobra para diagnósticos, levando muito tempo a marcar exames. A solução da IPLEXMED é portátil, oferecendo resultados rápidos e práticos. O sistema funciona com um cartucho que recolhe amostras de saliva, por exemplo, inserido no módulo, que por sua vez é ligado ao PC, acedendo à sua base de dados”, explica o comunicado.

A solução tem sensores de grafeno que capturam moléculas, dando resultados em 20 minutos.

Pode ser aplicada a qualquer pessoa, reduzindo de dias para minutos a deteção precoce de doenças, salvando dessa forma vidas.

O negócio da IPLEXMED é fornecer os equipamentos a centros de saúde, mas também diretamente aos pacientes.

A tecnologia consegue fazer diferentes análises com apenas uma amostra.

Atualmente, há cerca de mil milhões de pessoas que sofrem de doenças respiratórias crónicas.

Destas, aproximadamente 380 milhões são diagnosticadas com doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC), a terceira causa de morte em todo o mundo.

“Doentes de doenças pulmonares crónicas são altamente vulneráveis a bactérias multirresistentes, a principal causa de exacerbação dos sintomas e de morte”, remata o comunicado, para relevar a importância da deteção precoce.

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Braga

ASAE apreende mais de 60 mil artigos de contrafação em Braga à venda no Facebook

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A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) apreendeu, em Braga, mais de 60.000 euros em artigos contrafeitos, que estavam à venda no Facebook, e o suspeito pela prática do crime ficou sujeito ao termo de identidade e residência.
Em comunicado, a ASAE detalhou que foram apreendidos 3.800 artigos contrafeitos, entre vestuário, calçado desportivo, marroquinaria e perfumes, num valor total de 60.400 euros.

Foram ainda apreendidos 2.400 euros em dinheiro.

As buscas, que visaram um domicílio, um armazém e três viaturas, decorreram em Braga, no âmbito de um processo-crime em investigação pela venda de contrafação através da rede social Facebook.

“Foi também realizada uma pesquisa de dados informáticos no telemóvel do suspeito, alegadamente usado para a prática do crime de investigação”, referiu.

Segundo a mesma nota, muitos dos artigos já tinham a indicação do nome do comprador, “evidenciando o elevado volume de vendas praticado e a elevada procura da página de Facebook”.

O suspeito foi constituído arguido e sujeito a termo de identidade e residência.

“A ASAE continuará a acompanhar o fenómeno da venda de contrafação ‘online’, promovendo a proteção da propriedade industrial e intelectual dos titulares das marcas lesadas e garantindo a proteção dos consumidores”, assegurou.

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Braga

PS diz ter “sérias suspeitas” da responsabilidade do município na tragédia de Esposende

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O Partido Socialista (PS) de Esposende disse hoje ter “sérias suspeitas” de que a Câmara e o seu presidente “têm responsabilidade” na derrocada registada na quarta-feira em Palmeira de Faro e que matou dois jovens.

Em comunicado, o PS acrescenta que vai solicitar à Procuradoria-Geral da República que peça ao Laboratório Nacional de Engenharia Civil para “efetuar uma perícia que determine o que efetivamente ocorreu”.

Segundo os socialistas, a responsabilidade da Câmara poderá ter a ver com o licenciamento de uma casa “recentemente edificada, situada num plano superior, cuja parte do logradouro ruiu sobre a casa onde se encontravam as vítimas”.

O deslizamento de terras e pedras de grandes dimensões registado na madrugada de quarta-feira atingiu uma habitação, registando-se a morte de dois jovens de 22 anos.

Nesse mesmo dia, em comunicado, a Câmara de Esposende (liderada pelo PSD) fez saber que o processo de licenciamento da casa atingida “decorreu com normalidade”, adiantando desconhecer qualquer reclamação do proprietário quanto a eventuais situações de risco.

O município, no distrito de Braga, acrescentou que a habitação está inserida numa operação de loteamento datada de 1994, constituída por 14 lotes.

“O processo de licenciamento desta habitação decorreu com normalidade, desconhecendo-se a existência de qualquer reclamação apresentada pelo proprietário desta habitação quanto a eventuais situações que pudessem pôr em perigo a mesma”, lia-se no comunicado.

Hoje, a RTP noticiou que alguns moradores, entre os quais se encontravam os proprietários da casa afetada, reportaram à Câmara, há mais de um ano, os perigos do talude decorrente da construção de uma moradia no cimo do monte.

Houve mesmo uma reunião nos Paços do Concelho em que chegou a ser colocada a hipótese de instalação de uma rede de contenção, mas em termos práticos o que saiu foi apenas uma sensibilização para a necessidade de limpeza das escarpas.

Ao canal televisivo, o presidente da Câmara, Benjamim Pereira, disse que o município “não tem legitimidade” para intervir naquele processo, por em causa estarem terrenos privados, e alegou que qualquer intervenção teria de ser feita pelos proprietários dos lotes.

O processo de licenciamento da moradia no topo do monte, sublinhou, foi “completamente legal”, incluindo o projeto de estabilidade.

A propósito, disse que os projetos de especialidade, incluindo os de estabilidade, são desenvolvidos por “projetistas qualificados” que assinam o respetivo termo de responsabilidade e que, dessa forma, assumem toda a responsabilidade pelos mesmos.

No comunicado de hoje, o PS diz que a Câmara de Esposende “é conhecida pelas facilidades, concedidas a alguns, permitindo construções em cima de linhas de água, sobre escarpas, sobre dunas primárias, em violação de planos de ordenamento, tudo sem que até agora as entidades competentes tenham agido administrativa e criminalmente, em punição de inúmeras ilegalidades”.

Os socialistas rematam dizendo que, em Esposende, “a lei tem sido de aplicação meramente facultativa, consoante as vontades da Câmara”.

“Exigimos que, desta vez, se vá até às últimas consequências”, apelam.

A Lusa contactou o presidente da Câmara de Esposende, que não quis prestar quaisquer declarações.

Na quinta-feira, um dia depois da derrocada, a autarquia decidiu proibir o acesso à zona afetada, o que implicou o realojamento dos moradores nas oito moradias ali existentes.

No sentido de aferir as condições de segurança e sustentabilidade dos terrenos da área afetada, o município entendeu ainda avançar com a realização de um estudo geotécnico, a desenvolver por técnicos da Universidade do Minho.

Só após esse trabalho é que serão definidos os “eventuais passos que se seguirão”, nomeadamente o regresso das pessoas às suas habitações.

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Braga

Funeral de Susana e Fábio realiza-se este sábado

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Realiza-se este sábado, na igreja nova de Vila Frescainha São Pedro, o funeral de Susana Gonçalves e Fábio David Veloso, o casal de 22 anos que perdeu a vida, na sequência de um deslizamento de terras em Esposende.

As cerimónias fúnebres realizam-se às 15 horas.
Os seu corpos seguem depois para o crematório do Vale do Ave, em Famalicão.

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Braga

Acidente com autocarro deixa várias crianças feridas em Fafe

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Um autocarro que transportava crianças para a Escola Básica 2,3 padre Joaquim Flores, em Fafe, terá colidido com uma habitação, resultando em vários feridos, de acordo com o jornal O Minho.

Tudo terá acontecido quando a parte lateral do veículo embateu contra a habitação, estilhaçando os seus vidros, que atingiram as crianças, que ficaram ligeiramente feridas.

Assim, o autocarro terá seguido o seu percurso até à escola, onde as crianças afetadas recebem agora assistência médica.

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