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Sociedade

Covid-19: Médico português passa atestados para doentes não usarem máscara

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O médico Gabriel Branco está sob investigação da Ordem dos Médicos por causa da emissão de atestados, dispensando os pacientes do uso de máscara.

Segundo o Magg do Sapo, o médico do Hospital Egas Moniz assume-se contra a utilização generalizada do equipamento de proteção pessoal.

Sobre este caso a DGS referiu que os atestados em causa apenas poderiam ser passados por um especialista.

O médico por sua vez garantiu que 99,9% das declarações que passou estavam relacionadas com doenças da sua área de especialização.

Segundo o jornal Observador, que teve acesso a vários destes atestados, este médico dispensou o uso de máscara em certos casos relacionados com a saúde mental ou pneumologia, ou seja, diferentes da sua especialidade.

Alvo de pelo menos duas queixas, já oficializadas, este médico chegou a passar, num só dia, cinco destes atestados.

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Covid-19: Sede da Direção-Geral da Saúde (DGS) contabiliza 3 infetados

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A Direção-Geral da Saúde (DGS) anunciou hoje que há, “até ao momento”, três pessoas infetadas com o SARS-CoV-2 na sede da organização, e que a diretora-geral, Graça Freitas, “mantém sintomas ligeiros”.

A DGS “informa que foram confirmados três casos positivos de covid-19 na sua sede, até ao momento, ficando dez trabalhadores em isolamento profilático”, dá conta uma nota divulgada durante a noite de hoje às redações.

O comunicado acrescenta que Graça Freitas “mantém sintomas ligeiros”.

A Direção-Geral da Saúde garante que a “operacionalidade será mantida neste período crítico da pandemia por covid-19, através dos seus subdiretores-gerais, dos seus dirigentes e trabalhadores”.

Uma vez que “grande parte da equipa” estava em teletrabalho, vai ser possível assegurar “a substituição dos trabalhadores” que vão ficar em isolamento profilático.

A diretora-geral da Saúde, Graça Freitas, testou positivo para a infeção por SARS-CoV-2, estando em isolamento e com sintomas ligeiros da covid-19, anunciou hoje a Direção-Geral da Saúde.

Segundo a DGS, Graça Freitas testou na terça-feira positivo e manifesta sintomas ligeiros da doença.

“O rastreio de contactos pela Autoridade de Saúde Regional está atualmente em curso, para identificar todas as pessoas potencialmente expostas”, refere em comunicado.

A conferência de imprensa que estava hoje prevista na DGS foi cancelada.

Já o Secretário de Estado Adjunto e da Saúde, António Lacerda Sales, e o Secretário de Estado da Saúde, Diogo Serras Lopes, testaram negativo para a infeção por SARS-CoV-2, foi hoje anunciado.

“Os governantes do Ministério da Saúde realizaram teste de rastreio à Covid-19 ontem [terça-feira] à noite, dia 1, na sequência de identificação de contacto com a diretora-geral da Saúde, Graça Freitas, e não foram considerados contactos de alto risco pelas autoridades de saúde”, adiantou o Ministério da Saúde em comunicado.

Portugal contabiliza pelo menos 4.645 mortos associados à covid-19 em 303.846 casos confirmados de infeção, segundo o último boletim da Direção-Geral da Saúde.

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Covid-19: Portugal irá receber 22 milhões de vacinas por 200 milhões de euros

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Portugal vai comprar mais de 22 milhões de doses de vacinas contra a covid-19, o que representa um custo de 200 milhões de euros, anunciou hoje a ministra da Saúde, Marta Temido.

A governante falava aos jornalistas no final de uma reunião de trabalho sobre o plano de vacinação de combate à covid-19 que será apresentado na quinta-feira pelo primeiro-ministro, António Costa.

Marta Temido realçou que o processo de vacinação será longo e que os portugueses não se poderão “afastar das regras” a que se têm habituado em tempo de pandemia.

A reunião de hoje teve também a participação dos membros da ‘task-force’ criada para elaborar o plano de vacinação e que é liderada pelo antigo secretário de Estado da Saúde, Francisco Ramos.

Participaram ainda os ministros de Estado e da Presidência, Mariana Vieira da Silva, da Saúde, da Administração Interna, Eduardo Cabrita, e da Defesa Nacional, João Gomes Cravinho, assim como o secretário de Estado Adjunto do primeiro-ministro, Tiago Antunes.

Portugal contabiliza pelo menos 4.645 mortos associados à covid-19 em 303.846 casos confirmados de infeção, segundo o último boletim da Direção-Geral da Saúde.

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Vacina de combate à covid-19 será gratuita e facultativa

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A ministra da Saúde disse hoje que a vacina contra a covid-19, que poderá chegar a Portugal já em janeiro, será gratuita, facultativa e administrada no Serviço Nacional de Saúde (SNS).

“Será obviamente uma vacinação gratuita, facultativa e a realizar no Serviço Nacional de Saúde”, adiantou Marta Temido sobre o plano de vacinação contra a covid-19 que será apresentado na quinta-feira.

A governante falava aos jornalistas, em Lisboa, no final de uma reunião que contou com a participação do primeiro-ministro, António Costa, o coordenador da task-force criada pelo Governo para desenhar o plano de vacinação e os ministros de Estado e da  Presidência, Mariana Vieira da Silva, da Administração Interna, Eduardo Cabrita, e da Defesa Nacional, João Gomes Cravinho.

Questionada sobre a hipótese de a vacina ser dada nos centros de saúde ou em grandes centros de vacinação menos descentralizados, Marta Temido disse apenas que seria através do SNS, apontando dois cenários possíveis.

“Um primeiro momento em que haverá um contexto de maior escassez no acesso a vacinas e, portanto, também à semelhança daquilo que outros países têm estado a planear será um cenário mais controlado, mas depois admitimos que ao longo do ano de 2021 passemos para um cenário de maior abrangência com mais doses disponíveis e também maior expansão dos pontos de administração”, explicou.

“Num cenário extremo de final de ano é equacionável que haja uma distribuição muito mais descentralizada do que num momento inicial”, realçando também que o processo de vacinação será longo e que os portugueses não se poderão “afastar das regras” a que se têm habituado em tempo de pandemia.

Apesar de admitir que as primeiras vacinas possam estar disponíveis nas primeiras semanas de 2021, caso a candidata da Pfizer/BioNTech seja já aprovada pela Agência Europeia do Medicamento (EMA) na reunião agendada para 29 de dezembro, a ministra ressalvou que essa disponibilização depende de vários fatores.

“Qualquer um dos países da União Europeia só terá vacinas se a indústria farmacêutica as disponibilizar, se a EMA lhes der um parecer favorável – porque acima de tudo estão questões de segurança, de efetividade e de qualidade – e de acordo com aquilo que seja a chegada que as próprias companhias farmacêuticas fazem acontecer a cada um dos países dos seus produtos”, descreveu.

Sobre o plano que será apresentado pelo primeiro-ministro, António Costa, a ministra da Saúde disse que será definido um ponto central de distribuição das vacinas para outros pontos secundários, mas algumas empresas farmacêuticas também se disponibilizaram para as fazer chegar aos pontos de vacinação.

Portugal contabiliza pelo menos 4.645 mortos associados à covid-19 em 303.846 casos confirmados de infeção, segundo o último boletim da Direção-Geral da Saúde.

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