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Sociedade

Famalicão: Incêndio deflagra ao início desta noite junto ao Mosteiro de Arnoso

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Um incêndio deflagrou, ao início da noite desta segunda-feira, numa zona de mato junto ao mosteiro de Arnoso Sta. Eulália.

Fonte dos Bombeiros Voluntários Famalicenses disse à Fama TV que a situação foi controlada sem percalços com a chegada dos meios de socorro, estando já ultrapassada a fase de rescaldo.

No local estiveram, no total, 15 operacionais e três veículos de socorro, incluindo um dos Bombeiros Voluntários de Famalicão.

O alerta foi dado às 20:57.

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Famalicão

Bombeiros Voluntários de Riba de Ave celebram 72 anos este sábado

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A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Riba de Ave festeja, este sábado, o seu 72.º aniversário, com um dia preenchido com várias atividades, a realizar no seu quartel.

O evento inicia-se às 16:30 com a recepção dos convidados, seguida por uma imposição de condecorações.

Às 17:30 terá lugar uma inauguração de viaturas, culminando às 18:30 com uma sessão solene.

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País

Sistema Nacional de Saúde para animais: Provedora diz que será possível até ao fim do ano

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A Provedora do Animal, Laurentina Pedroso, acredita que é possível, até ao final do ano, ser implementado um Sistema Nacional de Saúde para animais em risco, recorrendo à rede de faculdades de Medicina Veterinária.

Segundo a provedora, as instituições de ensino de medicina e de enfermagem veterinária “estão apetrechadas com os meios humanos e com equipamentos” para ajudarem a suprir essa necessidade.

Esse Sistema Nacional de Saúde para animais em risco está idealizado para dar resposta a todo o tipo de animais ao cuidado das associações zoófilas, dos centros de recolha, das autarquias e de famílias carenciadas.

“Esta ajuda não é só para cães e gatos, é para os animais, salientou, em declarações à agência Lusa, a provedora, que dá o exemplo de cavalos ou bovinos que precisam ser assistidos.

Laurentina Pedroso vincou não ser um modelo de apoio “para todos”, mas “para animais em risco”, vocacionado para ajuda social e que “um projeto desta envergadura deve ficar sob a alçada do Estado”.

A Provedora do Animal, em funções desde julho de 2021, salientou que “uma rede de faculdades não é assim tão pouco que não cubra a ajuda fundamental”, embora tenha admitido não ser fácil de criar ou seguir as regras, ainda que seja “importantíssimo ser baseada nas faculdades” do ensino público e privado.

Para chegar aos territórios onde esse atendimento não está tão acessível, a solução será fazer “uma integração global com outras entidades”, através da criação do cheque-animal, à semelhança do que acontece com o cheque-dentista.

“A nível das faculdades é muito importante que tudo isso comece a ser feito já” e “de uma forma muito ativa”, defendeu Laurentina Pedroso.

De acordo com a antiga bastonária da Ordem dos Médicos Veterinários, instituição onde em 2014 implementou o cheque-veterinário, o modelo a desenvolver terá “perspetivas diferentes”, será “diferente para melhor” e, dada a sua abrangência, terá de ser “liderado pelo Estado”.

A provedora adiantou estar disponível mais de um milhão de euros para envolver as faculdades no apoio à saúde animal e há verbas alocadas para a totalidade do projeto.

“Este assunto é para estar resolvido, no meu entender, até ao final deste ano”, informou Laurentina Pedroso, também diretora da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Lusófona.

A responsável por fazer recomendações neste domínio afirmou que “o Estado está a fazer o seu papel de alocar verbas” e é agora necessário “criar uma máquina que saiba utilizar essas verbas”.

“Neste momento o Estado já alocou verbas. Chegam para executar um projeto desta natureza. Já não é uma questão de verbas, é uma questão de avançar. É uma questão de vontade, de saber desenhar este projeto”, sintetizou a provedora.

Laurentina Pedroso adiantou estar a preparar o seu parecer “a indicar como é que as verbas podem ser bem utilizadas a nível das faculdades”.

No cargo há menos de um ano, a responsável disse ter tido como principal preocupação “criar os meios humanos e materiais” para poder trabalhar nos vários projetos em perspetiva.

Num momento em que as famílias têm perdido poder de compra, Laurentina Pedroso receia que a incapacidade económica possa ter impacto no bem-estar dos animais, mas enfatizou que “a maior parte” das pessoas que tem animais domésticos os considera parte da famílias e se organiza a pensar no animal.

