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Covid-19: Agência Europeia de Medicamentos pede 4.ª dose da vacina para toda a população

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A Agência Europeia de Medicamentos disse, esta segunda-feira, que, “se a situação epidemiológica atual mudar e surgirem novos sinais” no outono, poderá ser necessário recomendar para toda a população uma quarta dose de vacina contra a covid-19 adaptada.

“Se a situação epidemiológica atual mudar e surgirem novos sinais, pode tornar-se necessário considerar uma quarta dose”, disse fonte oficial da EMA, em resposta escrita enviada à agência Lusa.

Numa altura em que a União Europeia (UE) regista um elevado número de novos casos de infeção com o coronavírus SARS-CoV-2 e em que teme o surgimento de novas variantes com o levantamento das restrições, a EMA aponta que, “como as campanhas de reforço da vacinação poderão começar no outono de 2022, as autoridades considerarão a melhor altura para doses adicionais, possivelmente tirando partido de vacinas adaptadas”.

Para já “é demasiado cedo para considerar a utilização de uma quarta dose de vacinas mRNA contra a covid-19 – as vacinas Comirnaty da Pfizer e Spikevax da Moderna – na população em geral”, embora as autoridades europeias recomendem esta segunda dose de reforço para idosos ou pessoas com mais risco para doença grave como imunodeprimidos.

Falando sobre a adaptação das atuais vacinas, o regulador da UE disse à Lusa estar em “estreita ligação com os fabricantes de vacinas para orientar e dirigir os seus esforços no sentido de desenvolver vacinas adaptadas que abordem as variantes atuais e emergentes do vírus e ofereçam uma proteção acrescida e a longo prazo”.

De acordo com a EMA, “estão em curso discussões com os fabricantes sobre o progresso dos ensaios clínicos com vacinas de investigação com composição atualizada”.

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País

300 cavalos garranos vão ajudar a prevenir incêndios na Serra da Cabreira

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Perto de 300 cavalos garranos vão ajudar a prevenir incêndios na serra da Cabreira, concelho de Vieira do Minho, distrito de Braga, numa iniciativa com várias entidades e que pretende também preservar esta espécie em extinção.

A iniciativa, hoje apresentada em plena na serra da Cabreira, junta a Câmara de Vieira do Minho, a Associação de Criadores de Equinos da Raça Garrana (ACERG), a Associação Para o Ordenamento da Serra da Cabreira (APOSC) e a REN – Redes Energéticas Nacionais.

O protocolo assinado entre estas entidades para este “projeto pioneiro” vai ter a duração de três anos, um orçamento de cerca de 100 mil euros e visa que os garranos se alimentem da vegetação junto das linhas de transporte de energia da REN, “limpando” essas zonas, o que vai diminuir o risco de incêndio.

“Como cada garrano come em média 20 a 25kg de alimento por dia, as 263 éguas e os 28 garanhões que vivem na serra da Cabreira irão fazer a limpeza diária de cerca de sete mil quilos de vegetação, reduzindo substancialmente o risco de incêndio florestal”, explica a REN, representada hoje por João Gaspar, responsável pela área de Redes Sustentáveis e Servidões da empresa.

O controlo natural da vegetação será acompanhado pelo trabalho de três brigadas de sapadores florestais da APOSC, que vão complementar a limpeza que não for executada pelos garranos dentro dos corredores da REN.

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Braga

Imobiliária investe 25 milhões em fábrica de casas sustentáveis em Esposende e cria 50 postos de trabalho

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O promotor imobiliário Vanguard Properties investiu 25 milhões de euros numa fábrica de casas sustentáveis em Esposende, que vai criar, no imediato, mais de 50 postos de trabalho diretos, anunciou hoje o município.

Em comunicado, o município acrescenta que se prevê que o número de postos de trabalho chegue aos 100 nos anos seguintes.

Diz ainda que se trata de “uma unidade de referência mundial” no que à construção sustentável, com capacidade para fabricar mais de mil casas por ano, “que sairão de Esposende para todo o mundo”.

“Com este investimento, a unidade industrial de Esposende produzirá as estruturas para os projetos sustentáveis da Comporta e Muda Reserve, garantindo que todos os edifícios construídos sejam neutros em emissões de carbono”, sublinha.

Para o presidente da Câmara, Benjamim Pereira, este investimento “é mais uma prova da qualidade do tecido empresarial instalado em Esposende e da capacidade do concelho em atrair novos investimentos”.

