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EDP apoia alunos e pais desfavorecidos no ensino à distância

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A EDP Distribuição lançou um projeto de fomento da literacia digital em Portugal que visa dar competências básicas aos pais e encarregados de educação, preparando-as para acompanhar os seus filhos e educandos no ensino à distância.

A Academia Digital para Pais foi desenvolvida numa cooperação com a Direção-Geral da Educação (DGE) tendo como público alvo famílias residentes nos Territórios Educativos de Intervenção Prioritária (TEIP), uma classificação que abrange 137 escolas em áreas caracterizadas por maiores dificuldades económicas e sociais.

“Perante as crescentes dificuldades trazidas pela pandemia, desenvolvemos esta iniciativa para dar um contributo estruturante: dotar as famílias de competênciasdigitais, simples, mas cada vez mais determinantes para o sucesso escolar e profissional. Com a Academia Digital para Pais, ajudamos a reduzir assimetrias no acesso à educação”, explica João Torres, Presidente do Conselho de Administração da EDP Distribuição.

Para a Direção-Geral da Educação, “o programa ‘Territórios Educativos de Intervenção Prioritária – TEIP’ tem como principais objetivos a melhoria do processo educativo, assim como a prevenção do abandono e do absentismo, garantindo a igualdade de oportunidades a todos os alunos no acesso a uma educação de qualidade.

As escolas TEIP adotam medidas diversificadas e adequadas ao contexto local, com a preocupação de envolver as famílias no acompanhamento do percurso escolar dos seus educandos.

A DGE, ao associar-se à EDP Distribuição, na promoção da “Academia Digital para Pais”, reconhece nesta iniciativa uma importante ferramenta não só para a capacitação digital das famílias, mas também para o seu envolvimento pleno no Plano de Transição Digital da Educação”, afirma o Diretor-Geral, José Vítor Pedroso.

Numa 1ª fase, que já se encontra a decorrer, as escolas têm de aderir ao projeto no site da Direção Geral da Educação até 18 de novembro. Numa 2ª fase que arranca a 27 de novembro, os encarregados de educação interessados devem formalizar a sua inscrição na escola aderente do seu educando. As sessões formativas têm início em
janeiro de 2021.

O objetivo é que em oito horas, repartidas por várias sessões diárias, os formandos consigam dominar o essencial da utilização de um computador e da internet para apoiar os filhos no acompanhamento das aulas ou na realização dos trabalhos de casa.

A frequência é gratuita e as sessões de formação serão de curta duração, em horário pós-laboral, de modo a facilitar a adesão dos pais ou encarregados de educação de alunos do 1º e 2º ciclo do Ensino Básico e serão ainda transmitidos conhecimentos básicos sobre como aceder a serviços públicos e privados através dos respetivos canais digitais, cada vez mais utilizados.

O número de formandos na sala será também limitado, de forma a que sejam sempre cumpridas todas as normas das autoridades competentes e a formação será feita de forma presencial, na escola aderente e com o cumprimento rigoroso de todas as normas de segurança devido à pandemia.

Material escolar e cabazes alimentares serão os prémio de participação a que os formandos terão direito.

As escolas aderentes mobilizam professores e jovens alunos que, em regime de voluntariado, assumirão o papel de formadores.

Sobretudo na atual situação de crise sanitária e económica, a Academia Digital para Pais assenta na convicção de que a cidadania digital é indispensável à inclusão social.

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Famalicão

“Portugal terá níveis muito baixos de novos casos de Covid se mantiver restrições”

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A estimativa é do Centro Europeu para Prevenção e Controlo das Doenças (ECDC) que diz que se Portugal mantiver as restrições adotadas atualmente, irá registar em dezembro “níveis muito baixos” de novos casos de Covid-19, seguidos de menos admissões hospitalares e mortes.

“Nas mais recentes projeções, estimámos que 22 dos 31 Estados-membros [da União Europeia e do Espaço Económico Europeu] terão uma redução do número de casos confirmados e, subsequentemente, das admissões hospitalares e mortes, para níveis muito baixos”, indica o ECDC em resposta escrita enviada à agência Lusa.

Portugal é um desses países, mas isso apenas se “mantiverem as medidas de resposta em vigor a 18 de novembro de 2020 e até ao final do período de previsão, que é 25 de dezembro de 2020”, acrescenta a agência europeia, aludindo ao relatório divulgado esta semana.

Se as atuais medidas continuarem a serem adotadas em Portugal, o ECDC prevê, no relatório divulgado esta semana com projeções a curto prazo sobre a evolução da situação epidemiológica na União Europeia (UE), que após um pico de infeções em meados de novembro, se registe um abrandamento acentuado em dezembro, que deverá culminar em menos de 2.000 casos diários em janeiro.