A Provedora do Animal, figura sob a tutela do Ministério do Ambiente, alertou, contudo, que “quando as pessoas querem ter um animal de companhia, têm de perceber que ele necessita de cuidados: de alimentação, de cuidados médico-veterinários”.

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País

Vestido de Lenka do Preço Certo é alvo de queixa à Entidade Reguladora para a Comunicação Social

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As indumentárias de Lenka, a já famosa apresentadora do programa Preço Certo da RTP, foram alvo de uma queixa à Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) que acusa a utilização de “uma imagem de nudez” para “captar audiências”.

Tudo isto acontece cerca de um ano após Fernanda Câncio ter publicamente criticado um dos vestidos usados pela apresentadora, afirmando que a RTP utilizava “as mulheres como adereços”, em referência às formas femininas de Lenka, que ficaram mais expostas devido ao ‘design’ do vestido.

Já entre junho/julho de 2021 foram muitos os que se pronunciaram sobre o assunto, ora concordando com Fernanda Câncio, ora apelando à liberdade da apresentadora e do programa.

A nova queixa, é feita por uma mulher, que diz se ter sentidos “agredida psicologicamente e insultada” por ver uma “mulher completamente ‘objetificada’ a vender uma imagem de nudez como produto sexual visual para o público masculino”.

A queixa foi arquivada, pela ERC. que não julga ter sido violada “a ética de antena, nem ultrapassados os limites à liberdade de programação”.

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País

Comboio passa por cima de mulher em Viana. “Se levantasse a cabeça ficava toda desfeita”

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Uma mulher de 46 anos ficou debaixo de um comboio, esta quarta-feira, em Viana do Castelo, acabando por sobreviver, miraculosamente.

De acordo com o presidente da Junta de Afife, esta mulher de 46 anos teve a sua vida afetada por problemas de violência doméstica e alcoolismo, acabando por nos últimos dias dormir no apeadeiro de Afife, em Viana do Castelo.

“Hoje de manhã, fui ter com ela ao apeadeiro. Choveu de noite e preocupou-me, porque ela tem dormido ao ar livre, encostada às paredes. Tentei convencê-la a aceitar ajuda e ela pela primeira vez aceitou. Até agora, recusou sempre. Qual foi o meu espanto, quando ao início da tarde acontece aquilo”, explica o presidente.

Colocando o seu corpo paralelamente aos carris, esta mulher ficou deitada na linha, enquanto passou o comboio, cerca das 14:26.

Na opinião do presidente Duarte Oliveira, “Não morreu por milagre. Se levantasse a cabeça ficava toda desfeita”, explicou ao JN.

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País

Urgências do Porto podem ficar em “sobrecarga” com fecho de Braga

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Os responsáveis pela Urgência Metropolitana de Cirurgia Pediátrica do Porto, que engloba três centros hospitalares, não foram informados do encerramento do mesmo serviço no Hospital de Braga e, temendo “uma sobrecarga”, exigiram hoje “mais planeamento”.

Em declarações aos jornalistas no Hospital de São João, no Porto, e acompanhado de outros responsáveis, o diretor do Serviço da Urgência Pediátrica daquela unidade, Rúben Rocha, disse que a situação de Braga “deveria ter sido prevista” e alertou que pode acarretar “implicações de disponibilidade do bloco operatório”.

“Nós devíamos ter sido informados da quantidade e qualidade de doentes que vão passar a chegar cá e vão sobrecarregar o nosso sistema. São doentes que muitas vezes não têm diagnóstico imediato, o que leva a que sejam internados, que sejam submetidos a cirurgia. Uma urgência metropolitana de fim de linha que recebe todo o tipo de doentes da zona Norte vê-se agora sobrecarregada”, disse o médico.

A Urgência Metropolitana de Cirurgia Pediátrica do Porto reúne profissionais de saúde de três centros hospitalares: Centro Hospitalar e Universitário de São João (CHUSJ), Centro Hospitalar Universitário do Porto (CHUPorto) e Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho (CHVNG/E).

Na quarta-feira foi tornado público que o Hospital de Braga ficaria a partir de hoje, e por tempo indeterminado, sem urgências de cirurgia pediátrica no período noturno.

