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Mundo

Situação em Mariupol é “catastrófica”. Novo corredor humanitário previsto para hoje

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A situação na cidade Mariupol é “catastrófica”, dizem Médicos Sem Fronteiras

Um novo corredor humanitário em Mariupol deverá acontecer este domingo, a informação foi confirmada pela Câmara Municipal local.

A evacuação terá lugar a partir de três locais na cidade e será feita por autocarros municipais, que pode ser acompanhada por automóveis privados.

À semelhança do plano para este sábado, o corredor humanitário está a ser escoltado pela Cruz Vermelha.

A organização não-governamental (ONG) Médicos Sem Fronteiras (MSF) defendeu, no sábado, que é “imperativo” retirar rapidamente a população da cidade ucraniana, cercada pelo exército russo, devido à situação humanitária “catastrófica”.

“Em Mariupol, a situação é catastrófica e piora de dia para dia”, disse Laurent Ligozat, coordenador de emergências da ONG na Ucrânia.

“Hoje (sábado), já não há água; as pessoas têm enormes dificuldades de acesso a água potável e isso está a tornar-se um problema essencial. Já não há eletricidade, já não há aquecimento. A comida está a acabar, as lojas estão vazias”, descreveu o responsável da MSF, a partir da cidade de Lviv, no oeste do país.

A MSF tinha já equipas naquela cidade portuária estratégica de cerca de 450.000 habitantes antes da invasão russa da Ucrânia, na semana passada. A ONG tem ainda no terreno pessoal, que ali está retido há vários dias.

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Mundo

Papa Francisco pede “paz e dignidade” para migrantes

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O Papa Francisco pediu este domingo aos governantes iniciativas eficazes para acabar com a guerra na Ucrânia e, no dia em que Itália deverá eleger uma coligação de direita, apelou para que os migrantes possam viver com paz e dignidade.

No Dia Mundial do Migrante e do Refugiado, que a Igreja celebra este domingo, o pontífice recordou que “é também graças a estes irmãos e irmãs que as comunidades podem crescer a nível social, económico, cultural e espiritual e partilhar as diferentes tradições enriquece o povo de Deus”.

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Mundo

Finlândia vai impedir completamente entrada de turistas russos no país

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Helsínquia anunciou, sexta-feira, a intenção de impedir completamente a entrada de turistas russos no país, mesmo que tenham visto, alegando que estes podem causar “um grave prejuízo para a posição internacional da Finlândia”.

A media, que entrará em vigor “o mais rápido possível”, foi acordada esta sexta-feira pelo presidente finlandês, Sauli Niinistö, e pelo Comité de Relações Exteriores e Segurança do Governo finlandês, em resposta à crescente chegada de cidadãos russos, após o decreto de mobilização de reservistas para a guerra na Ucrânia anunciado por Vladimir Putin.

“Todos os turistas serão impedidos de cruzar a fronteira. Isso aplica-se tanto àqueles que viajam com vistos Schengen emitidos anteriormente pela Finlândia como aos que viajam com vistos Schengen emitidos por outros países”, disse o ministro do Exterior finlandês, Pekka Haavisto, em conferência de imprensa.

Segundo Haavisto, as novas restrições começarão a ser aplicadas, provavelmente, a partir da próxima semana, assim que estiver concluída a preparação técnica e jurídica da medida.

O chefe da diplomacia finlandesa esclareceu ainda que o veto não irá afetar os cidadãos russos que cheguem ao país por motivos familiares, profissionais, escolares ou humanitários.

A Finlândia junta-se, desta forma, às três repúblicas bálticas (Estónia, Letónia e Lituânia) e à Polónia, que aplicaram medidas semelhantes desde segunda-feira, alegando que a entrada de turistas russos nos seus países pode colocar em perigo a segurança nacional.

A Finlândia, que partilha com a Rússia a maior fronteira da União Europeia (1.340 quilómetros), é hoje o único país do bloco europeu que aceita a entrada de cidadãos russos com vistos emitidos pelos seus próprios serviços consulares ou por qualquer outro país do espaço Schengen.