No caso dos números diários de mortes, de internamentos e de entradas nos cuidados intensivos, o pico deverá ser atingido em dezembro, de acordo com esta agência europeia, que prevê um abrandamento em janeiro.

A agência europeia de saúde pública admite, porém, que estas projeções “continuam a ser um grande desafio, uma vez que estão muito dependentes das políticas decretadas pelos Estados-membros”.

Sediado na Suécia, o ECDC tem como missão ajudar os países europeus a dar resposta a surtos de doenças.

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Covid-19: Ordem dos Médicos pede igualdade na distribuição das vacinas

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Manifestando disponibilidade para colaborar na proposta de vacinação nacional, o bastonário e o Gabinete de Crise para a covid-19 da Ordem dos Médicos pediram hoje transparência, equidade e fundamentação na vacinação contra o novo coronavírus.

“As vacinas só são eficazes se forem administradas, pelo que todo este processo deve pautar-se pela maior transparência, rigor e fundamentação científica”, refere uma nota de imprensa da Ordem dos Médicos, na sequência de notícias sobre os grupos prioritários de vacinação.

A questão de quem deve ter prioridade nas vacinas à covid-19 gerou polémica na sexta-feira em Portugal, com a possibilidade, noticiada na imprensa, de que maiores de 75 anos sem comorbilidades ficavam de fora do acesso prioritário à vacina.

A situação surgiu por haver uma proposta de especialistas da Direção-Geral da Saúde (DGS) de que pessoas entre os 50 e os 75 anos com doenças graves, funcionários e utentes de lares de idosos e profissionais de saúde devem ser os primeiros a ser vacinados.

O líder do núcleo de coordenação da ‘task-force’ criada pelo Governo para coordenar todo o plano de vacinação contra a covid-19 disse no mesmo dia à Lusa que a proposta apresentada pela DGS “não tem qualquer limite de idade para as pessoas internadas em lares”.

Os residentes em lares, de qualquer idade, os funcionários destas instituições, os profissionais de saúde, das forças de segurança e os idosos com comorbilidades severas são os grupos prioritários propostos pela DGS para a vacina contra a covid-19, declarou Francisco Ramos.

Na nota de imprensa, o bastonário Miguel Guimarães e o Gabinete de Crise defendem que “a estratégia de vacinação deve ser clara e ter objetivos bem definidos, assentes na prevenção e minimização da mortalidade, morbilidade e da sobrecarga” do Serviço Nacional de Saúde.

“A estratégia de vacinação nacional deve estar articulada com as estratégias de vacinação dos restantes países na União Europeia” e do Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças, além de “ter em consideração” a ligação de Portugal aos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa.

O documento insiste na “importância da equidade para vacinar primeiro quem mais beneficia em termos de gravidade e risco de exposição e transmissão, bem como o respeito pela fundamentação técnico-científica assente numa comunicação responsável e coerente”.

Reconhecendo que “a vacinação contra o SARS-CoV-2 é uma medida essencial para ultrapassar esta grave crise, devolver a todos uma vida sem medo, salvar a economia e travar a pobreza”, a Ordem dos Médicos reitera “total disponibilidade para colaborar na proposta de vacinação nacional e contribuir para a sua implementação”.

Na sexta-feira, o bastonário da Ordem dos Médicos assumiu que lhe causa confusão e estranheza que os mais idosos não possam ser vacinados contra a covid-19, aguardando conhecer os critérios da DGS.

Numa primeira análise, Miguel Guimarães considerou “estranho” que pessoas “mais frágeis, menos resistentes e que sofrem mais com a infeção não estejam a ser protegidas”, remetendo para mais tarde uma “resposta mais concisa” sobre o assunto.

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, considerou-a uma “ideia tonta” e o primeiro-ministro, António Costa, rejeitou essa possibilidade.

Portugal contabiliza pelo menos 4.276 mortos associados à covid-19 em 285.838 casos confirmados de infeção, segundo o último boletim da DGS.

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Covid-19: Portugal tem hoje 529 doentes internados em unidades de cuidados intensivos

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De acordo com o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde (DGS), Portugal tem hoje 529 doentes com covid-19, internados em unidades de cuidados intensivos (UCI), um novo máximo desde o início da pandemia.

Os doentes com covid-19 internados hoje, em UCI, são mais três do que os contabilizados na sexta-feira, e superam o anterior máximo de 526 doentes, registado na também na sexta-feira.

O boletim de hoje regista a ocorrência de mais 87 óbitos associados à covid-19 e mais 4.868 novos casos de infeção com o coronavírus SARS-CoV-2.

Portugal contabiliza pelo menos 4.363 mortos num total de 290.706 casos confirmados de infeção, indica ainda o boletim da Direção-Geral da Saúde (DGS).

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