Tal facto, acrescenta, resulta, em larga medida, “da política favorável ao investimento, por via de incentivos fiscais e municipais atribuídos a investidores, como fatores estratégicos e de estímulo da economia do território”.

“A Câmara de Esposende disponibiliza, como fatores estratégicos e de estímulo, um conjunto de incentivos (reduções e isenções) a investidores privados e institucionais, consciente da emergente necessidade em disponibilizar um ambiente favorável ao investimento”, lê-se ainda no comunicado.

No âmbito do regulamento de incentivo ao investimento, já foram apoiadas mais de 50 empresas.

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País

Verão: Portugal sob temperaturas máximas elevadas nos próximos dias

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Todos os distritos de Portugal continental, exceto Faro, vão estar quinta e sexta-feira sob aviso amarelo devido ao tempo quente, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

O aviso amarelo para os 17 distritos do continente vai vigorar entre as 9.00 de quinta-feira e as 18.00 de sexta-feira devido à persistência de valores elevados da temperatura máxima.

Segundo o IPMA, o aviso amarelo (o menos grave de uma escala de três) é emitido sempre que existe risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.

As temperaturas vão subir a partir desta quarta-feira em Portugal continental, podendo atingir os 40 graus Celsius na quinta-feira em algumas regiões.

Para os próximos dias estão previstas temperaturas mínimas entre os 15 e os 20 graus Celsius e máximas a variar entre os 35 e os 40, podendo ser superiores em alguns locais principalmente no Vale do Tejo, interior do Alentejo, Algarve e sotavento algarvio.

Segundo o IPMA, a partir de hoje, um “fluxo do quadrante leste na circulação de um anticiclone localizado a nordeste dos Açores, estendendo-se em crista até à Europa Central, transportará uma massa de ar quente e seco sobre o território do continente”.

Por causa do tempo quente, a Direção-Geral da Saúde (DGS) recomendou na terça-feira a adoção de medidas de proteção adicionais nos próximos dias, face ao aumento gradual da temperatura no continente, com “atenção especial” aos grupos mais vulneráveis ao calor.

Entre as recomendações emitidas, a autoridade de saúde salienta a necessidade de dar “atenção especial a grupos mais vulneráveis ao calor”, como crianças, idosos, doentes crónicos, grávidas, pessoas com mobilidade reduzida, trabalhadores com atividade no exterior, praticantes de atividade física e pessoas isoladas.

A DGS aconselha ainda a aumentar a ingestão de água ou de sumos de fruta natural sem açúcar e evitar o consumo de bebidas alcoólicas e a exposição direta ao sol, principalmente entre as 11:00 e as 17:00.

Devem também ser evitadas as atividades desportivas e de lazer no exterior que exijam grandes esforços físicos, escolhidas as horas de menor calor para viajar de carro e os doentes crónicos ou sujeitos a medicação ou dietas específicas devem seguir as recomendações do médico assistente ou do SNS 24.

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Economia

Empresas de Mário Ferreira alvo de buscas por indícios de fraude fiscal. Grupo manifesta “tranquilidade e total disponibilidade”

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Várias empresas do empresário, e dono da TVI, Mário Ferreira estão a ser alvo de buscas por parte da Autoridade Tributária e o Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP), entre elas a Douro Azul, de acordo com o Expresso.

Na origem destas buscas estão indícios de fraude fiscal qualificada no negócio da compra do navio Atlântida ao Estado português, por cerca de 8 milhões de euros “e que depois vendeu a si próprio por mais de 17 milhões”, de acordo com a mesma fonte.

Também realcionadas as estas buscas estão denúncias avançadas pela ex-eurodeputada Ana Gomes que levantou questões sobre a constituição de duas empresas em Malta para o negócio do navio Atlântida.

Mário Ferreira, por seu lado, recorreu às redes sociais, onde afirmou que “o meu “amigo” Paulo Fernandes em Maio de de 2020 prometeu-me que me “destruía a vida” caso eu avançasse com a compra da Media Capital, hoje o seu “Correio da Manhã” uma vez mais lança um ataque feroz, eles sabem que não estou acusado de nada, não sou arguido em nenhum processo. A união de Ana Gomes a enviar cartas com falsas acusações e o CM em parceria a aproveitar para fazer notícias, parece para eles um modelo virtuoso para vender jornais… Ao meu “amigo” Paulo irei sempre responder com obra feita e nunca lhe farei a ele aquilo que não gosto que me estejam a fazer a mim, são estilos.”