Em resposta enviada à Lusa, a administração do Hospital de Braga adiantou que, no período entre as 20:00 e as 08:00, fica apenas assegurada a observação de crianças já internadas e daquelas que foram submetidas a cirurgia nos últimos 30 dias e que recorram à urgência por motivo relacionado com essa mesma cirurgia.

“Esta situação tem implicações de disponibilidade do bloco operatório [da urgência metropolitana do Porto] e estamos no período em que se vão iniciar as férias dos profissionais de saúde”, recordou esta manhã Rúben Rocha, que falava ao lado de Miguel Campos, diretor de Serviço da Cirurgia Pediátrica (CHUSJ), Caldas Afonso, diretor do Centro Materno Infantil do Norte (CMIN), e de Fátima Carvalho, diretora de Serviço Cirurgia Pediátrica (CHPorto).

Sobre o que está previsto fazer a partir daqui, o diretor do CMIN revelou aos jornalistas que foram pedidos esclarecimentos à Administração Regional de Saúde do Norte (ARS-Norte) e que esses serão dados, conforme lhes foi transmitido, “oportunamente”.

“Já foi encaminhado um doente de 12 anos [de Guimarães] esta noite”, contou Caldas Afonso, que à pergunta sobre se as urgências pediátricas do Porto estão sob pressão respondeu perentoriamente: “obviamente estamos”.

A agência Lusa contactou a ARS-Norte e aguarda resposta.

Na conferência de imprensa, o diretor do CMIN, estrutura que faz parte do CHUPorto e do qual também faz parte o Hospital de Santo António, mostrou-se também preocupado com o número de profissionais disponíveis para o futuro.

“O número de recursos humanos em Braga não mudou, enquanto aqui estamos em situação de fragilidade”, disse Caldas Afonso, acrescentando que no CHUPorto as escalas têm sido asseguradas graças “à motivação e ao sentido de serviço público” de “colegas que legalmente pela idade podiam deixar de fazer, mas aceitam entrar na escala”.

Esta “generosidade”, como lhe chamou Rúben Rocha, foi também descrita pelos responsáveis do CHUSJ.

“Temos já colegas – cirurgiões pediátricos – que, já fora do seu período de disponibilidade para o trabalho noturno, generosamente contribuem e continuam a assegurar a urgência metropolitana, e agora vemo-nos sobrecarregados e não houve um planeamento prévio”, disse o diretor.

Rúben Rocha contou que “nas últimas semanas” os serviços pediátricos do Porto “têm passado por picos de admissão históricos face às últimas décadas”, chegando “a ter dias a receber 300 crianças”.

“Há um risco de entupimento”, afirmou o médico do Hospital de São João, enquanto, ao lado, o responsável do CMIN reafirmava que “para poder planear é necessário conhecer o histórico do que está em causa”.

“Seguramente seremos sempre parte da solução e não do problema, mas preocupa-nos porque a zona que o Hospital de Braga tinha até agora na cirurgia pediátrica é uma zona imensa com muita população jovem”, concluiu.

A reunião que juntou responsáveis do CHUSJ e do CHUPorto foi realizada de “urgência” e, de acordo com o que foi transmitido aos jornalistas na conferência de imprensa que a sucedeu, os responsáveis do CHVNG/E estão a acompanhar as diligências e não marcaram presença na sessão dado o caráter urgente desta.

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Famalicão

Famalicão: Penas entre 12 e 17 anos para padre e ‘freiras’ por escravizarem noviças

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O Tribunal de Guimarães condenou hoje a penas entre 12 e 17 anos de prisão um padre e três responsáveis de uma “associação de fiéis” de Requião, em Vila Nova de Famalicão, distrito de Braga, por escravizarem noviças.

O padre Joaquim Milheiro, com cerca de 90 anos, e as arguidas Maria Arminda Costa, Maria Isabel Silva e Joaquina Carvalho, hoje com idades entre os 70 e os 75 anos, estavam acusados pelo Ministério Público (MP) de nove crimes (nove vítimas, à data dos factos com idades entre os 12 e os 20 anos) de escravidão, incluindo a escravidão laboral.

Maria Arminda Costa foi condenada, em cúmulo jurídico, à pena única de 17 anos de prisão, o padre Joaquim Milheiro foi condenado a 15 anos de cadeia, enquanto a Maria Isabel Silva e a Joaquina Carvalho o tribunal aplicou as penas de 14 e 12 anos de prisão, respetivamente.

“O tribunal deu como provado, no essencial, os factos que constam da acusação [do MP]”, disse a presidente do coletivo de juízes, Paula Sá, durante a leitura do acórdão, que durou mais de duas horas.