As autoridades finlandesas tentaram, sem sucesso, que a União Europeia concordasse em proibir a concessão de vistos de turismo aos cidadãos russos, mas a falta de acordo acabou por transformar o país numa grande porta de entrada de russos na Europa comunitária.

Com as ligações aéreas e ferroviárias cortadas pelas sanções europeias contra Moscovo, milhares de russos continuam a chegar diariamente à Finlândia, a maioria dos quais através dos quatro postos fronteiriços no sudeste do país, em Vaalimaa, Nuijamaa, Imatra e Niirala.

O anúncio do presidente russo, Vladimir Putin, de que 300 mil reservistas seriam mobilizados para lutar na Ucrânia provocou um aumento imediato de tráfego fronteiriço com destino à Finlândia.

Nesse mesmo dia, 4.403 cidadãos russos cruzaram a fronteira sudeste, normalmente a mais movimentada, devido à proximidade com São Petersburgo, um aumento de 57% em relação ao mesmo dia na semana anterior, enquanto na quinta-feira fizeram-no 5.959 pessoas, 107% a mais do que no período homólogo da semana anterior.

“As empresas são feitas com pessoas, mas há pessoas que fazem a diferença. Hoje é dia de homenagear o nosso Sr. José Pires, motorista da DVM. É um exemplo para todas as gerações, principalmente, para as mais jovens, por todo o tempo de dedicação, empenho e boa disposição com que se dedicou à DVM. Estamos gratos e orgulhosos de vê-lo chegar à idade da reforma com uma energia contagiante e na nossa companhia. Faz parte da nossa história e esperamos que do futuro, também”, pode ler-se na publicação feita na página oficial da empresa.

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Desporto

Federações europeias pressionam FIFA para uso de braçadeiras com as cores do arco-íris no Mundial do Qatar

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A FIFA foi pressionada por várias federações europeias de futebol para que os seus capitães usem uma braçadeira com um coração de arco-íris durante os jogos do Mundial do Qatar, para fazer campanha contra a discriminação.

As duas últimas campeãs mundiais França e Alemanha estão entre as oito das 13 seleções europeias finalistas no Qatar que aderiram à campanha One Love, que começou nos Países Baixos. A seleção neerlandesa enfrenta o Qatar no Grupo A, em 29 de novembro.

As regras da FIFA proíbem as equipas de apresentar os seus próprios desenhos de braçadeiras para o Mundial e especificam que devem usar equipamentos fornecidos pelo órgão regulador.

As braçadeiras são o mais recente campo de batalha para os jogadores divulgarem mensagens políticas relacionadas com o Mundial no Qatar, onde a homossexualidade é ilegal e a violação dos direitos humanos uma prática constante.

“Usar a braçadeira juntos em nome das nossas seleções enviará uma mensagem clara quando o mundo estiver a assistir”, afirmou o capitão da Inglaterra, Harry Kane, em comunicado.

A federação suíça de futebol disse que queria que o seu capitão Granit Xhaka usasse uma braçadeira na qual “se pudesse ver um coração com cores diversas, que representam a diversidade da humanidade”.

Os futebolistas têm usado os relvados para fazer passar mensagens, como o ajoelhar em campo antes dos jogos da ‘Premier League’ durante duas épocas, após a morte de George Floyd, um homem negro morto por um polícia nos Estados Unidos.

A FIFA aceitou o ato de ajoelhar e agora precisa decidir se apoia algumas das suas federações-membro mais influentes, num gesto que pode constranger o Qatar.

A campanha pelas braçadeiras foi lançada um dia após o emir do Qatar, o xeque Tamim bin Hamad al-Thani, ter falado na Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova Iorque, e ter prometido um Mundial sem discriminação.

Já o capitão da Polónia, Robert Lewandowski, disse esta semana que levaria para o Qatar uma braçadeira com as cores azul e amarela da bandeira da Ucrânia, num sinal de apoio a um país que foi invadido em 24 de fevereiro passado pela Rússia.