Em comunicado, o grupo empresarial “confirma a realização de buscas às suas instalações no Porto pela Autoridade Tributária e Aduaneira e pelo DCIAP [Departamento Central de Investigação e Ação Penal], no âmbito das dinâmicas de denúncia da Dra. Ana Gomes sobre a aquisição do navio Atlântida e a concretização de uma solução para os Estaleiros Navais de Viana do Castelo”.

“Depois de meses de reiteradas suspeitas, denúncias e afins nos media e nas redes sociais da Dra. Ana Gomes (…), na sequência da compra do Grupo Media Capital, há finalmente uma oportunidade para o esclarecimento total das autoridades, com pleno acesso à documentação existente e a uma auditoria interna realizada aos processos em causa”, lê-se no comunicado.

A nota salienta que, “depois das campanhas negras”, o Grupo Mystic Invest/Douro Azul está “totalmente disponível para esclarecer tudo” junto das autoridades.

“A auditoria realizada no quadro do rigor e exigência que norteiam as atividades das empresas do grupo comprometidas com o desenvolvimento regional e nacional, com a criação de emprego e com a valorização de ativos, certamente contribuirá para o cabal esclarecimento da campanha negra que alguns insistem em promover em relação a quem gera riqueza e desenvolvimento para o país”, sublinha o grupo empresarial.

Nesse sentido, “o Grupo Mystic Invest/Douro Azul reafirma a sua tranquilidade e total disponibilidade para esclarecer as autoridades”, uma vez que “agora que a perseguição mediática deu lugar à oportunidade de disponibilizar a documentação e o esclarecimento total da situação”.

O Grupo Mystic Invest/Douro Azul termina o comunicado dizendo que “manterá o seu foco na criação de emprego, no relançamento da economia nacional e na afirmação de Portugal”.

O Ministério Público e a Autoridade Tributária realizaram hoje buscas no Porto, Funchal e ainda em Malta numa investigação sobre a venda de um ferry (navio Atlântida) a uma sociedade com sede em Malta.

Fonte judicial confirmou que uma das empresas alvo de buscas é Douro Azul, do empresário Mário Ferreira, e que em causa está o negócio de compra em 2014 do navio Atlântida aos estaleiros navais de Viana do Castelo e a sua posterior venda no ano seguinte a uma empresa com sede em Malta.

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País

Em julho: Queda de granizo faz mais de 1 milhão de euros em prejuízos para os agricultores de Vila Real

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O presidente da Junta da Campeã, em Vila Real, contabiliza “mais de um milhão de euros” de prejuízos para os agricultores deste vale, onde uma tempestade de granizo “destruiu” campos de milho, batata e ainda atingiu castanheiros.

Ao final da tarde de terça-feira, uma tempestade de granizo, vento e chuva forte atingiu a zona da Campeã, freguesia do concelho de Vila Real que se situa entre as serras do Alvão e do Marão.

“O balanço é mau. Temos entre 80 a 90 hectares de milho e batata que estão totalmente destruídos e são cerca de 600 hectares de castanha que temos aqui no vale da Campeã, em que a produção vai cair para metade”, afirmou esta quarta-feira Jorge Maio, presidente da junta de freguesia e da Associação de Agricultores do Concelho de Vila Real.

A produção de castanha só se confirmará no outono, mas como as árvores estavam agora na fase de floração, o autarca prevê “quebras enormes”.

“É mais de um milhão de euros de prejuízos para os agricultores”, salientou Jorge Maio.

Uma situação que preocupa o autarca até porque, neste território, muitos ainda têm como atividade principal a agricultura. Mas a tempestade destruiu também as hortas que servem para autoconsumo da população local.

“Claro que se vai sentir no bolso de cada um”, sublinhou Jorge Maio.

O responsável disse que, agora, é preciso que o “Estado olhe para esta situação”.

“São situações singulares, locais que ninguém previa. Se querem manter este Interior com gente, que olhe para eles para se poderem manter cá”, salientou.

Como “a cultura está totalmente destruída”, e “não vai haver hipótese de recuperação, nem de fazer nova sementeira”, Jorge Maio defendeu “apoios por animal” para ajudar a alimentar o gado e para compensar as perdas.

