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Famalicão

Ex-tesoureiro do Centro Social e Cultural de Bairro condenado por falsificação de documento

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Um ex-tesoureiro do Centro Social e Cultural de São Pedro de Bairro, em Famalicão foi condenado, pelo Tribunal Judicial de Guimarães, a um ano de prisão, com pena suspensa, por falsificação de documento.

O arguido fica obrigado a entregar, no prazo de quatro meses, 1.500 euros a uma instituição particular de solidariedade social, para a suspensão da pena.

O arguido estava ainda acusado de peculato, participação económica em negócio e branqueamento, por alegadamente se ter apropriado de 1,7 milhões de euros da instituição e de ter encaminhado esse dinheiro para contas suas e da mulher, mas acabou por ser absolvido destes crimes.

Apesar de ter dado como provado que o arguido se apropriou de mais de 304 mil euros, o tribunal absolveu-o dos crimes de peculato e participação económica em negócio, porque estes crimes só dizem respeito a “funcionários” e porque, entretanto, saiu jurisprudência que determina que dirigentes de instituições particulares de solidariedade social não têm esse estatuto.

O tribunal admitiu que o crime de participação económica em negócio poderia ser requalificado em crime de infidelidade, mas para isso seria necessário ter havido queixa, o que não aconteceu.

Quanto ao crime de peculato, o tribunal requalificou-o como crime de abuso de confiança qualificado, mas deu por extinto o respetivo procedimento criminal, porque o arguido entretanto devolveu o dinheiro de que se tinha apropriado e o Centro Social manifestou acordo quanto a essa extinção.

Em relação ao branqueamento, o tribunal considerou que o arguido não cometeu esse crime.

No processo, a presidente do Centro Social também estava acusada de peculato e participação económica em negócio, por alegadamente ter determinado que a instituição lhe pagasse mensalmente um acréscimo de 620 euros em relação ao que lhe era devido.

O tribunal deu como provado que, à custa deste procedimento, a presidente recebeu mais de 19 mil euros, mas considerou que a ordem para o pagamento desse acréscimo foi do tesoureiro e não dela.

A presidente acabou por ser absolvida.

No processo, são ainda arguidos três membros da mesa da Assembleia Geral do Centro Social, por falsificação, mas apenas um foi condenado, em multa de 980 euros.

Em causa uma ata “forjada” para conseguir que a instituição obtivesse um empréstimo bancário.

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Famalicão

Famalicão: Homem de 60 anos morre após queda de 8 metros em Jesufrei

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Um homem de 60 anos morreu, na tarde desta sexta-feira, após ter caído cerca de oito metros de altura, numa obra, em Famalicão.

Segundo o jornal O Minho o homem estaria a trabalhar numa construção na Rua do Penedo da Cabecinha, em Jesufrei, quando a queda ocorreu.

No local estiveram os Bombeiros Famalicenses assim com o VMER de Famalicão que decretaram o óbito no local.

O alerta foi dado às 15:30.

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Famalicão

Famalicão: Procurador quer “dividir” processo do convento acusado de tortura em Requião

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O ministério público de Guimarães anunciou a intenção de separar partes do processo referente à suposta tortura que receberam jovens que viviam no convento da Fraternidade Missionária do Cristo Jovem, em Requião.

De acordo com as declaraões prestadas à CMTV, o procurador, afirma que atendendo “aos estatutos, a arquidiocese tinha poder de nomear ou destituir os órgãos de gestão. Houve várias irregularidades que têm de ser apreciadas noutro processo”, afirmou, no dia de ontem, o procurador que pede que o padre Joaquim Milheiros e duas freiras da instituição sejam julgados por nove crimes de escravidão.

Esta separação do processo visa apurar de forma isolada a responsabilidade no caso de tortura das noviças e se foi a própria instituição a levar a cabo as irregularidades de que é acusada ou se existiu autorização ou conhecimento de causa por parte da arquidiocese responsável por este convento.

Em resposta o advogado responsável pela diocese de Braga sublinhou que a vontade da instituição Famalicense sempre se impôs, nunca chegando arquidiocese a ter poder sobre a situação.

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Famalicão

Compre diretamente aos produtores locais e levante os produtos na Auchan de Famalicão

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A Auchan coloca ao seu dispor, de forma gratuita, locais de recolha específicos para os pequenos produtores locais, denominados “PickUp Local”.

Esta iniciativa, com o arranque marcado para 26 de novembro, vai permitir o levantamento de compras feitas diretamente aos produtores locais, pequenos comerciantes e artesãos num espaço facultado para o efeito, nos pontos de venda Auchan. O serviço visa reforçar o apoio da marca à produção local e estará disponível gratuitamente enquanto vigorar o Estado de emergência.

Este serviço irá permitrque os clientes comprem produtos nos websites dos produtores locais e os levantem de forma totalmente gratuita permitindo ao produtor concentrar todas as suas entregas num só local, poupando assim recursos preciosos.

Reforçando o compromisso assumido há mais de 25 anos de apoio à produção local, a Auchan Retail Portugal quer ser uma plataforma de apoio aos pequenos produtores, facultando mais uma alternativa para que estes consigam escoar as suas mercadorias.

Na condição de militantes do Bom, São e Local, a empresa conta com mais de 100 parcerias duráveis e equilibradas com pequenos produtores, situados num raio de 50km dos pontos de venda, que entregam loja a loja, e oferecem produtos de qualidade, saudáveis e com uma rastreabilidade exemplar.

A lista de produtores locais, pequenos comerciantes e artesãos estará disponível para consulta em Auchan&Eu, sendo que os novos pontos de recolha “PickUp Local” funcionarão das 11h00 às 20h00.

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