A juíza presidente falou em “clima de terror e medo”, em “agressões bárbaras” cometidas pelos arguidos, assim como de “escravidão e de crimes hediondos praticados por alguém que se diz representante de Deus na terra”, os quais levaram à total “exploração e desumanização” das vítimas, que não recebiam “qualquer tipo de contrapartida”, permitindo à Fraternidade Missionária de Cristo Jovem aumentar o seu património na modalidade de “poupança de custos”.

“As penas refletem a gravidade destes crimes. É uma espécie de homicídio moral. É a evocação do nome de Deus em vão e a exploração da fé. Uma das vítimas suicidou-se, outras pensaram no suicídio, houve adolescências estragadas e dificuldade em recomeçar vidas. É medonho [o que vocês fizeram], sob a capa e proteção da Igreja Católica, que garantia imunidade à instituição. Os danos [causados às vítimas] são irreversíveis. Espero que agora possam espiar a vossa culpa, perante quem usaram o nome [Deus] durante anos”, disse a juíza presidente, após a leitura do acórdão, dirigindo-se aos arguidos.

Os crimes foram cometidos – durante cerca de três décadas – na Fraternidade Missionária de Cristo Jovem, instalada num convento em Requião, concelho de Vila Nova de Famalicão, distrito de Braga, pertença do Centro Social de Apoio e Orientação da Juventude, uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS), sob a forma de Instituto de Organização Religiosa.

O Centro Social de Apoio e Orientação da Juventude (CSAOJ) foi condenado ao pagamento de uma multa de 400 mil euros.

Os quatro arguidos e o CSAOJ foram ainda condenados a pagar às nove vítimas cerca de 1,2 milhões de euros de indemnizações, por danos patrimoniais e não patrimoniais.

A acusação do MP diz que, “pelo menos”, de 05 de dezembro de 1985 até ao início de 2015, os arguidos sujeitaram as jovens, diariamente, a várias agressões físicas, a diversas privações, a injúrias, a pressões psicológicas, a tratamentos humilhantes, a castigos e a trabalhos pesados.

Para o tribunal, a angariação e o doutrinamento das jovens “faziam parte integrante do plano engendrado” pelos arguidos, recorrendo à evocação do nome de Deus e à vocação religiosa das vitimas, com o propósito de convencer as noviças a aderirem à instituição e a se sujeitarem à “exploração laboral”, aos “métodos coercivos e ao domínio e controlo” dos arguidos.

Os arguidos pretendiam a “subjugação, a servidão doméstica e laboral” das noviças, fazendo-as acreditar que eram “freiras”, com o “embuste” de que a instituição seguia os rituais e os princípios da religião Católica.

“As longas jornadas de trabalho também faziam parte do plano dos arguidos, que podiam chegar às 20 horas [diárias], mas que nunca seriam inferiores a 14 horas”, indicou a juíza presidente, acrescentando que as ofendidas ficavam sujeitas “à tirania” dos arguidos, que utilizavam a crença religiosa das ofendidas “como embuste” para a prática de crimes.

À saída do Tribunal de Guimarães, o advogado de três dos arguidos disse aos jornalistas que vai recorrer da condenação.

O MP refere na acusação que os arguidos diziam às jovens que “tinham sido escolhidas por Deus, convencendo-as de que deviam escolher a vida religiosa”, e que, caso negassem as suas vocações, teriam castigos “divinos”, problemas familiares e mortes na família.

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Famalicão

PS/Famalicão: Eduardo Oliveira elogia SNS e defende ministra da Saúde na Assembleia da República

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“Portugal tem um serviço público de saúde que continua a ser um exemplo para o mundo. E tem uma ministra da Saúde e um Governo com ideias e medidas concretas para defender um serviço público de saúde que seja cada vez mais eficaz e acessível a todos”, afirmou o deputado socialista famalicense Eduardo Oliveira, no debate sobre o Serviço nacional de Saúde (SNS) realizado esta quinta-feira, na Assembleia da República, com a presença da ministra Marta Temido.

Saiba mais em OPINIAOPUBLICA.PT

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Famalicão

Famalicão: Temperaturas vão chegar aos 36.º já na próxima semana

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As temperaturas de verão, acompanhadas pelo sol, chegam a Famalicão na próxima semana.