Depois da tempestade, já há agricultores a ponderar a venda dos animais e o abandono das explorações agrícolas, até porque o milho semeado serve para o alimento do gado.

“Muitos deles dizem que vão vender os animais, outros já com uma certa idade aproveitam este momento para fechar portas, por isso é mau para todos”, referiu Jorge Maio.

A freguesia da Campeã tem 22 localidades.

Esta manhã técnicos da Direção Regional de Agricultura e Pescas do Norte estiveram neste vale a fazer um levantamento dos estragos.

João Morais, da Associação dos Agricultores e Pastores do Norte, disse que o mau tempo afetou ainda outras áreas do distrito de Vila Real, como Sabroso de Aguiar (Vila Pouca de Aguiar), algumas aldeias de Chaves e ainda de Boticas.

Os estragos foram também a nível dos produtos hortícolas e milho (grão e silagem).

“Estamos a falar de zonas com bastante pastorícia, com bastantes animais e é a cultura que complementa a alimentação dos animais”, frisou.

João Morais disse que, em 2022, os “agricultores já estavam com o cinto bastante apertado, até porque os fatores de produção aumentarem brutalmente e foi com grande esforço que fizeram a cultura”.

“Agora não têm nada e o que esperavam é que o Ministério da Agricultura fizesse alguma coisa por eles, mas acho que a nossa ministra se esqueceu dos agricultores”, frisou, defendendo também “uma ajuda por animal para a alimentação”.

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PSP detém grupo de 14 que roubava armazéns e camiões para vender em feiras e sucatas no Norte

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A operação levada a cabo na terça-feira pela PSP do Porto, da qual resultou a detenção de 14 homens, visou um “grupo organizado” que furtava produtos para venda em feiras e sucatas, descreveu hoje fonte do Comando Metropolitano.

“Até agora foram 14 os detidos, mas a investigação, que ainda está aberta, visa o dobro dos indivíduos. Trata-se de um grupo organizado, mas não se pode falar em crime organizado porque não há pessoas com funções especificas, todos colaboravam entre si”, referiu o comissário João Soeima, da Divisão de Investigação Criminal da PSP do Porto.

A mesma fonte disse que esta investigação decorre desde maio do ano passado e que visa “indivíduos ligados à comunidade romani residentes na Área Metropolitana do Porto”.

O grupo operava com “uma assinatura muito própria”, pois fazia um buraco na parede dos armazéns e fábricas que assaltava para “contornar” os equipamentos de segurança, normalmente câmaras instaladas nas portas ou janelas.

Além de armazéns industriais e fábricas, o grupo também assaltava camiões que transportavam material, quer estivessem estacionados na via pública quer em parqueamento próprio.

Segundo o comissário João Soeima, os materiais furtados tinham vários destinos, desde feiras e mercados de todo o país, a sucatas e venda direta a contactos do grupo.

Os detidos são suspeitos de 60 crimes de furto qualificado, “sendo de salientar que, em resultado das práticas ilícitas referenciadas, resultaram prejuízos superiores a 3,5 milhões de euros”, acrescenta um comunicado do Comando Metropolitano do Porto divulgado hoje.

“Esse valor reflete o preço de mercado. Em termos de matéria-prima, os prejuízos que o grupo causava às vítimas estão estimados em 1,5 milhões de euros”, precisou João Soeima.

Além dos 14 homens detidos, foram apreendidas 19 viaturas e armas, num total não especificado pela PSP.

Quanto ao material furtado, o comissário da Divisão de Investigação Criminal da PSP do Porto especificou que em causa estão “cerca de 4,5 toneladas de material”, desde “milhares de peças de vestuário”, a produtos de origem ferrosa e metálica (aloquetes, cadeados, estruturas em alumínio, cobre, janelas, peças de serralharia), bem como eletrodomésticos (telemóveis, máquinas de lavar, aquecedores e televisões).

As viaturas apreendidas são “na sua maioria ligeiros de mercadorias” ou “um ou outro ligeiro de passageiros de topo de gama, o que evidencia o lucro que tinham com a atividade”.

Esta operação, que teve início às 05:00 de terça-feira e teve origem numa investigação do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) do Porto, contemplou a realização de 34 buscas domiciliárias e 49 buscas não domiciliárias no Porto, Vila Nova de Gaia, Gondomar, Matosinhos, Maia, Paços de Ferreira, Santo Tirso e Amarante.