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Braga

Empresário de Braga “no meio” do furação Fiona em Punta Cana filma cenário catastrófico (VÍDEO)

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Um empresário de Braga, proprietário da empresa Pool Planet, a residir em Punta Cana, na República Dominicana, viu o furacão “Fiona” destruir vários edifícios nas imediações da sua empresa, estabelecida nesse país.

Tal como a Fama TV conseguiu apurar, a violência da intempérie foi tal que as instalações de vários edifícios, e as suas fachadas, ficaram irreconhecíveis após a passagem do furacão.

O furacão com nome de mulher, que já tinha atingido Porto Rico este domingo, invadiu a República Dominicana com especial intensidade, causando danos catastróficos.

Em termos de velocidade, estima-se que os ventos máximos na República Dominicana sejam de 90 mph, de acordo com o Centro Nacional de Furacões.

As cheias significativas causadas pelo furacão estão a ser responsabilizadas por pelo menos uma morte na ilha francesa das Caraíbas de Guadalupe, disse um funcionário local.

Não foram relatadas mortes em Porto Rico, mas as autoridades dizem ser demasiado cedo para pesar os danos causados pela tempestade, da qual se espera que desencadeie chuvas fortes em toda a região.

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Mundo

Recorde de pessoas a dançarem folclore registado no Canadá

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O Centro Cultural Português de Mississauga no Canadá bateu este sábado o recorde do Guinness do maior número de pessoas a dançarem folclore.

O atual recorde pertencia ao Rancho Rendilheiras do Monte, de Vila do Conde, que conseguiu juntar 744 pessoas, a dançar a chula durante cinco minutos, em 2018. Desta vez, o número de pessoas foi de 747.

Foto: Facebook Portuguese Cultural Centre of Mississauga

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Mundo

11 de setembro: Hoje assinalam-se 21 anos do atentado às Torres Gémeas

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Assinalam-se, este domingo, os 21 anos do atentado às Torres Gémeas em Nova Iorque, nos Estados Unidos.

Joe Biden vai participar na sessão solene junto ao Memorial do Pentágono no estado de Virgínia, juntamente com o secretário da Defesa e do chefe de Estado-Maior.

Em Nova Iorque, serão lidos os nomes de todas as vítimas. O dia na cidade será também marcado por momentos de silêncio e outras homenagens.

O 11 de setembro de 2001 foi o ataque terrorista que provocou mais mortes em solo norte-americano.

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Mundo

Milhares visitaram o Palácio de Buckingham para a sua última homenagem à Rainha Isabel II

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Milhares de pessoas visitaram hoje o Palácio de Buckingham em Londres para prestar homenagem à Rainha Isabel II, que morreu hoje aos 96 anos, mostrando emoção e respeito por uma personalidade histórica.

A multidão convergiu para o local apesar de nada se passar na residência oficial da Rainha em Londres, uma vez que a monarca morreu no Castelo de Balmoral, na Escócia.

No Palácio de Buckingham, apenas está afixado o edital a anunciar a morte da soberana.

A multidão começou a formar-se esta tarde após as notícias da deterioração do estado de saúde da Rainha e alguns ramos de flores foram colocados junto aos portões do palácio.

Muitas pessoas deslocaram-se por curiosidade, tirando fotografias e ‘selfies’, alguns empurrando carrinhos de bebé apesar de já estar escuro e chover, enquanto outras mostravam-se claramente perturbadas.

“É o fim de uma era, é simplesmente muito triste”, afirmou, de voz embargada, a londrina Susan Deliss em declarações à agência Lusa, elogiando os valores de “tradição, lealdade, dignidade” de uma pessoa “incrível”.

Esta londrina decidiu visitar o palácio esta noite para “prestar homenagem” e partilhar com mais pessoas o “momento nervoso” e de “mudança” que a morte da monarca representa.

“Esperemos que ela não represente o fim desses valores, que fazem do Reino Unido um bom sítio para se viver”, afirmou.

