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Mundo

Pfizer conclui testes à nova vacina. Está pronta para ser comercializada.

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A farmacêutica americana Pfizer, em colaboração com a empresa alemã BioNTech anunciaram, esta quarta-feira, a conclusão dos ensaios clínicos à nova vacina para a covid-19, que oficialmente afirmam possuir uma taxa de eficácia de 95%.

Nas previsões do presidente da BioNTech, as primeiras doses da vacina serão administradas ainda antes da chegada do Natal.

De lembrar será que, neste momento, existem 11 vacinas diferentes em fase final de testes clínicos. Três destas vacinas (Pfizer, Moderna e Sputnik) apresentam graus de eficácia iguais ou superiores a 90%.

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Desporto

Papa Francisco lembra “com carinho” Diego Armando Maradona

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O Papa Francisco lembrou “com carinho” e oração o ex-jogador de futebol argentino Diego Armando Maradona, seu compatriota, que hoje morreu aos 60 anos, segundo o porta-voz do Vaticano, Matteo Bruni.

O pontífice foi informado da morte da estrela do futebol mundial, seu compatriota, e pensou “com afeto” nas ocasiões em que estiveram juntos nos últimos anos.

“Recorda-o na oração, como fez nos últimos dias quando soube de suas condições de saúde”, referiu o porta-voz num breve comunicado.

O Papa, conhecido adepto de futebol, especialmente do seu clube de coração, o San Lorenzo de Almagro, encontrou-se várias vezes com o craque argentino.

Em setembro de 2014, Jorge Bergoglio recebeu Maradona na sua residência particular no Vaticano para falar sobre as iniciativas e projetos educacionais da fundação pontifícia “Scolas Occurrentes”.

‘El Pibe’ participou em duas das “Festas da Paz” do futebol promovidas pelo Papa.

A harmonia entre os dois era conhecida e assim que se conheceu a eleição de Francisco, em março de 2013, como o primeiro Papa latino-americano da história, Maradona declarou: “O Deus do futebol é argentino, e agora também o Papa”.

Maradona, considerado um dos melhores futebolistas da história, morreu na sua residência, na Argentina, anunciou o seu agente e amigo Matías Morla.

Segundo a imprensa argentina, Maradona, que treinava os argentinos do Gimnasia y Esgrima, sofreu uma paragem cardíaca na sua vivenda na província de Buenos Aires.

A sua carreira de futebolista, de 1976 a 2001, ficou marcada pela conquista, pela Argentina, do Mundial de 1986, no México, e os dois títulos italianos e a Taça UEFA ganhos ao serviço dos italianos do Nápoles.

O Presidente da Argentina, Alberto Fernández, decretou três dias de luto nacional pela morte do antigo futebolista.

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Desporto

Última Hora: Morreu Diego Maradona aos 60 anos

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Diego Armando Maradona, considerado um dos melhores futebolistas da história, morreu hoje na sua residência, na Argentina, aos 60 anos, anunciou o seu agente e amigo Marias Morla, segundo a agência espanhola EFE.

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Economia

Estudo europeu apelida carros hibridos de “desastre ambiental”

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A associação ambientalista Zero pede o fim dos benefícios fiscais para os veículos hibridos após um estudo europeu que denuncia o “desastre ambiental” destes carros com emissões de dióxido de carbono acima do legalmente declarado.

Num comunicado este domingo divulgado, a Zero revela as conclusões de um estudo da Federação Europeia de Transportes e Ambiente, à qual pertence, e segundo o qual este tipo de veículos (PHEV, na sigla em inglês) regista emissões reais que podem ser quase o dobro daquilo que é anunciado, tendo por base testes “em condições reais” de utilização realizados aos três modelos mais vendidos na Europa em 2019: um BMW X5 (o PHEV disponível no mercado com maior autonomia), um Volvo XC60 e um Mitsubishi Outlander.

“O estudo concluiu que, mesmo em condições de teste ótimas, em que os veículos são utilizados da forma mais moderada possível e com as baterias completamente carregadas, as suas emissões são 28%-89% superiores às contabilizadas nos testes. Se forem utilizados em modo convencional, ou seja, usando exclusivamente o motor a combustão, estes carros emitem três a oito vezes mais CO2 [dióxido de carbono] do que aquilo que os testes indicam”, refere o comunicado da Zero.

A associação ambientalista acrescenta que “se adicionalmente o motor a combustão for utilizado para carregar as baterias — algo frequente antes de os condutores entrarem em zonas urbanas de emissões reduzidas — as emissões, de CO2 e em geral de poluentes com efeitos nocivos diretos na saúde, vão até 12 vezes acima das anunciadas oficialmente”.

Os testes constataram níveis de autonomia em modo elétrico inferiores aos publicitados, com o caso mais baixo a corresponder “a uns meros 11 quilómetros”, além de concluírem que em condições reais de utilização “o recurso ao motor a combustão é constante”, o que significa que “estes automóveis só cumprem o anunciado nos catálogos em viagens muito curtas; por exemplo, numa viagem de 100 quilómetros, emitem até cerca de duas vezes mais do que o valor oficial”.

Para a Zero, os testes que regulamentam oficialmente o nível de emissões destes veículos têm o problema de assentar “na suposição excessivamente otimista da parcela de utilização em modo elétrico, ou seja, o fator de utilização elétrica, resultando em valores de CO2 irrealisticamente baixos”.

Por isso, previsões mais de acordo com a utilização elétrica real colocariam os níveis de emissões em “valores oficiais 50%-230% superiores aos atualmente em vigor”.

A associação ambientalista refere o aumento de vendas de carros PHEV na Europa, com meio milhão de unidades vendidas em 2020, sendo que em Portugal foram vendidos até outubro 8.300 automóveis, “praticamente o dobro do que se vendeu no mesmo período de 2019”. Os novos limites em vigor na União Europeia obrigam os fabricantes a vender automóveis com baixas emissões.

A premissa do estudo divulgado neste domingo era precisamente perceber se as emissões publicitadas correspondiam à redução para um terço das dos automóveis convencionais equivalentes, como os fabricantes anunciam, ou se “são um truque para cumprir os requisitos legais”.

Com base nos resultados, a Zero pede o fim dos benefícios fiscais e subsídios para a compra destes veículos, referindo que estes estão estimados em mais de 43 milhões de euros para 2020 em Portugal.

“Trata-se de um valor que está a ser desbaratado no apoio a uma tecnologia poluente e que por isso, recomenda a Zero, deve ser canalizado sem demora para tecnologias verdadeiramente verdes”, defende a associação.

A Zero entende que estes apoios devem ser reservados para carros 100% elétricos, recomendando que numa fase transitória os apoios e acesso a subsídios sejam concedidos para veículos com uma autonomia mínima de 60 quilómetros e “acesso comprovado” a pontos de carregamento.

Já a redução do Imposto sobre Veículos deve baixar dos 75% para os 25% e as empresas só devem poder reaver metade do Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) e não a totalidade, como atualmente.

A nível europeu a Zero pede que deixem de ser atribuídos “supercréditos” à venda de carros PHEV e que os testes passem a ter por base condições reais de utilização. Sugere ainda que a Comissão Europeia legisle para que sejam contabilizadas as emissões reais, apuradas com base no uso registado no computador de bordo do veículo.

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