A operação juntou mais de 200 operacionais, dos quais mais de uma centena investigadores, tendo o comissário João Soeima sublinhado a “colaboração” de comandos vizinhos, nomeadamente Vila Real, Aveiro, Braga e Viseu, bem como feito um “agradecimento especial” ao comando da GNR do Porto.

Os detidos serão presentes hoje, às 14:00, ao Tribunal de Instrução Criminal do Porto para aplicação das adequadas medidas de coação.

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Desporto

Conceição e Darwin foram o melhor treinador e jogador da I Liga em 2022

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Sérgio Conceição, campeão pelo FC Porto, e Darwin Núñez, que jogou no Benfica, foram hoje eleitos melhor treinador e futebolista da edição 2021/22 da I Liga, na cerimónia do sorteio das competições profissionais de 2022/23, no Porto.

O técnico, de 47 anos, bateu Ricardo Soares (Gil Vicente) e Rúben Amorim (Sporting) na votação efetuada pelos seus homólogos e ‘capitães’ dos 18 clubes primodivisionários, ao passo que o avançado internacional uruguaio, de 23 anos, que já estava englobado na equipa do ano, suplantou Ricardo Horta (Sporting de Braga) e Vítor Ferreira (FC Porto).

Sérgio Conceição recebeu o prémio ‘Vítor Oliveira’ pela terceira ocasião, após 2017/18 e 2019/20, épocas em que também conduziu os ‘dragões’ à conquista do título nacional, sucedendo a Rúben Amorim, vencedor do mesmo galardão em 2020/21 pelos ‘leões’.

“Estou cá para receber o prémio, mas podiam estar 60 pessoas que trabalham no [centro de estágios do] Olival diariamente e que permitiram conquistar este título tão saboroso e apetecível. Se foi o campeonato que deu mais prazer? Ganhar dá-me sempre prazer e todos os títulos são diferentes. O primeiro foi muito importante por tudo aquilo que o FC Porto vivia naquele momento, não só a nível desportivo, mas também pelas dificuldades financeiras, que continua a ter”, expressou o técnico, numa reação à distinção recebida.

Além da vitória em pleno Estádio da Luz ante o Benfica (1-0), à 33.ª e penúltima ronda, com um golo do defesa nigeriano Zaidu, aos 90+4 minutos, que ‘selou’ o 30.º título dos ‘dragões’, Sérgio Conceição lembrou a reviravolta na casa do Estoril Praia (3-2), à 17.ª.

“Conheço a forma determinada e ambiciosa como os meus jogadores trabalham e esse jogo foi a confirmação disso, mas também percebi que iríamos ter muitos desafios pela frente. Tínhamos o mercado de janeiro a aproximar e não nos podemos esquecer que saíram três jogadores importantíssimos, que foram só os últimos melhores jogadores da nossa Liga, como [Jesús] Corona, Sérgio Oliveira e Luis Díaz. [O título] É um trabalho principalmente dos jogadores e das pessoas que trabalham com esta equipa técnica, composta por gente muito competente e que dá diariamente o seu melhor”, adicionou.

Já Darwin Núñez, recentemente transferido para os ingleses do Liverpool, foi o melhor marcador da I Liga em 2021/22, com 26 golos, tendo recebido uma inédita distinção de melhor jogador, um ano depois do compatriota Sebastián Coates, ‘capitão’ do Sporting.

“Estou muito feliz por ter sido considerado o melhor jogador da I Liga, na qual estive bastante bem e aprendi muitas coisas. É uma competição muito boa para os jogadores jovens continuarem a aprender e a somar experiência, tal como aconteceu comigo, tendo em vista o ‘salto’ para um [clube] grande da Europa. Muito obrigado a todos”, comentou.

Conquistada por Pedro Gonçalves nas últimas duas temporadas ao serviço de Famalicão e Sporting, a distinção de melhor jogador jovem foi atribuída ao médio internacional luso Vítor Ferreira, que recentemente se transferiu para o Paris Saint-Germain.

“Queria agradecer aos ‘capitães’ e treinadores que votaram. É um orgulho receber este prémio, que irá ficar para o resto da minha vida. Resta-me também agradecer a todos os meus colegas e equipa técnica, que tirou o melhor de mim. Nada disto aconteceria sem o sucesso coletivo que tivemos. Estou feliz, muito realizado e agradeço o prémio”, referiu.