Ao lado de Susan, o seu marido, Max, disse que admirava a “auto disciplina” e a “extrema energia” da Rainha Isabel II, que “trabalhava incansavelmente”.

Apesar de ter vindo a delegar vários compromissos nos últimos tempos, Isabel II cumpriu deveres constitucionais até terça-feira, quando aceitou a demissão de Boris Johnson e indigitou a sucessora Liz Truss como primeira-ministra.

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Mundo

Faleceu a Rainha de Inglaterra

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A Rainha de Inglaterra faleceu, esta sexta-feira, aos 96 anos, depois de ter sido colocada sob supervisão médica no Castelo de Balmoral, a sua propriedade nas Terras Altas da Escócia.

A condição de declínio da rainha tinha sido uma fonte de preocupação durante anos, forçando-a a cancelar muitas aparições públicas. Um ataque de Covid-19 em Fevereiro deixou-a exausta, disse ela, e durante as celebrações do Jubileu de Platina em Junho que marcaram os seus 70 anos no trono, Isabel II apareceu na varanda do Palácio de Buckingham para assistir a um desfile, mas evitou a maior parte das outras festividades.

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Mundo

Distribuidora de gás russa faz vídeo assustador mostrando uma Europa congelada sem a sua energia

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A Gazprom lançou um vídeo que mostra como a Europa poderia congelar sem gás russo importado este Inverno.

Isto aconteceu segunda-feira, três dias após a Gazprom ter anunciado o encerramento indefinido do gasoduto Nord Stream 1, que deveria ter retomado a entrega na Alemanha no sábado. A empresa, contudo, disse que a paragem do fluxo se devia a uma fuga e não a qualquer estratégia de vingança.

De acordo com declarações ao Telegraph, “o transporte de gás para o gasoduto Nord Stream foi completamente interrompido até que as queixas sobre o funcionamento do equipamento tenham sido eliminadas”.

O filme da Gazprom apresenta música intensa e uma Europa coberta de neve com vista para o gasoduto Nord Stream e uma imagem sugestiva do gás a desligar.

A sua aparente hostilidade segue-se aos países do G7 que concordaram em impor um preço máximo ao petróleo russo.

O chanceler britânico Nadhim Zahawi tweetou: “Limitar os preços do petróleo irá prejudicar seriamente a capacidade de Putin para financiar a sua guerra.

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Mundo

Prémio Nobel de Física sugere que se cozinhe massa com o fogão desligado para poupar energia

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O Prémio Nobel de Física de 2021, o italiano Giorgio Parisi, defende que cozinhar massa com o fogão desligado, depois de a água fervida, permite consumir menos energia e, desta forma, economizar perante a atual situação de crise energética.

Parisi detalha, numa publicação na rede social Facebook, que assim que a água começa a ferver, pode-se adicionar a massa e esperar dois minutos, desligando depois o gás para continuar a cozinhar.

O cientista da Universidade Sapienza, de Roma, calcula que “pelo menos oito minutos de consumo de energia” são economizados com este método.

“O mais importante é manter a tampa, muito calor perde-se por evaporação. Depois de ferver a massa, eu coloco o gás no mínimo, para que ferva muito pouco sem consumir. Também podem tentar desligá-lo, como sugerido nesta publicação, que não é minha, mas de Alessandro Burisi Vici, e que simplesmente partilhei. Obviamente que assim consome-se menos gás e a massa fica cozinhada igualmente”, refere.

O debate sobre como cozinhar massa sem desperdiçar energia não é novo, pois há alguns meses a associação Unione Italiana Food, que representa os fabricantes de massas, argumentou que manter a tampa na panela durante a fase de fervura acelera o processo de cozedura e poupar “até 6% de energia e emissões de CO2”.

A associação explicou que desligar o fogo após dois minutos de fervura, deixando a tampa, economiza energia e emissões de CO2 que podem chegar a 47%.

“Com um consumo médio de 23,5 quilos per capita de massas, cada italiano economizaria até 44,6 quilowatts-hora, 13,2 quilos de emissões de CO2 e 69 litros de água num ano”, destacou esta associação.

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