De acordo com as previsões do Instituto Português do Mar e da Atmosfera, as máximas deverão atingir os 36.º graus na sexta-feira, enquanto que as temperaturas mínimas deverão oscilar entre os 16.º e os 20.º graus.

A partir da próxima segunda-feira, as probabilidades de chuva serão mínimas.

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País

Faleceu hoje o padre António Vaz Pinto aos 80 anos

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O padre António Vaz Pinto, jesuíta e Alto Comissário para as Migrações e Minorias Étnicas entre os anos 2002 e 2005 morreu esta sexta-feira, no Hospital de Santa Maria, em Lisboa, informou a Companhia de Jesus.

António Vaz Pinto, de 80 anos, estava internado desde 8 de junho, devido a um tumor pulmonar, acrescentou a Província Portuguesa da Companhia de Jesus, recordando que, “com uma vida cheia e intensa”, o jesuíta “foi responsável pela criação e implementação de várias obras da Companhia de grande impacto apostólico”.

“O padre António Vaz Pinto tinha celebrado há dias os seus 80 anos e, aparentemente, encontrava-se bem, tendo festejado o seu aniversário na companhia de muitos familiares e amigos e num ambiente festivo. Contudo, o seu estado de saúde já era grave e três dias depois acabou por ser encaminhado de Évora, onde residia, para um hospital em Lisboa, tendo o seu estado agravado muito rapidamente”, adianta a nota dos jesuítas publicada no Ponto SJ, portal da Companhia de Jesus.

Natural de Arouca, onde nasceu em 2 de junho de 1942, António Vaz Pinto foi responsável pela criação e implementação de várias obras da Companhia de Jesus, entre as quais se destacam os Leigos para o Desenvolvimento (1986), o Centro São Cirilo (2002), no Porto, e o Centro Universitário Padre Manuel da Nóbrega (1975-1984), em Coimbra, e mais tarde o Centro Universitário Padre António Vieira (1984-1997), em Lisboa.

Foi também reitor da Comunidade Pedro Arrupe, em Braga, onde os jesuítas fazem parte da sua formação, e ainda reitor da Basílica do Sagrado Coração, na Póvoa do Varzim. Dirigiu o Centro de Reflexão e Encontro Universitário Inácio de Loyola, no Porto, foi assistente nacional da Comunidade de Vida Cristã (CVX) e foi também o presidente da direção do Centro Social da Musgueira, em Lisboa.

Em 2008, foi nomeado diretor da Revista Brotéria e mais tarde, em 2014, reitor da Igreja de São Roque e capelão da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa. Trabalhou também, durante vários anos, na Rádio Renascença, onde foi assistente entre 1984 e 1997, e colaborou com vários órgãos de comunicação social, acrescenta a Companhia de Jesus.

António Vaz Pinto esteve também na fundação da produtora de conteúdos religiosos Futuro e esteve no projeto inicial da criação da TVI, tendo participou também na criação do Banco Alimentar contra a Fome, em 1992.

Em 30 de janeiro de 2006 foi distinguido pelo Presidente da República, Jorge Sampaio, com a Grande Oficial Ordem Infante D. Henrique.

Publicou sete livros sobre teologia, filosofia e vida cristã, e dois de memórias, onde conta a história da sua vida.

Dias antes do seu octogésimo aniversário (02 de junho), numa entrevista ao Ponto SJ, o padre António Vaz Pinto confessou-se preparado para morrer, afirmando ter tido “uma vida que valeu a pena viver, com muita alegria e muitos amigos”.

O padre António Vaz Pinto estava, atualmente, e desde 2019, na comunidade dos jesuítas em Évora, onde era Capelão da Santa Casa da Misericórdia.

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Famalicão

Famalicão: 4 detidos com 500 doses de cocaína e heroína

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Quatro pessoas foram detidas, esta quarta-feira, em Famalicão, por suspeitas de tráfico de droga, após apreensão de 500 doses de cocaína e heroína, de acordo com a PSP.

Os detidos são três homens e uma mulher, com idades compreendidas entre os 42 e 51 anos.

Os detidos encontravam-se já referenciados devido à prática de diversos crimes semelhantes.

Após várias buscas domiciliárias foram encontradas 320 doses de heroína, 200 de cocaína e 10 de liamba, bem como 899 euros em numerário, uma réplica de pistola e duas viaturas.

Estes suspeitos serão apresentados no Tribunal Judicial de Famalicão para aplicação das medidas de coação.

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