Na II Liga, Filipe Martins (Casa Pia) e Henrique Araújo (Benfica B) ganharam os prémios de treinador e jogador jovem do ano, respetivamente, com Guga (Rio Ave) a bater João Teixeira (Desportivo de Chaves) e Saviour Godwin (Casa Pia) enquanto melhor jogador.

Benfica e Trofense, em termos coletivos, bem como o guarda-redes internacional grego Odysseas Vlachodimos (Benfica) e Mika (Académica), no capítulo individual, impuseram-se nos prémios de ‘fair play’, que prestam homenagem ao falecido ex-‘guardião’ Neno.

Em matéria de golos, sobressaíram um ‘chapéu’ ainda antes da linha de meio-campo do avançado brasileiro André Silva, no triunfo do Arouca sobre o Gil Vicente (2-1), da 28.ª ronda da I Liga, e um remate de ‘bicicleta’ do dianteiro luso-cabo-verdiano Fábio Fortes, perto do fim da derrota da Académica ante o Nacional (1-2), na 10.ª jornada da II Liga.

Entre outros reconhecimentos, a Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) deu o prémio Prestígio a Tiago Craveiro, que passou a administrador da UEFA, após 10 anos como diretor-geral da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), destinando o galardão Mérito Fundação à Fundação Benfica, responsável pela iniciativa “Juntos pela Ucrânia”.

Os prémios individuais relativos à última edição da I e II Ligas foram entregues durante a cerimónia ‘Kick-Off 2022/23’, no Centro de Congressos da Alfândega do Porto, marcada igualmente pelo sorteio do calendário dos dois campeonatos profissionais para 2022/23.

Na próxima época vai iniciar o ‘Talent Legends’, diversificado programa de eventos que visará reconhecer jogadores e treinadores com impacto nas duas principais provas sob alçada da LPFP, em simultâneo com a primeira edição do circuito nacional de ‘Legends’.

Lista de premiados:

– Melhor futebolista da I Liga: Darwin Núñez (Benfica).

– Melhor futebolista da II Liga: Guga (Rio Ave).

– Melhor treinador da I Liga: Sérgio Conceição (FC Porto).

– Melhor treinador da II Liga: Filipe Martins (Casa Pia).

– Melhor jogador jovem da I Liga: Vítor Ferreira (FC Porto).

– Melhor jogador jovem da II Liga: Henrique Araújo (Benfica B).

– Jogador mais disciplinado da I Liga: Odysseas Vlachodimos (Benfica).

– Jogador mais disciplinado da II Liga: Mika (Académica).

– Equipa mais disciplinada da I Liga: Benfica.

– Equipa mais disciplinada da II Liga: Trofense.

– Golo do ano da I Liga: André Silva (Arouca).

– Golo do ano da II Liga: Fábio Fortes (Académica).

– Prestígio: Tiago Craveiro.

– Mérito Fundação Liga Portugal e Santa Casa Misericórdia de Lisboa: Fundação Benfica.

– Parceiro Oficial: Bwin.

– Media Partner: SIC.

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DGS recomenda medidas de proteção adicionais face ao sol e calor forte

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A Direção-Geral da Saúde (DGS) recomendou a adoção de medidas de proteção adicionais nos próximos dias, face ao aumento gradual da temperatura no continente, com “atenção especial” aos grupos mais vulneráveis ao calor.

“O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) prevê um aumento gradual de temperatura nos próximos dias, podendo as temperaturas máximas atingir os 41 graus Celsius em algumas zonas do país”, alertou a DGS num comunicado publicado no seu `site´.

Entre as recomendações emitidas, a autoridade de saúde salienta a necessidade de dar “atenção especial a grupos mais vulneráveis ao calor”, como crianças, idosos, doentes crónicos, grávidas, pessoas com mobilidade reduzida, trabalhadores com atividade no exterior, praticantes de atividade física e pessoas isoladas.

A DGS aconselha ainda a aumentar a ingestão de água ou de sumos de fruta natural sem açúcar e evitar o consumo de bebidas alcoólicas e a exposição direta ao sol, principalmente entre as 11:00 e as 17:00.

Além disso, devem ser evitadas as atividades desportivas e de lazer no exterior que exijam grandes esforços físicos, escolhidas as horas de menor calor para viajar de carro e os doentes crónicos ou sujeitos a medicação ou dietas específicas devem seguir as recomendações do médico assistente ou do SNS 24.

Para as crianças é recomendado que consumam frequentemente água ou sumos de fruta natural e que permanecem em ambiente fresco e arejado, enquanto as com menos de seis meses não devem estar sujeitas a exposição solar.

A DGS aconselha também a contactar e acompanhar os idosos e outras pessoas que vivam isoladas, devendo ser assegurada a sua correta hidratação e permanência em ambiente fresco e arejado.

Segundo o IPMA, as temperaturas vão subir a partir de quarta-feira em Portugal continental, podendo atingir os 40 graus Celsius na quinta-feira em algumas regiões, levando a um aumento significativo do perigo de incêndio rural.

“Para hoje e amanhã [quarta-feira] as temperaturas máximas vão estar entre os 25 e os 35 graus, mais elevadas no interior, e as mínimas entre os 15 e os 20 graus, mas a partir de quinta-feira temos uma situação diferente, com um aumento da temperatura para valores entre os 35 e os 40, podendo ser superiores em alguns locais principalmente no Vale do Tejo, interior do Alentejo, Algarve e Sotavento algarvio”, adiantou o meteorologista Bruno Café.

De acordo com o meteorologista do IPMA, esta situação de tempo quente, com temperaturas elevadas, deverá manter-se pelo menos até meio do mês.

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Portugal já recebeu as primeiras 2.700 doses da vacina contra a varíola dos macacos

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Portugal já recebeu as primeiras 2.700 doses de vacinas contra o vírus Monkeypox, adquiridas pela Comissão Europeia para serem distribuídas entre os Estados-membros mais afetadas pelo surto, revelou esta terça-feira à Lusa a comissária europeia da Saúde, Stella Kyriakides.

“As primeiras entregas de vacinas contra a varíola dos macacos chegaram a Portugal para proteger os cidadãos portugueses e responder ao surto de Monkeypox”, disse a comissária, numa declaração à Lusa.

Stella Kyriakides sublinhou que no espaço de duas semanas a Comissão Europeia adquiriu cerca de 110 mil doses de vacinas e iniciou as entregas aos países mais afetados, tendo Espanha sido o primeiro Estado-membro a receber uma remessa, de 5.300 doses, em 28 de junho.

Na ocasião, a Comissão Europeia, que negociou a compra de um total de 109.090 doses da vacina de terceira geração à farmacêutica Bavarian Nordic, indicou que seguir-se-iam Portugal, Alemanha e Bélgica, entre julho e agosto.

“Este trabalho vai agora continuar e intensificar-se à medida que nos encaminhamos para outro período de outono e inverno, com a pandemia da covid-19 por perto”, assinalou a comissária à Lusa.

“Esta é uma União Europeia de Saúde que produz resultados tangíveis para as pessoas, com a nossa Autoridade de Preparação e Resposta a Emergências Sanitárias (HERA) a reagir rapidamente e a adquirir vacinas para todos os Estados-membros que manifestaram a sua necessidade”, comentou a comissária europeia da Saúde.

De acordo com os dados mais recentes da Direção-Geral da Saúde (DGS), divulgados na passada quinta-feira, os casos de Monkeypox em Portugal ultrapassaram os 400, tendo sido já notificados também casos na Madeira.

Segundo a DGS, todas as infeções confirmadas são em homens entre os 19 e os 61 anos, tendo a maioria menos de 40 anos, que se mantêm em acompanhamento clínico, encontrando-se estáveis.

“A maioria das infeções foram notificadas, até à data, em Lisboa e Vale do Tejo, mas já existem casos nas restantes regiões do continente (Norte, Centro, Alentejo e Algarve) e na Região Autónoma da Madeira”, referiu a autoridade de saúde.

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Mais de 70% dos portugueses residentes no estrangeiro querem regressar a Portugal

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Mais de 70% dos portugueses residentes no estrangeiro querem regressar a Portugal, a médio ou longo prazo, e 73% já investiram ou consideram como provável investir no seu país, segundo um inquérito da Sedes divulgado hoje.

Dos 300 emigrantes e lusodescendentes abrangidos pelo inquérito, apenas 18% disse não pretender voltar a viver no seu país de origem, enquanto 11,6% afirmaram querem regressar a curto prazo e 71% responderam que querem voltar a viver em Portugal a médio ou longo prazo ou apenas após a reforma (43% e 28%, respetivamente).

Os baixos salários portugueses são para 62% dos inquiridos a razão de ainda não terem voltado para o seu país.

Por seu lado, 19% dizem ser por falta de reconhecimento social das suas competências e funções, quando comparado com o que lhe é dado no país de acolhimento e 30% indica como razão para ainda não ter regressado os níveis de compadrio e corrupção em Portugal.

Já para 27% dos inquiridos a falta de oportunidade profissional é o obstáculo ao regresso, enquanto para 22% é o mau sistema de saúde.

Os serviços administrativos em Portugal também são apontados como um obstáculo por 16% dos inquiridos e o sistema político em Portugal por 11%, assim como o sistema jurídico português, que é referido por outros 11%.

Apenas 6% refere as faltas de apoio ao regresso como um obstáculo e outros 6% diz que não podem vir ainda para Portugal para não interromperem o percurso escolar dos filhos.

Mais e melhor comunicação e informação, maior proximidade, melhores serviços consulares e uma ligação mais forte e formal com as comunidades portuguesas são alguns dos aspetos que os emigrantes inquiridos consideraram como essenciais para se reforçar a sua ligação a Portugal.

Mas também referem como outros aspetos importantes a existência de políticas de promoção de ensino da língua e história portuguesas, de melhores meios de comunicação social dedicados às comunidades, o reforço dos laços com os lusodescendentes e que se considerem os portugueses em mobilidade ou residentes no estrangeiro com o mesmo valor e respeito que os que vivem no país, referindo muitas vezes o atendimento consular desrespeitoso, como exemplo contrário a isso.

Além disto, consideram que Portugal deve “facilitar o exercício de voto”, ter “maior eficácia nos postos consulares” e “maior presença e proximidade consular”.

Os emigrantes abrangidos pelo inquérito apontam ainda a necessidade de se criar “um provedor do emigrante” e que haja “menos burocracia e lentidão administrativa”. Mas também defendem que se dê a conhecer as realidades das comunidades portuguesas e que se reforcem as sinergias entre estas e o país, através de um maior diálogo e cooperação.

Porém, do universo de 300 inquiridos neste inquérito da Sedes – Associação para o Desenvolvimento Económico e Social, “73% já investiu ou avalia como provável vir a investir em Portugal” numa casa, num negócio ou noutra coisa.

Segundo o mesmo estudo, 32% já o fizeram, e refere-se o facto de uma emigração mais antiga ter por tradição investir numa residência secundária, ou mesmo de enviar muitas remessas para Portugal (poupanças), projetando um regresso a curto ou médio prazo como objetivo.

No inquérito refere, contudo, que a maioria dos inquiridos são oriundos da nova vaga de emigração, logo os 32% que dizem já ter investido podem representar um interesse menos evidente, apesar de no universo total dos inquiridos apenas 14% ter afirmado ser improvável investir no país e 13% terem considerado pouco provável realizar investimento em Portugal.

Já à pergunta sobre qual a probabilidade de promoverem os produtos portugueses junto das suas redes de contactos, 65% responderam já o terem feito e um total de 31% afirmou ser “provável” ou “muito provável” poder fazê-lo.

Este inquérito, que se insere no âmbito das atividades desenvolvidas pelo Observatório das Comunidades Portuguesas, abrangeu 300 portugueses residentes no estrangeiro, 60% dos quais com idades compreendidas entre os 40 e 65 anos e 26% entre os 26 e os 40 anos.

Quanto ao período de emigração dos inquiridos, 40,5% são oriundos da nova vaga de emigração e 18% emigraram nos anos 1960/1970. Já 11,3% dos inquiridos são lusodescendentes.

A coordenadora do inquérito, Christine de Oliveira, disse, em maio, à agência Lusa que este iria permitir “trazer um saber mais científico e menos empírico a questões que se colocam há vários anos”.

O inquérito assume uma relevância maior após o anterior ato eleitoral, as legislativas de 30 de janeiro, que foram repetidas no círculo da Europa, após irregularidades com os boletins de voto da emigração.

O objetivo do estudo, afirmou na altura Christine Oliveira, foi “trazer uma base científica o mais abrangente possível, de preferência com respostas válidas de todos os continentes”.

Segundo o relatório do Observatório da Emigração, apresentado em 2021, e de acordo com estatísticas das Nações Unidas, em 2019 existiam cerca de 2,6 milhões de portugueses emigrados.

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